- Pages:
- 1
- 2
| Roleplay na Gare | |
|---|---|
| Tweet Topic Started: 27 Aug 2012, 19:29 (760 Views) | |
| Erok | 27 Aug 2012, 19:29 Post #1 |
![]()
Old School
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Tópico para discussão do roleplaying que se faz por aqui. |
|
Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Alfador | 27 Aug 2012, 20:14 Post #2 |
![]()
O Maquinista
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Tomem uma coisa que respondi quando questionado por um utilizador preocupado lol VVV "o melhor começo é quando entras numa aventura, dedicares-te primeiro a uma personagem que gostes, do princípio ao fim; variar é bom, e experimentar outras também, mas tem de ser de consciência posta quando tal é escolhido (possibilidade de te aborreceres é mau por exemplo, ou se escolheres uma demasiado má que vai contra a tua natureza) ; eu próprio gosto de variar e tudo o mais, mas não quer dizer que toda a gente deve fazer o mesmo, o que marca um bom roleplayer, é fazer o roleplay bom. Tu sofres do que muita gente da gare sofre também, julgam que roleplay é só fazer o papel da personagem e ignorar o pequeno mas grande papel que cada um tem. Por vezes é preciso mesmo pôr a nossa pessoa de lado, e se a personagem, naquele momento, daria um par de estalos ou pontapea-se um jogador no chão, então ele que o faça! Mas retornando ao grande papel ; é o factor narrativo, cada jogador tem um poder de narração está claro, mas por vezes este papel ajuda salientar a si mesmo, ou a outros jogadores, o ambiente em redor, e.g.: Está a chover? Se calhar narrar a tua personagem comentar a chuva, ou alguma descrição da existência da água é relevante; ao salientares e acentuares o ambiente, "motivas", toda a gente que lê o teu post, chamas a atenção dos leitores e contribuis para o papel narrativo, marcando uma, e boa diferença. Isto adequa-se também quando um narrador diz que estão numa sala-de-estar por exemplo, não estarem à espera que ele diga que tem cadeiras... luz ambiente... ou uma porta... é mais fácil assumir que tem, e usar para a narração, ou até contribuir para o ambiente: ~ *E o Tozé sentou-se no primeiro assento livre, ignorando toda a gente, porque lhe assim compunha ser.* "Toda janota esta sala. Pena a decoração ser uma mer**." E de facto, para Tozé, a decoração que consistia no mais mundano e pindérico possível, era algo extremamente inadequado para uma pessoa da sua virtude e importância.* ~" /\/\/\ E como ponto extra, até a forma de escrita pode variar num roleplay, é uma questão de experimentar e nos divertirmos com isso. Até agora, se me recordo bem, já fiz narrações em 1ª pessoa e 3ª pessoa. Na 3ª pessoa já fiz um narrador parvo, sádico e creio eu, obscuro e indirecto. Umas vezes simpatiza com personagens dos outros, noutras, é narcisista e beneficia a narração da própria personagem. Fun fun! |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Ishasar | 28 Aug 2012, 11:07 Post #3 |
![]()
Roleplayer Completo
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Bem... acho que uma coisa em que todos devíamos melhorar é também no contacto entre jogadores e narradores. Pequenas duvidas, coisas simples, podiam ser facilmente ultrapassadas se falássemos mais sobre o que interessa. Para isso é que temos mails, msn's, private messages. Nenhum narrador leva a mal que alguém não tenha paciência de ler 2 ou 3 paginas porque teve fora, se se sentem perdidos numa aventura, falem. De certeza que haverá alguém que os poderá ajudar :) |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Leto of the Crows | 28 Aug 2012, 18:45 Post #4 |
|
Wiskas Saquetas
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Se aquele grupo do msn estivesse operacional... |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Griffin | 28 Aug 2012, 18:52 Post #5 |
![]()
Ditadora local
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
O grupo do facebook funciona muito bem. |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Erok | 6 Sep 2012, 15:51 Post #6 |
![]()
Old School
