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| Tweet Topic Started: 16 Feb 2016, 02:13 (224 Views) | |
| Metamorphoses | 16 Feb 2016, 02:13 Post #1 |
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Lord of Nopes
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O RPG passa-se na galáxia Andrómeda, uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra. Contém cerca de 1012 estrelas, tendo entre 180 a 220 mil anos-luz de diâmetro. 1. Introdução Após um cataclismo não-especificado — NOT TELLING — ter devastado Terra*, o que restou da civilização humana contou as suas perdas, juntou os trapos, meteu a cauda por entre as pernas, e procurou refúgio, e uma nova casa, nas estrelas, numa migração em massa que foi posteriormente romantizada pelos poetas e historiadores do Império como sendo o Grande Êxodo. Em particular, as colónias humanas que se estabeleceram no sistema Sol II — o Sistema Imperial — coalesceram e floresceram, crescendo em número e poderio, e espalhando-se por toda a galáxia qual praga, facilmente suplantando as populações nativas. Formou-se, assim, um Império galáctico forte. Olhando para trás sem um pingo de nostalgia, e completamente cientes da falibilidade e mesquinhez próprias à natureza humana, os sábios do Concílio do Êxodo puseram de parte os modelos socio-políticos de outrora e outrem e criaram uma nova espécie de raiz, os petrichor, com o propósito único de tomarem as rédeas do Império e ascenderem ao Trono Sublime como Imperators. De certo modo, então, o Homem criou os seus próprios deuses. *Terra é o homeworld da espécie humana em Andrómeda, e não na Via Láctea. 2. Espécies e População A população do Império encontra-se dividida entre humanos — que constituem pouco mais de 3/4 da população total do Império — e não-humanos. Os números absolutos tendem a flutuar de censo para censo, mas uma estimativa conservadora coloca a população total do Império como estando na casa dos triliões (1018) de habitantes, sendo que o Império engloba centenas de milhares de sistemas habitados, milhões de pequenas colónias e clusters dispersos, e uma miríade de espécies não-humanas. Dentro dos não-humanos, temos: — Os Petrichor: Espécie artificial de humanóides criados de raiz com o propósito de governarem o Império. Têm a aparência de estátuas de mármore branco, tendo dois ou mais metros de altura e lifespans alargados que podem atingir até vários milénios. Apesar de, tanto exterior- como interiormente, terem uma morfologia em muito semelhante à humana, são seres de pedra vida — etimologicamente, o termo "petrichor" significa muito literalmente "sangue de pedra". Ocupam cargos de chefia um pouco por todo o Império, nomeadamente como Prefeitos e Imperators. São adorados como deuses, sendo que a sua origem precisa permanece largamente um mistério e matéria de especulação. — Os Sancti (singular, Sanctus): Espécie humanóide proveniente do sistema Sacrosanct — sistema planetário constituído por uma série de gigantes gasosos em órbita da estrela Sacrum Soleil (também referida na literatura, embora erroneamente, como Sanctus Soleil). São seres aracnídeos altos, magros e de pela acinzentada, tendo olhos bulbosos, mandíbulas proeminentes e carapaças duras de quitina, tipo besouros. As fêmeas da espécie são maiores, com mandíbulas e tenazes mais salientes. São insectívoros e reproduzem-se por fecundação interna, produzindo ovos, com os quais revestem as suas paredes e muralhas. Apesar de terem como homeworld a terceira lua do gigante Sacrosphere, Sanctus Sanctorum, espalharam-se um pouco por todo o sistema, construindo continentes artificiais suspensos sobre a superfície dos restantes planetas, dos quais mineram gases nobres como néon e xénon. O seu líder é o Padixá de Sacrosphere, cujo remoto predecessor jurou fealdade ao Imperator Brutus Bellerophon após a sua esmagadora derrota face às legiões imperiais na Batalha de Sanguinem Sanctorum (101.407 AI) nas planícies de néon de Sacrosanct II, passando a pagar-lhe como tributo 1/3 de todos os nados-vivos Sancti como escravos ao serviço do Império. O então Prefeito de Malabhar, Imperator Junius Justinus — que ascendeu ao Trono Sublime em 102.512 AI — veio a condenar a "crueldade excessiva e barbárie generalizada" do reino de Brutus, tendo rebaptizado o planeta Sacrosanct II de Sacrophagus em memória de todos os Sancti que lá pereceram, no entanto reconhecendo a Batalha como tendo constituído uma das campanhas de expansão mais decisivas da primeira metade da Era de Mercúrio da história do Império. Os Sancti são, então, a principal fonte de mão-de-obra escrava do Império. — Os Kalassians: Nativos do planeta Kleidon, o maior e único planeta habitado do sistema Kalassis, os Kalassians são seres humanóides de tez esverdeada, com orelhas pontiagudas, olhos amarelos brilhantes e pupilas em fenda. São altos, esbeltos e ágeis, e os seus movimentos têm a mesma graciosidade dos de uma prima ballerina. Hedonistas, quiçá narcisistas até, têm um temperamento caprichoso e imprevisível, e uma indolência e filosofia de vida laissez-faire que os fez presa fácil para as legiões do Império. De facto, quando as primeiras centúrias imperiais pousaram sobre a superfície de Kleidon, foram recebidas sem qualquer resistência. O planeta — e o sistema correspondente — foi capturado em pouco mais de um dia, sem o derrame de uma única gota de sangue sequer. A sua voz é doce e melodiosa, e a sua cultura vasta e riquíssima. São os grandes artistas e mestre artífices do Império, alguns trabalhando sob os auspícios do Estado como arquitectos, pintores, escultores, poetas e músicos. No entanto, a sua flagrante promiscuidade, aliada à sua natureza algo ingénua e dócil, tornou-os, também, os principais alvos do tráfico humano intergaláctico, sendo que muitos acabam as suas vidas, no melhor dos casos, ao serviço dos bordéis e casas de banhos do Império. O seu sistema é constituído por planetas verdes, recobertos de toda uma camada — leia-se esfera — de vegetação rasteira. A flora do sistema é diversa e omnipresente, sendo que os planetas têm uma abundância de vales férteis, lagos límpidos e florestas cerradas. A sua sociedade é matriarcal e pouco organizada, encontrando-se segregada em clãs, sendo que cada clã é presidido por uma Matriarca, a mãe mais velha e/ou com mais crias. Notavelmente, as fêmeas inférteis — consideradas seres inferiores, ou mesmo impuros — são postas de parte, ostracizadas da sociedade e relegadas ao esquecimento, muitas acabando por cometer suicídio, sendo a morte preferível a viver o resto das suas vidas em solidão e indigência. Prestam culto à sua Deusa da paz, da fertilidade e das colheitas, Kalassis — tipicamente representada sob a forma de uma mulher de seios cheios e a cabeça de uma corça — com oferendas de frutas e mel. Apropriadamente, Kalassis não significa mais que "Grande Mãe" na língua nativa. Ao contrário de muitos outros povos sob o domínio do Império, os Kalassians não reconhecem o Imperator — que consideram um espírito guerreiro — como a personificação da sua Deusa. No entanto, a sua passividade permitiu-lhes conservar os seus costumes e religião, visto que o Império não viu qualquer benefício ou justificação em os erradicar. Foram, então, dos poucos povos que se viram livres de qualquer forma de perseguição religiosa pós-conquista. — Os Thespians:
Os Thespians do sistema Ars são uma espécie deveras singular. A sua completa devoção ao culto da Unidade — a personificação deificada de todo o cosmos e dos princípios que regem a mecânica celeste — vem acrescida de uma total e absoluta despojação. É-lhes impensável — e taboo até — reter qualquer resquício de individualidade, por mais ínfimo que seja, quer seja nome, personalidade, ou mesmo forma. A sua forma natural, então, não é mais que uma massa branca amorfa e disforme de aspecto vagamente humanóide, totalmente desprovida de feições. Possuem, no entanto, a capacidade camaleónica de assumir virtualmente qualquer forma que assim desejem. Ironia do destino? Não, pois é justamente na multiplicidade que os Thespian encontram um refúgio à sua tão repugnada individualidade. São desprovidos de ossos, músculos e órgãos internos, possuindo apenas um sistema nervoso central encapsulado por camadas de tecido adiposo. Naturalmente, reproduzem-se de forma assexuada, por partenogénese. O bio-filósofo Xeno Xenophon postulou que a sua curiosa fisiologia teria sido um mecanismo evolutivo desenvolvido com vista a os tornar melhor adaptados a um ambiente extremamente hostil e repleto de predadores. De facto, o sistema Ars é infestado por uma verdadeira panóplia de plantas carnívoras de todos os tamanhos e feitios. São ferozmente leais ao Imperator, que acreditam ser a manifestação física da Unidade, e fazem parte de um regimento de elite, o Carte Blanche, temido pelos inimigos do Império como "O Pesadelo em Branco". A sua mera existência, porém, é suficiente para provocar calafrios nas espinhas de até os mais fiéis ao Império. Também conhecidos como Polymorphs, Metamorphs, ou, mais pejorativamente, Hollow Men (Homens Vazios), os Thespian têm a particularidade de se expressarem exclusivamente na 1ª pessoa do plural, uma prática no mínimo desconcertante, e que cedo passa de comic relief a profundamente irritante. Por último, os planetas que compõe o sistema Ars são, por esta ordem, Ars Dramatica, Ars Nova, Ars Antiqua e Ars Moriendi — planetas telúricos de dimensões médias em órbita ao buraco negro Zarathustra. A sua capital — puramente administrativa, pois para os Thespians são incompreensíveis os conceitos de "sistema", "planeta", "cidade" ou "capital" — é Palestrina, localizada algures ao longo do equador de Ars Nova. — Os Tartars:
De certa forma as ovelhas negras do Império, os Tartars são seres humanóides grandes — colossais até — de feições grosseiras e pele áspera cor de carvão. Mas apesar de capazes de actos de grande brutalidade, e de proezas de força, são uma espécie sensível e pacífica, sofrendo de discriminação e perseguição constantes. Provêm do sistema Tartarus, cujo planeta epónimo foi capturado pelas legiões do Império e convertido num planeta-prisão para prisioneiros políticos. Um estudo, publicado no Imperial Journal of Physiology de Søren, Aabye et al., revelou que o seu sangue contém uma quantidade anormalmente baixa de glóbulos vermelhos, sendo essencialmente plasma puro, o que veio, por outro lado, a desacreditar a hipótese avançada for Joseph Johann Ludwig, de que teriam etanol ao invés de sangue. Os Tartars vivem sob a terra, construindo conglomerados ao pé de fontes de energia geotérmica. Mineram cobalto, paládio, entre outros metais, e são exímios artífices, ferreiros e ourives. Os recrutas Tartars geralmente ocupam posições de suporte, sendo, no entanto, os primeiros a ser convocados aquando de situações de combate singular. O seu sistema político é o de uma monarquia constitucional. A captura do seu sistema planetário ocorreu a 194.255 AI, sob o reino do Rei Cyril III, que foi prontamente atirado para uma cela escura nas masmorras do seu próprio palácio. — Os Gladiators:
Um offshoot da raça humana, são nómadas que vivem da guerra e para a guerra, tendo-se separado do Império algures durante o reinado do Imperator Tyrian (52.708 a 56.511 AI) — Império este com o qual têm confrontos constantes. De certa forma os piratas da galáxia, fazem raids frequentes a planetas-porto — Neo Cartago, por exemplo. Por outro lado, devido à sua grande mobilidade e relativa pequenez, conseguem escapar ao radar do Império com relativa facilidade, operando com alguma impunidade, para o grande vexame da marinha imperial. De etnias e backgrounds variados, costumam envergar elmos espartanos, lutando de peito nu, enfaixado com tiras de linho ou algodão, ou protegido por uma simples armadura de couro. Dão preferência a melee weapons, como espadas, lanças, maças, morningstars, machados, martelos, arpões, tridentes e redes, por exemplo. Resolvem as suas disputas internas por combate singular, e o seu líder é denominado de Lord Gladiator, brandindo duas espadas cerimoniais, Sturm e Drang. A sua flagship é o Coliseum. — Os Byzantine: Humanos em tudo menos nome, os Byzantine são tudo o que resta do outrora grande império de Byzantium, agora pouco mais que uma colónia de segunda categoria. O seu homeworld de Constantinorbis (ou Neo Constantinopla) foi-lhes usurpado durante a 2ª Guerra de Unificação, tendo tomado residência numa pequena cintura de asteróides ligados entre si, sendo o maior, com um tamanho comparável a um planeta-anão, Syracuse, a sede do seu Império e o trono do seu Basileus. O primeiro Pontifex Maximus, Imperator Petrichor, não perdeu tempo algum aquando da sua ascenção, lançando campanhas de expansão a torto e a direito, e absorvendo grande parte das colónias humanas que já se haviam estabelecido em outros sistemas planetários. Mas alguém já se lhe havia antecipado na corrida à conquista intra-galáctica — enquanto que o Império controlava uma grande porção dos sistemas do Quadrante SW, um império rival, menor mas não menos poderoso, se havia formado, declarando soberania sobre todos os sistemas planetários dos Quadrantes SS e SE. Após várias campanhas de invasão falhadas — que foram continuadas, ainda que sem melhores resultados, pelo seu sucessor, Petrichor II — a Imperatrix Petronella decidiu apelar à diplomacia ao invés, e o Império de Byzantium passou a operar sob o controle do Império, ainda que algo autonomamente. E assim foi, até ao assassinato do Imperator Valerius V a 68.609 AI pela mão da sua Guarda Pretoriana. Seguiu-se um período conturbado, em que o Império perdeu grande parte do seu poderio. Com Imperators humanos no Trono Sublime, o Império viu-se assolado por uma crise financeira, incompetência burocrática, e corrupção generalizado. Pior, durante os cerca de 2000 anos de duração do Interregno, cerca de 2/3 dos sistemas planetários sob o controlo do Império perderam fé na sua liderança, tendo declarado a