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Quero só partilhar uma opinião que formei há pouco tempo, que não é de maneira nenhuma uma crítica, porque eu ainda nesta última aventura o fiz. Pelas experiências recentes e outras tanto, acho que começar Rp's sem dar logo o objectivo, ou ideia geral do que vai acontecer, logo na sinopse, não é a melhor estratégia. Vou fundamentar e exemplificar. O factor mais relevante é logo nas inscrições. Os jogadores não sabem o que se vai passar, inscrevem-se com outras coisas em mente, e podem até não gostar do tipo de aventura que se vai desenrolar. Por exemplo na Kaous, onde já li algures que a Leto não gostou do tipo de aventura que se tornou. Na outra extermidade, se calhar eu teria tido mais participantes na Hoje Chove, se tivesse revelado o objectivo de fuga com a sinopse. Outra consequência ainda nas inscrições, são as personagens que vão ser criadas, que muitas, mas muitas vezes não são talhadas para o que se vai desenrolar e só se adaptam a custo de quebrar o roleplay. E para isto há "n" exemplos, alguns até passados comigo. Desde a minha personagem no Chamamento Taciturno, o Xhakar na Starwars, metade das personagens no Hoje Chove (como vou falar mais à frente), o Sion na Kaous... Algumas são inépcias físicas, noutros casos, como Sion e Xhakar, são personagens que eu construí com um background e projectos para desenvolvimento que não se enquadraram nas aventuras. Teria muito mais impacto e diversão com personagens orientadas para a aventura, e dou alguns exemplos que quem conhece pode atestar que providenciaram um roleplay muito mais enquadrado e preenchedor, como o Knox, Letemi ou Leroy. Outro problema reside ainda nas introduções ou despoletar da viragem, que nem sempre corre como planeado, uma vez que os jogadores não reagem sempre como desejado (Hoje Chove, Rei Godofredo) e pode demorar demais a acontecer (Hoje Chove, Rei Godofredo, Oneiros...) Concluíndo... a próxima aventura que fizer... vai ser straigh to the point. |
|
Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Wild Angel | 7 Sep 2012, 21:32 Post #7 |
![]()
Companheira de Viagem
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
(post gigante a caminho) Não te querendo tirar a razão, porque é simplesmente a tua opinião, há pontos em que pessoalmente penso contrariamente a ti. Primeiro, o factor de inscrições. Verdade seja dita: pelo que vejo, até podia ser a melhor aventura que alguma vez sonharam, que acho que haveria sempre uma ou outra pessoa a sair por falta de empenho da sua parte, não do narrador. Excluindo os factos e transmitindo a minha opinião, sinceramente acho bastante interessante não se revelar o objectivo da aventura. Ressalvo que acho fundamental, e de acordo com o que tem sido feito, que se torne óbvio o ambiente que se vai viver, de modo a que o jogador saiba se tem capacidades/gosto em estar nesse setting. Por exemplo, star wars, excluí logo porque nem conhecia o ambiente e não gosto muito de ficção cientifica. Logo, sabia que haveria grande probabilidade de me desmotivar. Continuando… Relativamente às personagens criadas. Ora aí está uma grande parte da piada! Divido em três partes: -Primeira, não são criados jogadores “talhados” para uma situação, quando se pretendem jogadores normais, explicitado pelo narrador. Gosto de pessoas com capacidades, detesto super-heróis. -Seguindo, e vai em sentido completamente oposto ao que tu disseste. Por vezes, adaptam-se a custo. Num grupo real, terias pessoas com diferentes ideias. Acho extremamente falso quando no roleplay toda a gente segue tudo sem contestar. Tira a piada ao ambiente. Tira a dificuldade em relacionamentos. Tira motivos para as personagens interagirem. -Por fim, e muito ao encontro do anterior, pessoalmente e às vezes por acaso, tenho criado personagens que dificultam a minha própria situação: a Alicia, no Chamamento Taciturno. Que ironicamente, foi concebida de modo a mais tarde me facilitar a vida, mas desenrolou-se de certo modo inesperada (culpa também da minha vida pessoal). Depois acho que, mais uma vez, opinião própria, personagens difíceis metem mais piada, porque sou obrigada a dar a volta à situação – por vezes prejudicando o tempo do rp, mas olhando para o lado percebo que não sou a única que atrasei. Por exemplo: a Miriam, de Oneiros. Bolas, criei uma miúda de sete anos num ambiente daqueles! Não tinha inteligência, nem força… Mas não foi por isso que deixei de postar o que podia, nem de interagir com quem estava à minha volta. Nem de apreciar a personagem e conhecer o modo de jogo dos outros. Como disse, acho mais interessantes personagens difíceis, principalmente se não foram feitas de propósito. Ex: Emily. Mais uma vez, não é uma cepa de todo. Mas comecei logo por enfrentar o medo da noite, o que me levou a batalhar com ela até o sol nascer. Mais, e acrescento um quarto motivo, que vai de encontro ao teu último parágrafo, e que talvez é o que de todos eu vá mais contra: o inesperado. Resumindo tudo o que disse para trás, do cenário, ao personagem, ao ambiente. Não corre como planeado? Para ver tudo certinho lia um mau livro… Um jogava um jogo sem interesse. Acho que são as viragens inesperadas, que dão algum trabalho ao jogador e ao narrador, que tornam tudo mais interessante: obrigam-nos a evoluir, a pensar, a usar a criatividade e usar o que, e quem, está à volta. Claro que para que isto resulte, quem se compromete a participar na aventura, tem de participar mesmo. Não ataco vida pessoal, trabalhos, etc. Eu também tenho e há alturas em que posto menos. Mas não fazendo disto uma prioridade, ter em conta que nos comprometemos com um grupo de pessoas a estar presentes. Não acontece? Isso talvez ainda torne a história em si mais interessante. Refiro por exemplo, o facto de ter gostado imenso que as personagens da Bonnie e da Lifer tivessem morrido logo após terem sido transformadas. Isto porquê? Porque eram as personagens mais “engraçadas” a meu ver, a rebelde aventureira e o pequeno rapaz, com quem qualquer leitor poderia familiarizar-se. O facto de eles terem morrido foi inesperado, tornando, se virmos o panorama geral, tudo muito mais interessante. E noutras aventuras há sempre maneira de alguém ficar para trás, perder-se, ser atacado, sem que disso resulte um post estúpido ou de tal modo gratificante que a maioria dos personagens, se seguissem fielmente o seu carácter psicológico, ver-se-iam obrigados a ficar em choque por dias. Como me estou a alongar, aproveito (quem era para desistir de ler já desistiu) para falar sobre o Sion: tu, sem querer, dificultaste a vida aos dois com a tua personagem rabugenta. Não foi por isso que as coisas não avançaram, e eu nem sei da tua parte, mas sei que fizeste a tua personagem ir avançando (tal como eu fiz a minha, também pela presença de um bom narrador). Não sei se o Alfa já tinha tudo planeado, ou se lembrou naquela hora, mas gostei imenso de ver a minha personagem confrontada com um etéreo, totalmente inconcebível no mundo para o qual criei a Emily. Por fim, quanto ao Hoje Chove: não sei de outras opiniões porque não falei com ninguém, mas quando li a tua sinopse de um orfanato fechado, onde os miúdos são abusados, etc, percebi logo que era muito provável que o objectivo final fosse a fuga. Lendo o que ficou para trás, achas que o medo do meu miúdo foi inopinado? E quanto a esse tenho a dizer que arranjei um com vontade de fazer tudo e mais alguma coisa que seja porcaria, mas como está num mau momento, tenho de esperar por tempo e razões para que ele “acorde” para a vida. Acontecerá certamente antes de vocês iniciarem a fuga, mas, se não acontecesse e fosse real, os miúdos deixariam o amigo para trás? Uma coisa que falhaste no entanto, como foi referido por ti, é que eles estão presos por delitos. Não é que não se adapte qualquer coisa àqueles miúdos de rua, mas poderiam ter sido pensados com mais alguma maldade e menos de vítimas. Mas concluindo relativamente à tua conclusão: a próxima até pode ser de objectivo óbvio. Mas acho que não ser conhecido evita que se formem personagem descabidamente fantásticas, por mais que se criem ineptas – essa cabe ao jogador empenhar-se, e os outros perante esse esforço darem uma ajuda para que se adapte, sem perder a sua personalidade – se bem que ineptas só são criadas se se pretender fugir muito da normalidade. Não acho o teu Sion inepto. Tendo em consideração que o Calito é novo aqui, digo apenas que sim, essa é uma personagem “difícil” de adaptar ao mundo do rp. Por fim, digo que pessoalmente estou a gostar bastante das aventuras com o desenrolar inesperado, apesar de não poder ter integrado por completo no avançar de Oneiros. Esperava opiniões de volta, apesar do testamento que escrevi… Será pedir muito? :P Edited by Wild Angel, 7 Sep 2012, 21:34.