sua independência. Privado do comércio interplanetário, a máquina bem oleada que fora o Império começou a enferrujar e a empenar. O Império de Byzantium, sempre oportunista, aproveitou-se do desgoverno total que no Império reinava, e assumiu o poder. A ameaça crescente dos Inquisitors, porém, obrigou os sofistas do Concílio do Êxodo (agora Concílio do Interregno) a se reunirem e a criarem um novo Imperator de raiz — algo que fizeram em segredo absoluto, não fosse uma intervenção do Basileus deitar tudo a perder. O novo Imperator, Octavianus Narthex, pessoalmente executou o Basileus Theodosius Thrax e metade do Senado Imperial, antes sequer de ascender ao Trono Sublime. Reorganizando a marinha Imperial, deu início à 1ª Guerra da Unificação, conseguindo recuperar perto de 82% dos sistemas planetários que se haviam separado durante o Interregno. A meia galáxia de distância, however, Byzantium jurava vingar a morte do seu Basileus... Octavianus foi sucedido por Brutus Bellerophon, Junius Justinus e Marcus Corax Corvinus, que deram continuidade ao seu trabalho, e Alexander Corone Corvinus, que deflagrou o coup de grâce na armada Inquisitor, acabando, de uma vez por todas, com o seu reino de terror. Foi também Alexander quem conquistou o sistema dos Arslanturuk. Mas o Império, enfraquecido após 35.000 anos de uma guerra implacável em todas as frentes contra os Inquisitors, e tendo sofrido baixas catastróficas, apresentava-se como uma presa fácil para Byzantium, que mais uma vez decidiu tentar a sua sorte e trair o Imperator. Mobilizando os seus legalistas, o Basileus partiu, confiante, a bordo da sua flagship, a Theogony, rumo ao Sistema Imperial. Desta vez, no entanto, Byzantium viu os seus sonhos de glória frustrados por um entrave imprevisto — os Arslanturuk. Durante a série de batalhas curtas e brutais que se seguiram, as forças Arslan provaram o seu valor, e lealdade, ao Império, dando razia ao exército Byzantine. O Basileus, Theodosius III, bateu retirada, tentando fugir para as Wastelands para lá do Quadrante EE... onde uma blockade de Warhorses e Destriers Arslans o esperava. Duas semanas depois, foi publicamente esquartejado nas arenas do Circus Maximus. E assim caiu Byzantium. Ao fim do reinado de Hadrianus Aelius, os sistemas anteriormente sob o controle de Byzantium foram divididos em sectores administrativos e distribuídos, os Arslan recompensados pela sua lealdade, e os Byzantine restantes roubados da sua casa. Por fim, — Os Inquisitors:
Frequentemente descritos como uma raça de monges-guerreiros, os Inquisitors, tal como os Gladiators, são um povo nómada. Fanáticos religiosos, vivem para a cruzada e para purgar a galáxia de todos os povos que consideram ser infiéis, numa guerra santa que chamam d'A Grande Ceifa. Prestam culto a Outré, rotineiramente praticando auto-flagelação e -mutilação ritualística em seu nome. Quando capturam um planeta, é dada à população residente uma, e uma só, escolha: converter-se, ou perecer pelo fogo e pela espada. Os que optam pela conversão, após semanas de assimilação e brainwashing, são esterilizados (quer sejam homens ou mulheres) — de modo a purgar os vícios da carne — e tornam-se Initiates. Quando uma flotilha Inquisitor abandona um planeta, abandona-o em chamas, e recoberto de cadáveres. A sua flagship é uma Basilica-class ship, a Worship, uma mega-cidade ambulante com uma população de vários milhares de milhões, vindo precedida e flanqueada por uma frota de Cathedral-class, Church-class e Chapel-class ships. As Cathedral-class (ou First Sphere) ships encontram-se subdivididas em 3 subclasses: Seraphs, Cherubs e Thrones. Similarmente, as Church-class (2nd Sph.) encontram-se subdivididas em Lordships, Strongholds e Authorities, e as Chapel-class (3rd Sph.) em Rulers, Archangels e Angels. São uma força temível, e inimigos acérrimos do Império — que acreditam ser a manifestação física de todos os pecados do Universo — sendo frequente atacarem planetas sob o controle imperial. É, então, fortemente plausível que a sua presença tenha servido de elemento catalisador para a expansão do Império, visto que vários sistemas procuraram-lhes protecção sob o domínio do exército imperial.
De 147.811 a 183.407 AI (durante mais de 35.000 anos), o Império se viu na posição difícil de defender o seu domínio de uma torrente de investidas e ofensivas por parte dos Inquisitors. A sua política de terra queimada deixava inteiros sistemas em chamas. Biliões pereceram. Finalmente, a Julho de 183.407 AI, o Imperator Alexander, pela primeira vez em dezenas de milhares de anos, pessoalmente liderou a armada imperial, empurrando os Inquisitors para os confins mais remotos da galáxia. Numa manobra inteligente, as legiões imperiais obrigaram os Inquisitors a retirar para dentro das correntes de matéria negra do Maelstrom, donde só uma fracção conseguiu escapar ao seu puxo gravitacional. Os Inquisitors são presididos por um Grand Inquisitor e pelo Tribunal da Autoridade. A sua civilização, que a dado momento contava com dezenas de milhares de milhões de habitantes, está fortemente dividida numa hierarquia composta por Madres Superioras, Bispos, Arcebispos, Cardeais, etc. Naturalmente, existe uma abundância de outros sistemas e espécies. In other words, you're free to make up your own alien race, if you wish so, mediante aprovação. |
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| Morgomir | 17 Feb 2016, 17:43 Post #2 |
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O Rei da Festa
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Os Arslanturuk (os Leões Fortes ou Leões Poderosos em Turco) Sistema principal habitado: Anser, rodeado pela cintura de asteroides Erklikhan e coroada pela estrela de Kayra. Capital: Umay, em Anser. Descrição física: São seres humanoides de pele castanho-escura e que têm uma enorme crina que percorre o corpo deles da cabeça a meio das costas. Com alturas médias entre o metro e oitenta e os dois metros. São elegantes e, geralmente, não possuem grande força muscular, compensando isso com rapidez e elegância. As fêmeas têm seios e curvas sim, no final são humanoides. (also não são antropomorfos, a única característica zoológica que possuem é a crina) Psicologia: São muito orgulhosos das suas capacidades e favorecem a lei do mais forte, sendo parte de uma meritocracia militar. São muito fiéis ao seu deus dos Céus, Tengri, que acreditam (agora) ser o Imperador. Habilidades: São hábeis e eficientes arqueiros a cavalo e espadachins capazes. Têm um grande espírito de liberdade e atuam melhor em pequenos grupos que em grandes grupos armados. Associações políticas: Para além de clãs rebeldes que vagueiam nas estrelas, possuem apenas duas: o Império, do qual fazem parte; e a Horda de Tengri: a federação que governa os 11 planetas de Anser como vassalos do Império, ao qual fornecem tropas de cavalaria para servir nas alae auxiliares. Forças militares conhecidas: “O Vento das Estepes” – uma pequena flotilha de elite que