|
| |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Erok | 7 Sep 2012, 22:01 Post #8 |
![]()
Old School
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Para começar, antes que me esqueça, uma pequena correcção. Na Hoje Chove as personagens são órfãos, e não detidos. O que eu disse foi que deveria ter aberto essa opção. Agora... Eu quando falo de criar uma personagem orientada para a aventura, não quero dizer um mineiro num rp de exlorar grutas, nem um soldado num mundo em guerra. Muitas vezes é até o contrário. Eu dei o exemplo do Letemi para uma boa personagem. A preguiça e feitio dele numa viagem tão grande deram (e dariam mais se tivesse continuado) aso a roleplay divertido. O Leroy, uma pessoa com problemas de obediência enfiado numa nave em regime militar... Isto é o que me vem assim à cabeça a escrever rápido que tenho que ir trabalhar. São desafios extra que podem gerar bons momentos. O Sion não é uma personagem que não se encaixe. No entanto, se o RP tivesse sido o que eu esperava que se tornasse, o Sion seria uma personagem muito mais marcante. Não vou dar detalhes, porque as ideias são recicláveis. Bem, logo digo mais qualquer coisa. |
|
Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Ishasar | 8 Sep 2012, 01:15 Post #9 |
![]()
Roleplayer Completo
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Bem, antes demais... eu li! Alto testamento ;) mas isto é que se quer! Opiniões :D No que respeita ao assunto em questão... Pessoalmente como jogadora eu gosto que o Narrador me surpreenda... só não entrei na Kaous porque na altura estava com pouco tempo até para narrar o meu RP, porque se não teria entrado, apesar da pouca info que o Alfa tinha dado. No que respeita à Hoje Chove, não entrei por um unico motivo... quando li a sinopse pensei: "Hein? Casa pia?" lol... agora a sério, esse não foi o motivo, eu simplesmente não me identifico com RP's que envolvam "crianças". Não me diz muito. Dava para notar que a ideia era fugir, que eles eram traumatizados e vitimas de maus tratos e isso... mas não me dizia muito. Eu acho que temos vários tipos de Roleplay... aqueles que temos um mundo aberto, em que sejas o que fores encaixaste sempre (RP que nunca vi aqui na Gare); e RP's em que tens uma historia base que motiva toda a aventura. Nesses RP's convem o minimo de afinidade entre o personagem e a acção que se irá desenrolar, no entanto, verdade seja também dita... um personagem que não se encaixe no modelo pode ser algo muito interessante de se jogar. Por exemplo, agarrando no Xhakar, sempre pensei que ele continuasse até ao fim como agente infiltrado do imperador. Isso é uma boa forma de adaptar um personagem à propria aventura, sem sair do caracter que se criou. Sempre achei que essa era a tua ideia Erok, se não ter-te-ia dito para escolheres alguem light side... mas na altura pareceu-me que fazias questão de ser dark-side (bem como ser um agente duplo). Tou cansada, amanha escrevo mais :) |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Erok | 8 Sep 2012, 05:27 Post #10 |
![]()
Old School
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Continuando... Para começar, o Xhakar. Sim, apanhaste bem a ideia, o Xhakar estava a recolher informações e tencionava aproveita-las para se aproximar do imperador. No entanto não seria noutra missão que ele obteria informações, mas sim na "base" rebelde, que era o local onde estava o líder da rebelião. Aliás, passava inclusivé pela mente de Xhakar assassina-lo se a oportunidade surgisse. Tudo isto para sob a alçada do imperador ter mais facilidade nas suas pesquisas de artefactos sith, na sua busca para se tornar imortal. Ora... aqui está um belo exemplo de uma personagem criada por mim. Não a pude pôr em prática porque o RP era mais fechado do que tinha imaginado, e relacionando com o post da Wild, aí está o que quis dizer. O Xhakar era um desafio