serve como auxiliar junto das frotas imperiais; “A Honra de Tengri” – um conjunto de soldados de elite que pode (ou não) servir como alae em batalha, têm uma história reputada e afamada no Império. Capacidades militares: Como já disse, são grandes arqueiros montados. A sua guerra é feita a cavalo, com o seu poderoso arco eletro-magnético a ser a sua arma secreta. Montados nos seus fiéis cavalos, os Arslan (diminutivo) carregam em frente de forma a soltarem uma saraivada de flechas antes de retirarem para trás velozmente. Para além da perfuração das suas armas (que foram ainda melhoradas com certos materiais fornecidos… amigavelmente… pelos Imperiais), outra das suas tácticas consiste em fustigar o inimigo incitando-o a abandonar as formações e persegui-los em pequenos grupos que, após se distanciarem demasiado do resto do exército, são cercados e mortos. Em termos espaciais reproduz-se esta tendência, onde as suas naves (aqui refiro-me aos clãs e a naves de auxiliares da frota) atuam em pequenos grupos quando caçam naves mercantes mais vulneráveis (tipo piratas), em batalhas espaciais atacam rapidamente os flancos das frotas inimigas libertando enormes salvas de misseis e bombas antes de voltarem atrás para recarregar e se lançarem noutra salva. O Império aprendeu a usá-las de outra forma, atirando-as para as posições mais fracas, ou deixando-as para trás de forma a circundarem as forças inimigas e atacar naves de apoio logístico; num espectro mais amplo, o Império usa as rápidas flotilhas para atacar rotas de apoio, linhas de troca e estações espaciais frágeis dos seus inimigos. História Resumida: Antes do Império: Inicialmente, eram apenas clãs separados que viviam em paz com os seus rebanhos… No entanto, uma enorme crise com os povos civilizados do sul (um conjunto de imperiais sobreviventes da Catástrofe) terminou com esse período de paz. Esta sociedade pacífica foi obrigada a pegar nas suas armas de forma a evitar ser massacrada pelos seus “vizinhos”. Estas armas foram os arcos compósitos da caça, os chicotes de domar o gado e as espadas cerimoniais do deus Tengri. Apesar de inicialmente em desvantagem contra estes humanos, a imensidão da Estepe (que cobre grande parte do planeta), a rapidez dos seus cavalos e as inovações tecnológicas que fizeram após saquear os laboratórios imperiais, permitiu reverter a maré da guerra. Uma sociedade meritocrática, eram os mais capazes e fortes que governavam os clãs e enfrentaram o conjunto de generais humanos gordos provenientes do Parlamento (uma espécie de Senado), e começaram a desferir várias derrotas ao poderio humano nas Estepes Nortenhas, onde aniquilaram os postos humanos estabelecidos aí. A guerra, no entanto, estava longe de ser ganha, com vários clãs a serem comprados pelos humanos. Finalmente, um poderoso chefe de guerra, Toghril, ergueu o símbolo de Tengri e, contrariamente às expectativas, atacou os outros clãs em vez de atacar os humanos. Com uma capacidade de comando incrível, Toghril, subjugou os clãs que se venderam aos humanos e unificou os restantes que resistiam à ameaça humana. Foi então que, no ano 0 d.G.K. (depois do Grande Kuryltai, ou Concelho), no Grande Kuryltai, que Toghril foi eleito Tengri na terra, com o cargo de Tengri Khan, o líder supremo dos clãs Arslan. Sob o seu poder, o conjunto unificado dos clãs a cavalo moveu-se para sul, e esmagou o conjunto dos exércitos humanos na batalha do Campo de Mestei. Sem forças militares para lhes fazer frente, e com alguns dos melhores engenheiros de cerco humanos escravizados, uma a uma, pela fome ou pelo tiro das máquinas de guerra, as cidades humanas de Umay caíram. No entanto, novamente contrariando as expectativas, Tengri Khan teve misericórdia, apercebendo-se que os humanos os podiam levar em direção ao verdadeiro Tengri (sobre os céus azuis). Foi assim que conseguiram fazer as primeiras naves e conquistar todo o sistema, bem como explorar os seus recursos. A aparição do Império: da Resistência Inicial ao Verdadeiro Tengri “Três legiões foram hoje perdidas em combate no planeta Merv contra os bárbaros dos Arslan. Pensámos que a nossa infantaria não tivesse rival… oh triste fado… O nosso combate aqui travado veio provar que estamos longe de invencíveis. Cedemos à tentação, ó Imperador! e atirámos a nossa cavalaria em frente, de forma a matar o Tengri Khan dos Arslan, apenas para a vermos ser truicidada por salvas cortantes e relampejantes de flechas. Sem o seu apoio, não podemos abrir o caminho na retaguarda quando fomos, subitamente, surpreendidos pelo General do Exército da Esquerda, o violento Thanatai, que nos fechou num mortífero movimento de pinça… Apenas eu e a minha guarda escapámos livres” – Cônsul Marius Alberis, no relato ao Imperador após a batalha de Merv. Marius seria executado pelo seu falhanço, anos mais tarde, a mando de Vegetius Cassius, o Cônsul que o substituiu. O aparecimento do Império foi pela primeira vez notado, quando humanos hostis atacaram o sistema de Merv, no ano 2000 d.G.K. Sob o comando do Cônsul Marius Alberis, os imperiais iniciaram quase de imediato hostilidades com os aliens que eram os Arslan. Foram de tal forma rudes e brutais, que conquistaram 5 dos 6 planetas de Merv rapidamente. A batalha de Merv foi bastante diferente: um planeta como a (nossa) Terra, os humanos riram-se do retirar das forças do general do Exército da Ala Direita, Badul Khan, para a Estepe, perseguindo-os de imediato com as suas forças de infantaria… foi um erro bastante crasso. Antes da batalha começar, as naves imperiais, tinham sido enviadas contra a suposta frota espacial dos Arslan, mas acabaram, ao bom jeito nómada, atraídas para longe do nas naves mais pesadas, cercadas e aniquiladas quando se afastaram demasiado do grosso da Frota, quando, subitamente, se viram inferiorizadas perante a rapidez das mais pequenas naves Arslan. Os três grandes navios pesados do Exército Espacial Arslan, encabeçados pelo Kayra, o flagship dos Arslan, atacaram então a frota pelo lado estelar, enquanto as vitoriosas naves mais pequenas (chamadas de Póneis), atacaram do outro lado. Sem meio de perseguir os Póneis, que bombardeavam escudos e motores para retirar depois para as Carroças, as naves de apoio logístico Arslan, as naves humanas viram-se a ser drenadas aos poucos e poucos pelas naves Arslan até serem obrigadas a retirar, pouco após a fuga do Cônsul do planeta. Sem o apoio espacial, que foi neutralizado pelas forças do Kayra Khan (que comanda o Exército Espacial, logo a frota) no início da batalha , as legiões de Marius foram aniquiladas e o Cônsul obrigado a fugir. Os Arslan, no entanto, abandonaram Merv pressentindo que aquilo era apenas o início… Não estavam enganados. Anos depois, o Império regressou e atacou os sistemas circundantes do futuro sistema de Anser (que significa Ganso, em latim). Sendo um Império espacial pequeno, os Arslan possuíam apenas uma frota que não podia fazer frente ao poderio humano sozinha. O Tengri Khan ordenou então