à frente, mas com uma personalidade e objectivos tão vincados, tornou o roleplay incompatível com a história. Apesar de ser um possível erro, não quero dizer que talvez crie as personagens demasiado a fundo, porque acho que é assim que deve ser, e por isso gosto de saber mais sobre o objectivo que terá que ser realizado, para criar uma personagem que me dê gozo e encaixe. Portanto Wild, resumindo os teus três argumentos numa resposta para mim não se trata de personagens "difíceis" ou "fáceis". Trata-se de personagens BOAS ou mediocres. É facto que por vezes uma ideia geral é suficiente para criar uma boa personagem, mas no caso da Vanitas por exemplo, apesar de achar que posso adivinhar a premissa principal, sendo um dos narradores o Alfador, acho que posso falhar. Falas de o narrador surpreender. Resumindo isso também, claro que concordo que o narrador surpreenda. Faz parte de uma boa narração. Eu apenas me refiro a revelar a premissa principal da história, em vez de criar um orfanato e só a meio dizer que se trata de uma fuga, ou criar uma cidade pacífica e de repente transformar todos em zombies... Por fim, quanto à Hoje Chove, eu sei que estão a fazer roleplay e alguns só precisam de ser convencidos, mas se eu tivesse organizado de outra forma, os jogadores criariam personagens que encaixassem no conceito, e a motivação das personagens em si seria outra. Pelo que vejo só posso dizer que sem motivação (das personagens) as hipóteses de sucesso são muito escassas. Quanto à "viragem planeada" não falo de um livro... São eventos que levam para a situação desejada. Para entenderes o meu ponto de vista posso dar um exemplo. Eu contava que o Quim e o Raul mais cedo ou mais tarde armassem barraca com o resto do grupo, mas tal não aconteceu, e da forma como as coisas se passaram, agora sentem-se injustiçados e com mais raiva do grupo do que se tivessem sido apanhados à batatada, e obrigados a umas tréguas por um inimigo maior. Agora é claro que o grupo nunca será coeso. Isto afecta a fundação do próprio RP, embora todos apenas estejam a fazer roleplay. Portanto, é uma das coisas que eu disse que tenciono não repetir. |
|
Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Leto of the Crows | 8 Sep 2012, 14:50 Post #11 |
|
Wiskas Saquetas
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Venho aqui só para dizer que li tudo! E que concordo com o Erok (porque ele me pagou 500 euros). É bom um narrador surpreender os participantes, mas é normal que nem todos gostem das surpresas. Foi o que aconteceu comigo na Kaous: que me lembre, não estava à espera que eles fossem todos transformados em bicharocos, e não gostei, porque não sou fã de rp's em que as personagens são transformadas em bicharocos, pseudo-bicharocos... (abrindo execpção para esfinges, centauros e bicharocos afins). Mas não tenho nada contra a bicharada 8) |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Griffin | 9 Sep 2012, 11:29 Post #12 |
![]()
Ditadora local
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Imprevisibilidade é o que faz um RP interessante, in my opinion, e eu adoro quando me surpreendem. Normal muita gente não gostar, still, deviam saber adaptar-se. If not, acho que sinceramente é melhor deixar de haver o "ah....eu continuo" e se diga mesmo ao narrador "olha, eu quero desistir porque ya, sorry, não gosto". Esse tipo de honestidade evita que o narrador prolongue uma aventura que não lhe está a ser satisfatória por diversos motivos, sendo um deles a desmotivação das pessoas. So, I say people must cut all their bullshit, e dizer "FUCK YOU AND YOUR ADVENTURE TOO". Por vezes, aventuras funcionam bem nos fóruns, outras vezes não, se não funciona, dá-se espaço para outra sem perder mais tempo. Coisa de "não, tem de ir até ao fim snif snif" era coisa do Sapiens, eu nunca concordei com isso. Edited by Griffin, 9 Sep 2012, 11:29.