a retirada para o sistema principal onde tentaria travar as forças humanas. Arrogantes como sempre os humanos avançaram, sem enviar batedores, por entre os asteroides da cintura Erklikhan, chamada assim por ser o nome do deus da morte Arslan… Nunca o nome fez tanto sentido, as naves dos Arslan escondidas por entre os asteroides atacaram as dos humanos do Cônsul Vegetius, num corajoso ataque que eliminou muitos dos seus inimigos. Após três dias de dura batalha, os humanos finalmente conseguiram ultrapassar a cintura, apenas para se verem de frente com o Exército Espacial. Apesar de destruída, a frota dos Arslan deu novamente bastante luta, destruindo a maior parte das naves de apoio logístico imperiais atrasando novamente a invasão dos mundos mais importantes. Um ano depois, Vegécio consegue finalmente atacar os planetas dos Arslan, desembarcando em Umay em Agosto, depois de superarem o fogo das defesas orbitais. O combate passou para o solo, onde os Arslan ganharam novamente vantagem nas infinitas estepes. Comandados pelo seu Tengri Khan, o seu líder supremo, conseguiram matar Vegetius na batalha de Khorramar, onde ele cometeu o mesmo erro que Marius. No entanto, o Tengri sabia que ia acabar por perder a guerra e reconheceu o valor do Imperador, o homem que governava “mil estrelas”. De acordo com os shamãs, que o Khan consultou, tinham finalmente descoberto Tengri, o rei dos Céus. Negociações foram travadas com o Almirante Claudius, que, em nome do Imperador, aceitou as condições de Tengri Khan para a sua rendição: a vassalagem absoluta. Anos mais tarde, Tengri Khan ajoelhou-se perante o Imperador Petrigor em nome da sua gente. Em nome de Tengri: A guerra com o basileus O Imperador deixou apenas o homesystem nas mãos dos Arslanturuk, desconfiando das verdadeiras intenções dos Arslan, deixando até a “Honra de Tengri”, a antiga guarda do próprio Khan que fora entregue ao Imperador em Anser. Os restantes territórios foram entregues ao basileus de Byzantium, que de imediato teceu planos para se separar do Império e formar o seu próprio reino naquela região. Vários anos mais tarde, os vinte themata (sistemas estelares com administração maioritariamente militar de Byzantium) erguem-se em revolta contra o Imperador, ao mesmo tempo que vários grupos de aliens se revoltam em várias partes da Galáxia, graças aos jogos diplomáticos do basileus. De imediato, muitas das legiões e frotas leais ao Imperator são derrotas e obrigadas a retirar em várias direções, para sistemas leais de aliens e humanos. Sem o comando central de uma autoridade militar naquela região, as forças militares esperam ordens do Imperator… menos os Arslanturuk. Apesar de terem tentado ser comprados, os servos de Tengri rejeitaram qualquer proposta de blasfemar contra o seu Deus (os últimos mensageiros de Constantinorbis foram de imediato executados quando ousaram propor que o verdadeiro Tengri era o basileus e não o Imperator!). E numa manobra muito corajosa e fiel, refugiaram algumas forças imperiais em retirada e ajudaram-nas a preparar para o contra-ataque. O basileus, obviamente, não podia deixar um inimigo assim tão poderoso erguer-se na sua retaguarda e ordena aos seus strategos para iniciarem manobras militar em direção a Anser de forma a exterminar a resistência Arslan, antes que esta lhes pudesse custar bastante caro. O Tengri Khan sabia o que fazer e não deixaria que a totalidade das forças inimigas alcançasse o seu sistema mãe. Arrojadamente, comandou apenas a sua gente num ataque arrojado contra o thema de Cappadokion. A frota estacionada naquela região foi completamente apanhada de surpresa pelo ataque do Exército Espacial encabeçado pelo Khayra II. Enquanto isso, os Exércitos do Khan atacaram o principal planeta de uma forma brutal: estradas foram cortadas, aldeias pequenas arrasadas e os arredores de Koron, a capital, passados pelo archote. O strategos foi morto quando tentou repelir o adversário e com a morte dele as forças militares de Cappadokion debandam. Foi a primeira grande vitória de uma força Arslan sobre forças imperiais após a conquista do seu sector (apesar de lutarem ao lado do Império). A surpreendente vitória dos Arslan foi o que bastou para as forças imperiais que se tinham refugiado em Anser, se colocarem do lado do Tengri Khan que dirigiu as suas forças contra o thema de Merv, disposto a retomar o controlo daquela zona estratégica para a defesa do seu sistema. Desta vez, o pequeno, mas forte, Exército Arslan estava acompanhado por naves imperiais humanas. Em combate terrestre, a solidez e disciplina das legiões humanas foi acompanhada nos flancos pela rapidez e capacidade de manobra dos arqueiros montados Arslan. Sobre o comando firme dos Khan, imperiais, Arslan e Umarslan (humanos que servem os khans) trabalharam em conjunto e recuperaram em relativamente pouco tempo o planeta de Merv e aquele thema. O problema surgia agora: dez themata tinham conseguidos juntar forças no thema de Antioquia, preparando-se agora para avançar na ofensiva contra os Arslan e os restantes lealistas. O Khan não podia deixar que tão grande força iniciasse a “marcha” contra Anser. Reunindo mais forças imperiais e auxiliares pelo caminho, o Tengri Khan consegue consolidar uma importante barreira defensiva em alguns dos sistemas próximos de Antioquia e preparou-se para aqueles que seriam os combates mais duros da sua longa vida (oitenta e dois anos). Sob o comando do Chefe do Estado-Maior do [/i]basileus[/i], o domestikos Nikephoros Dukas, os “bizantinos” iniciam o seu contra-ataque. Em Merv, é novamente o exército da Ala Esquerda que se prepara para defender o planeta. Enquanto os legionários asseguram a defesa das principais cidades, Arslanturk e outras unidades auxiliares atacam as forças inimigas nas planícies, com os céus iluminados pelo combate entre os caças bizantinos e os esquivos Odoi Arslan. Em Cappadokion, foi um legatus da capital, Silverius Livius, que tomou o comando. Num mundo maioritariamente rochoso, o legatus usou tácticas de guerrilha para atacar as forças invasoras e ganhou uma importante batalha nos desfiladeiros de Constantino, onde colocou os soldados Arslan sob o seu comando a lutar a pé, onde se mostraram tão bons arqueiros a pé como montados. O último grande exército bizantino, comandado pelo próprio Dukas, atacou o thema de Makedonia que se recusara a levantar armas contra o Imperator. Foi ao lado destas forças leais que lutou a “Honra de Tengri”. Legionários e arqueiros montados, balistas eletromagnéticas e trabucos que lançavam engenhos bastante explosivos combateram em conjunto contra o maior exército bizantino, na altura. O próprio Tengri Khan combateu a comandar a “Honra” na carga que libertou o cerco de Adrianopla, a capital daquele thema, tendo infelizmente falecido após o seu cavalo ser morto por uma balista bizantina. O sacrifício não seria em vão: depois de as suas forças recuperarem, o strategos Basilikos pôde recomeçar a ofensiva e expulsar as forças rebeldes que sobravam do seu thema. Enquanto estas guerras se davam na defensiva, o grosso do exército lealista atacou o sistema de Antioquia, tendo a guerra estagnado aí, com nenhuma das forças a conseguir superar a outra (ainda mais que os Arslan regressaram a Merv para eleger um novo Tengri Khan). Só depois desta escolha ser feita, é que finalmente conseguiram invadir a própria cosmorbis de Antioquia, onde a guerra estagnou novamente com os Arslan a lutarem num ambiente que não lhes era nada propício pois eram obrigados a lutar a pé. As baixas dos dois lados, no entanto, continuavam a amontoar-se sendo bastante pesadas, embora o basileus continuasse a possuir a vantagem dos números e ainda não ter atirado os seus melhores soldados, os dos tagmata para o combate. Mas tinha perdido tempo vital… Naqueles anos de combate, o Império dera a volta à situação noutros sectores e direcionava agora as suas forças contra Byzantium. Enquanto isso, o descontentamento começava a grassar nos themata que ainda possuíam forças ativas, tendo muitos deles se levantado contra o basileus do lado de Basilikos. Um ano depois, o novo Tengri Khan consegue finalmente que Antioquia se renda: sem o apoio daquele mundo vital, o coração do espaço bizantino está aberto. O basileus tenta reverter a situação, comandando pessoalmente os seus tagmata (contingentes de élite, que misturavam membros da Guarda Imperial, mercenários e poderosos auxiliares), incluindo a Guarda Turingiana (monstruosos aliens de um mundo bastante frio que alcançavam os três metros e pareciam vikings nas suas vestimentas) em direção ao mundo de Manzikert, já relativamente próximo de Constantinorbis. Após dura luta, os Arslan vencem quando conseguem atrair a maior parte dos tagmata para uma enorme armadilha onde são bombardeados por flechas e bombas soltas pelos Odoi. Desprotegido o basileus regressa a Constantinorbis onde reúne os exércitos que lhe restavam para fazer frente aos Arslan… mas quando estes chegaram, vinham acompanhados pela Legio Imperii e pelas principais legiões de elite imperiais. Rendendo-se sobre ameaças do ver o seu mundo completamente arrasado, o basileus é preso e substituído pelo leal Basilikos. Por outro lado, os Arslan são recompensados pela sua lealdade: recebem os sistemas de Merv, Cappadokion e Turkerian, ótimos para o seu estilo de vida e estratégicos para defender o sistema de Anser. A “Honra de Tengri”(até aquela altura a guarda pessoal do Tengri Khan) e o “Vento das Estepes” (até aquela as naves de elite do Exército Espacial) não regressaram a Umay, viajando antes para o coração do Império ao lado da Legio Imperii, finalmente recompensados em servirem quase pessoalmente o Imperator. O sistema de Antioquia foi também dividido entre Arslanturuk e Bizantinos, de forma a evitar novas insurreições de Byzantium e, quem sabe, de Khans que viessem no futuro e tivessem outras ideias menos… religiosas. Edited by Morgomir, 20 Feb 2016, 22:26.
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Name: Kyunmei Tanaga Position: Mosqueteiro e Armeiro Weapon of choice: Espingarda e duas pistolas Power and abilities: Gunpowder skills Wanted reward: 0 berri Signature moves: Pistol Marksmanship: - REPEL SHOT - Explosive Shot | |
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| Erok | 17 Feb 2016, 18:55 Post #3 |
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Old School
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Wow. |
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Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
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| Metamorphoses | 21 Feb 2016, 07:14 Post #4 |
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Lord of Nopes
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3. Cultura e História
De forma geral, o Império de Andrómeda emula o Império Romano à risca, tanto a nível governamental e militar [ver Anexo I], como sociocultural. Existem escravos, sim, que são responsáveis pela maioria dos trabalhos ditos pesados — e.g. exploração mineira, indústria, construção — que são em geral bem tratados. A cidadania imperial é um luxo, sendo atribuída a apenas um punhado de indivíduos. Pode, no entanto, ser comprada, tanto com aurei (ouro), como com anos de serviço. (Further information here: Slavery in ancient Rome) Em termos políticos, vivemos em democracia, se bem que o poder do voto é exclusivo daqueles que possuem cidadania. Em teoria, o título de Imperator não é necessariamente hereditário, mas na prática, acaba por ser uma monarquia constitutional misturada com meritocracia. Em termos culturais, temos coliseus, combates de gladiadores, tabernas, saunas, termas, poetas, togas, túnicas, e todo o resto que se é de esperar do império Romano, com ligeiros upgrades. Em termos de direitos humanos, não estamos de todo mal. Os escravos têm direito a processar os seus mestres por abusos, as mulheres podem deter posições de poder e cidadania, não existe qualquer tipo de perseguição a nível da orientação sexual. Existe, um bocado de perseguição religiosa, mas isso é de esperar. Os cidadãos do Império são praticamente todos ateus, excepto um punhado que acredita no Imperator como o seu Deus. A sobrepopulação é um problema sério, e milhares de não-cidadãos são ceifados todos os anos em homens ardentes*, durante a Saturnalia. Esterilização, métodos contraceptivos? Existem. Mas isto é só mais um pretexto para as pessoas serem assholes uma vez por ano sem ter que enfrentar repercussões. *More on that here: BABY ON FIRE Em termos de história, o Império experienciou 3 eras até agora: a Era do Ouro, o período inicial do Império, a Era do Mercúrio, onde houve a maior parte dos conflitos e expansão, e a Era do Cobre, um período de paz. Abaixo segue-se uma história um pouco resumida. Serve para complementar o que foi dito no 1º post. O primeiro Pontifex Maximus, Imperator Petrichor Augustus, reinou durante mais de 10,000 anos (até 15.344 AI). Seguiu-se-lhe Petronius Petrichor II, o seu filho varão; Petronella, irmã de Petrichor II e única Imperatrix da Primeira Dinastia; Plinius Parnassus, filho de ambos; Pompeius Plutarch, irmão de Parnassus; e Pompilius Plutarch II, o seu filho. Tyrian Purpureus, que lhe sucedeu, foi um Senador Regente, que, ainda que petrichor, não era da linhagem real, e reinou no lugar de Pontius Maximus Petrichor III, que sofria da lepra bucólica, uma doença que veio a saber-se a afectar unicamente os petrichor. Publius Varus Palatine, que lhe seguiu, teve a mesma sorte, e foi o último Imperator da Primeira Dinastia. Os Valerius — Valerius, Valerius II Vespasianus, Valerius III Valentinianus, Valerius IV Valerianus, Valerius V Vivisectos (66,565 a 68,820 AI) — constituíram a Secunda Dinastia Imperial, e acabaram por enterrar o Império em divida, anunciando o fim da Era do Ouro. Valerius V foi o primeiro Imperator a ser assassinado, tendo tido o seu trono usurpado por humanos, que reinaram durante um conturbado período, o