|
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Morfs | 9 Sep 2012, 22:18 Post #13 |
|
ahah
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Bem, na minha opinião a imprevisibilidade é o que faz a história mais chamativa. Surpreender os participantes é meio caminho andado para uma história interessante e com maior participação. Também vendo os interesses dos participantes pode fazer com que se introduza elementos mais interessantes nas histórias. Nesse aspeto concordo com a Griffin mas, no entanto, não sou de total acordo quanto ao chegar ao fim da história. É verdade que há histórias que funcionam outras que não, mas penso que pode haver pessoas que não gostariam de acabar a história a meio, seja por interesse da sua personagem, ou até mesmo da história em si. É claro que não vão fazer uma história só para três participantes ou quatro, mas no entanto, na minha opinião, penso que se deveria chegar a um consenso de todos os participantes e também do narrador, para decidir o futuro da história. Se bem que fins á pressa e no meio de uma história fica um pouco confuso e pode não ser do gosto de todos, portanto acho que o consenso neste aspeto era o ideal. |
| |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Alfador | 13 Sep 2012, 23:42 Post #14 |
![]()
O Maquinista
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Ai credo que seca, obrigarem-me a ler isto tudo para opinar e refutar... [Erok] Posted Image [Wild] Posted Image [Leto] Posted Image Rofl, estou-me a rir imenso da minha belíssima galeria de imagens à toa para isto. Mas agora a sério, eu li tudo, e concordo\discordo de tudo e mais alguma coisa (excepto da Wild, que adorei as opiniões e o testamento na sua totalidade). *Inspira... e expira...* HOLY MOTHERFUCKING GOD TAKE COVER! A previsibilidade de aventuras é péssimo, SE, não for o pretendido pelo narrador. Há que lembrar que o narrador encaminha os jogadores para uma história, para um enredo, é o papel dele orientar os jogadores para os seus pensamentos ulteriores, dando-lhes uma boa experiência de RP. Eu desgosto da previsibilidade de Roleplay em certas circunstâncias. Mas gosto sim, se a aventura tiver esse objectivo já definido e concreto, cabendo ao jogador se quer ou não fazer uma personagem adaptada para esse encontro. Mas, há que lembrar que o objectivo não é uma Personagem memorável, (hell, isto não é uma competição por spotlight) e sim bom roleplay. Isso sim é memorável. Apesar de encaixar melhor em personagens activas e não em Rauls lol! Mas hey, mesmo que eu soubesse o objectivo, eu faria esta personagem na mesma. Porquê? Porque queria. Continuando, o Sapiens fez umas quantas aventuras assim, que eram as aventuras Desafio (como sobreviventes num terramoto, a outra dos putos que foram raptados, etc...). Esta Aventura teve o seu objectivo concreto, porque assim o narrador o quis, não porque melhor serviu os jogadores. E como disse, assim eu gosto. É uma aventura directa com objectivos expostos, sem nunca cortar o envolvimento do jogador. Não há nada pior um jogador tentar ir contra o objectivo em geral, e é cortado por narração porque não serve os "objectivos" expostos. Isto sim é triste. Ou seja, o Narrador é que SABE o que deve ou não ser previsível. Não sou nada da opinião que temos jogadores para mimar e dar todas as coisinhas fofas que gostam. Isto é um Fórum de Roleplay, não a casinha da Avó. Se a Hoje Chove era melhor ou não sendo previsível... não o sei dizer. Eu cá pensava que vinha um enredo mais complexo e inesperado, do que uma simples fuga de desespero (não que tal tenha mal algum, digo-o já!). Mas posso sim dizer para nunca se esperar acções exactas de certas personagens para um objectivo sem qualquer plano de suporte. Era provável o Quim nem Raul armarem a confusão que indicaste que esperavas. A coisa resolveu-se bem no entanto, por isso provavelmente não estavas (acho eu). O maior mal que surgiu que me deu um autêntico aborrecimento, foi a horrível entrada do Pardal. Mas não o posso culpar apesar de tudo, pois é novato, mas não deixou de ser wtf lol No caso da Vanitas, houve um erro, eu pensava que o fórum estava ainda fechado, porque não é de todo a minha vontade não vos dizer o objectivo em concreto ou sequer o ambiente em que vocês estão expostos! AGORA, se o plot\objectivo não correr