Interregno — literalmente, "entre reinos". Neste período, o Império foi reduzido a uma fracção do que era, vários sistemas renegando a sua autoridade. Os Imperators da altura reinavam durante pouco mais de duas décadas à vez e foram demasiados para serem enumerados. Os Petrichor que restavam foram sistematicamente exterminados. Por fim, os sofistas do Concílio de Sangue criaram um novo Imperator, iniciando a Era de Mercúrio, com o Imperator Octavianus Narthex tomando as rédeas do Império. O seu reino foi preenchido de campanhas. Seguiram-se Brutus Bellerephon, Junius Justinus, e Marcus Corax Corvinus. O Império triplicou em tamanho durante esta Era. Esta Era foi marcada pela ameaça crescente dos Inquisitors, que foram finalmente aniquilados pelo Imperator Alexander Corone Corvinus. Os tratados de paz com o Basileus da cintura de asteróides de Byzantium, o Marajá de Ceilon, e a reestruturação do exército e do Senado Imperial, durante o reinado do Imperator Hadrianus Aelius, levou ao término da Era de Mercúrio, e o início da Era do Cobre. O filho de Hadrianus, Magnus, iniciou a Quarta Dinastia. Seguiram-se-lhe Magnus II Dux, Magnus III Triptychon, Magnus IV Tetragrammaton, Magnus V Quintus Quintilius, Crassus Colossus (Regente), Magnus VI Hexameron, Magnus VII Septimus Severus, Maxima, Maxima II Aquila, Magnus VIII Octavianus, Maximilianus, Maximilianus II, Magnus IX Nonus, e, por fim, Magnus X Decimus. 4. Tecnologia e Armamento Em termos tecnológicos, a tecnologia preferencial foi o estudo do electromagnetismo, com avanços consideráveis em motores de repulsão magnética, EMPs, e exosqueletos de “telecinesia” magnética. Outras tecnologias importantes são bombas de neutrões, buracos negros supercondensados, geradores de matéria negra, e reactores de fusão de anãs brancas. Em termos de evolução tecnológica, está praticamente estagnada. Não há muito mais que inventar, digamos. Não existem TVs, nem salas de cinema, mas há uma abundância de salas de teatro, de concertos, e bibliotecas. Em termos de armamento, continuamos a ter catapultas, balistas, torres de assalto, aríetes, mas com vastos upgrades. Ao invés de mandar rochas, mandam granadas de impacto de piezoeléctricos de titanato de bário, por exemplo. Really, bastante liberdade aqui. Em termos de “blasters” e isso, não são usuais. O império ainda não descobriu a pólvora, por assim dizer. Usam-se mainly meele weapons. Arcos, lanças, gládios. As armaduras dos legionários são leves e compostas por compósitos poliméricos, fibra de carbono, e alumina dopada com óxido de crómio. Os seus gládios e lanças são compostos por aço marfínico, uma liga ferrítica com quantidades pequenas de xénon, extremamente leve e resistente, muito mais dura que o aço martensítico. É produzida por ferreiros Tartars a partir de xénon extraído das minas de Sacrosanct. As armas em geral, acumulam electricidade estática, que libertam sob a forma de faíscas. De certa forma, até temos lightsabers, mas roxos, e feitos de electricidade estática. Canhões de plasma? Yep. Em termos de naves, temos fragatas, couraçados, cruzadores, etc... Marinha normal. Como eu tinha dito anteriormente, apesar de futuristas e high-tech, as naves foram construídas de modo a emular as galeras romanas, e normalmente têm velas, e figuras de proa douradas. 5. Sistemas Planetários Para lá dos sistemas planetários que já foram abordados, faltou falar do Sistema Imperial. O Sistema Imperial tem 7 sóis e 14 planetas. Os sóis são Aventinus, Caelius, Capitolinus, Esquilinus, Palatinus, Quirinalis e Viminalis. Os planetas são Porta Capena, Caelimontium, Isis et Serapis, Templum Pacis, Esquillae, Alta Semita, Vita Lata, Forum Romanum, Circus Flaminius, Palatium (a sede do Império), Circus Maximus, Picina Publica, Aventinus e Transtiberim. O sistema é protegido por uma série de satélites artificiais/bases militares denominados de Aquillae, formando um conjunto de trincheiras espaciais intransponíveis. Edited by Metamorphoses, 23 Feb 2016, 06:30.
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| I come from Nopeland. It's like Neverland, but with no Peter Pan, and a whole lot more nopes. | |
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| Alfador | 27 Feb 2016, 23:45 Post #5 |
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O Maquinista
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Kritillianos (Mercenarius peritissimus) Sistema principal: Caedis, um sistema com uma estrela gigante luminosa com diversos planetas onde a vida se desenvolveu a partir de composições orgânicas em mudanças constantes. Foi estudado que os organismos conseguiram desenvolver-se em pleno espaço antes de colidirem nos planetas. As atmosferas são extremamente tóxicas e repleta de vírus e bactérias altamente adaptáveis, mas os planetas mostram-se extremamente ricos em biomassa. Capital: Faluj em Kritill Descrição física: Num primeiro olhar lembram um louva-a-deus, rondando entre os 2 metros tanto em altura como em comprimento. A cabeça possui duas antenas, dois grandes olhos bulbosos e 3 simples no formato muito semelhante ao insecto antes mencionado, mas com a adicional presença de quelíceras salientes. O seu corpo, delgado e ondulado, termina num abdómen rijo coberto por uma camada extra de quitina, que é suportado por 4, dos seus 8 membros, que evoluíram para se agarrarem tanto a superfícies como a presas. Os restantes 4 membros são duas pernas raptoriais, que estão normalmente recolhidas e a proteger a primeira parte do seu tórax, e 2 braços com 4 dedos, que são capazes de manusear ferramentas devido à presença de uma espécie de dedo oponível. Existe um claro dimorfismo sexual na sua espécie, sendo as fêmeas muito mais fortes e robustas que os machos, e por isso mesmo foi adoptado um Matriarcado, apesar de em geral haver uma extensa liberdade pela comunidade. O maior Kritilliano é a Ceifa (título) Badajoz Lalari, tendo a impressionante envergadura de 4 metros e uma extensa idade para acompanhar. Os Kritillianos dizem que é centenária, mas ninguém no Império viu os insectos sobreviver muito tempo devido aos ofícios que percorrem. Psicologia: Vivem numa sociedade pacífica entre si que se espalhou, com os seus métodos de transporte altamente primitivos, em diversas comunidades pelos vários continentes e ilhas, partilhando conhecimento invés de procederem a qualquer tipo de conversão ou esclavagismo. Apesar de não serem naturalmente muito inteligentes, estavam num patamar de descoberta e evolução social antes de entrarem em primeiro contacto com o Império, tendo começado a surgir diversos filósofos, artistas e experimentalistas. São essencialmente omnívoros com uma predileção por carne, mas o seu hábito alimentar expansivo permitiu o nascimento de grupos coletores, assim eliminando instinctos territoriais e competição no seu nicho ecológico. No entanto, apesar da sua pacificidade com os da própria espécie, é muito comum haver canibalismo sexual, apesar deste se vir principalmente aplicado quando a fêmea se encontra insatisfeita com o macho no acto de acasalamento, seja no ritual ou pós-coito. Habilidades: Apesar de grandes a sua agilidade não é algo para ser sobre-estimada, mas o seu ponto forte é claramente os seus reflexos. Mesmo antes de um único piscar de olhos, o golpe mortífero com os seus membros raptoriais são capazes de matar uma vítima, furando couro e ferro, antes de esta sequer poder gritar. Têm asas bem recolhidas e escondidas por cima do abdómen mas não conseguem voar, sendo usadas essencialmente para se aquecer ou impedir quedas mortais. Eles digerem os seus alimentos pela boca antes de os ingerirem, o que pode ser algo incomodativo para espécies alienígenas. São capazes de pôr até 100 ovos fecundados, dias após um simples ritual de acasalamento. Aquando perdem um membro ou são severamente feridos, os Kritillianos conseguem criar uma espécie de casulo de modo a regenerar membros perdidos. Houve quem testemunhasse a recuperação de uma cabeça inteira; dado que o Kritilliano aguente o tempo necessário da regeneração sem comer e beber. Concluiu-se que são capazes de sobreviver a golpes que de outra forma seriam fatais. Mas a habilidade mais fascinante é a sua alta adaptabilidade para ambientas inóspitos. Estudos concluíram que tanto em frio, quente, toxicidade e até em vácuo, a espécie mostrou uma capacidade para evoluir o necessário para poder aguentar o mais longo possível. Naturalmente, muitíssimos indivíduos morreram durante os testes. Diversos estudos foram efectuados com a biomassa deste sistema, e é extremamente promissor a sua possível aplicação. Associações políticas: Não conseguem entender a ideia de Deus ou outros seres que não estão presentes nos seus sentidos básicos, mas prestam vassalagem aos Imperators do Império, pelo acordo há muito tempo feito. A sua associação política mantém-se variada mas é quase sempre a partir de um intermediário do Império, devido ao seu desinteresse inato em diplomacia. Por curto, se servem o Império, terão boas relações com os Kritillianos. Capacidades militares: O uso em combate de Kritillianos viu cada vez mais uso à medida que estes se foram feitos conhecidos a outras raças. O Império habitualmente usa-os como escaramuçadores, para desmotivarem e galgarem linhas inteiras de infantaria inimiga de modo a facilitar o trabalho da infantaria principal. Ver um Kritilliano a correr em posição de ataque é um pesadelo todas as noites para quem sobreviveu. História Resumida: Caedis era um novo sistema, e o que trouxe em maior em atenção ao Império foi presença de uma extensa biomassa em cada um dos planetas da Estrela Caed. Nenhum deles, fossem os mais quentes ou os mais frios, pareciam ser desprovidos de vida, cuja presença era notável até do espaço sideral por onde os observaram da primeira vez. Era natural que este sistema era uma aquisição poderosa para o Império, e por isso mesmo fragatas de investigação e colonização tinham sido lançadas em peso, para haver a certeza que qualquer vida inteligente fosse espezinhada caso houvesse resistência. A tóxicidade do ar em cada um dos planetas foi uma das primeiras descobertas, mas isso não atrasaria o Império em explorar os seus recursos naturais. Mas o primeiro verdadeiro decalque foi no planeta Kritill, que era o mais habitável. A presença de comunidades de insectos gigantes viciosos foi alarmante, e um extermínio foi começado. De início houve sucesso, mas nas primeiras horas a vasta relva alta e verde que inicialmente fora coberta de goma amarelada viscosa, era sobreposta por um vermelho vivo. Os soldados sobreviventes observavam em horror quando os seus soldados não só eram comidos, mas como o sangue começava a ser usado pelos insectos para pintarem as faces e corpos de cada um como se de uma nova descoberta se tratasse. O Legatus, não admitindo tal afronta, ordenou vários batalhões para o planeta para eliminarem estas comunidades em nome do Império e manter o bom nome do exército. Os insectos não só eram extremamente capazes em batalha, como também mostravam tácticas de combate, tratando os soldados como presas, caçando-os no ambiente em que eles tão bem conheciam desde nascença. Nem mesmo o desgaste das vastas florestas e os incêndios provocados foram o suficiente para auxiliar as batalhas, somente servindo para os insectos terem mais oportunidades de emboscada, mesmo que fossem simples lenhadores e madeireiros. Cansado das afrontas e de derrotas a mais para o seu legado, o Legatus começou a ponderar pôr término a tudo, nem que custasse grande parte do planeta... mas antes que Kritill fosse bombardeado com asteroides, um dos Tribunus militum que estivera no planeta mais tempo considerou um novo plano, que gostaria de ter em marcha antes que a ordem fosse dada. Sendo acordado que mais nenhum soldado seria usado foi-lhe concedida a oportunidade. O plano era simples, invés de agressão, tentar diplomacia. Houve momentos de inquérito por entre as legiões, mas não se questionava a hierarquia superior. Houve quem se risse, mas pelo menos um não se riu mais quando lhe foi dito que ele seria o mensageiro responsável por fazer o primeiro-contacto com os insectos. Felizmente não teria que contactar as comunidades que atacaram, e sim uma outra num continente diferente. O oficializado Cursus publicus não retornara durante 1 dia inteiro, mas o Tribunus superius dera-lhe 3; caso voltasse sem pernas seria o suficiente para vir a rastejar até ao acampamento. Mas ainda não acabara o segundo dia quando felizmente o mensageiro retornou, inteiro e com boas notícias. Os insectos não eram de facto agressivos, mas a sua comunicação era extremamente primitiva, o que provocou alguma dificuldade em dialogar. Felizmente, conseguiam identificar formas, figuras e uma matemática muito básica, e foi a partir daí que o diálogo se iniciou. A partir daí, os Kritillianos começariam aos poucos a fazer parte do Império. Com os Kritillianos foram feitos vários acordos que seriam de proveito mútuo; o Império protegê-los-ia de invasões exteriores, como a que assaltou o continente vizinho, e eles em troca ofereciam alguns dos recursos no planeta auxiliando os trabalhadores que nele operassem, e outros com serviços vários. Muitos Kritillianos ofereceram-se, cheios de vontade e curiosidade. A língua comum foi-lhes ensinada a muito custo, e em breve os insectos estariam por entre as estrelas. Como o acordo com o Império, muitos deles fariam mais acordos ainda com diversos ganhos, acabando por ganhar o título de Mercenarius peritissimus, sendo empregados para cuidarem e protegerem minas importantes em colónias mineiras e até auxiliarem diplomatas em missões proteção. Com a sua adaptabilidade extrema e grande capacidade de combate, os Kritillianos começaram a ter usos cada vez mais extensos, inclusive no exército e até na guarda Pretoriana. A sua lealdade ao Império parecia incomutável, tudo porque os acordos assim o diziam. |
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4:38 PM Jul 13