como vocês esperaram, é porque pode ser já o pretendido, ou provocado por vocês por alguma maneira muito discreta; mas o elemento surpresa desaparecia por completo se fosse todo ele explicado. O Universo será exposto, é claro, mas o objectivo no caso da Vanitas, será dado via narrativa\Roleplay, para imergir melhor as personagens com os jogadores, e não só os jogadores (ver o * sobre esta questão, em baixo deste post). Eu pessoalmente gosto muito de dizer um pouco do objectivo, mas nunca o que vai realmente acontecer. É assim que eu gosto, da surpresa. No caso da Vanitas, serão as personagens que saberão do objectivo, não os jogadores. Claro que sempre podem adivinhar. A Kaous, AH! Ela foi feita de PROPÓSITO assim! Eu queria que pessoas entrassem, a pensar numa coisa, e clique, SHOCK OMG DAFUQ! Eu planeei muitas coisas, e outras foram aleatórias. O aleatório foi a vossa localização e forma de transformação (Quem teve o pior resultado foi a personagem da Bonnie, que foi violada rofl. Outro mau mas nem tanto, foi a Griffin, que teve o braço partido. Tudo o resto foi mundano, mas caíram em locais péssimos, ou muito bons, como a ... Guinevere, que desapareceu, pufe!). Mas o animal por exemplo, foi planeado. Aliás, foi por vocês escolhido se bem se lembram da Ficha de Personagens ridícula e inútil que eu criei. Novamente, de propósito, para dispersar a ideia da aventura. Eu estava à espera de desistências. Não estava era à espera de um nível de roleplay, sem tirar nem pôr, fraco. Mas, como se tem tudo passado, não é de admirar que até a Griffin sofra de falta de empenho. A ideia da Kaous era um objectivo não assumido de todo. Para além do elemento surpresa, eu queria que vocês entrassem no papel real da personagem, no desespero, no desamparo, no pânico, que os próprios jogadores sentiam (vocês não faziam a mínima ideia do que raio fazer!)... quem melhor fez o papel, foi, e sem margem de dúvida, a Wild, a Griffin e o Erok. Oakshadow teve um papel interessante após, mas inicial, nem por isso. Muita gente esquecesse que nem todas as aventuras têm objectivos delineados em papel, ou expostos. A personagem tem de ir à procura deles. Qual será a melhor forma? Que posso eu fazer? Em quem posso eu confiar? Que farei eu? Alguns, foram todos de arrasto pelos meus NPCs, e com isso, entraram no Plot planeado e no fim mais básico (e aborrecido) da Kaous. Que vai agora a caminho. Se toda a gente ponderasse bem "O que faria a minha personagem nesta situação..." era o primeiro passo para um bom Roleplay. Quem me dera eu ter um narrador que me forçasse a fazer disto! O RP tinha uma multitude de opções, e uma delas mais curiosas, que se rege pelos clássicos jogos de RP e Aventura de computador ou semelhante. Infelizmente, o nível da Kaous era elevado, e pensando bem, só roleplayers muito confiantes, com furor e audazes, é que se safariam nela. Mau planeamento meu, esperar independência em excesso. Até eu fiquei aborrecido. Again. Houve desempenhos terríveis, mas depois posto num tópico na Kaous, a indicar tudo. * O Jogador e a Personagem. Quem controla a personagem? É o jogador. E no fórum de Roleplay? Normalmente fazemos a personagem na sua totalidade, pondo sempre conhecimento de lado que sabemos como jogador, o que é bem feito. Mas se nós vemos\lemos alguém a pôr veneno no copo da nossa personagem, sem esta saber, o que faremos nós? O Narrador põe-nos num impasse! Ou fazemos a nossa personagem parva e bebe aquilo e morre, ou como jogador, impedimos a personagem de morrer naquele momento. Podemos... - impedir que beba porque sabe que tem veneno? Mau roleplay. - Deixa cair o copo? Uh... porquê? ... porque não? Se o narrador quisesse matar a nossa personagem, bastava ele não narrar o veneno a ser posto. Mas ele narrou, talvez ele quis que nós soubéssemos como jogador... O que está certo ou errado aqui em termos de roleplay, torna-se bem difícil. Em caso de Tabletop (D&D etc...), todo o acto que não vemos nunca é descrito pelo Narrador. Ele lança os dados para ver se a vossa personagem viu ou não. Aqui, neste caso, como jogador é que sabemos, e a nossa personagem não... uhuhuhuh! Alguma vez pensaram assim? Aposto que maioria não. Tanta gente se esquece do que realmente é Roleplay aqui. Mais que Roleplay, isto é um grupo de Escrita Criativa, lembrem-se disso. Na Kaous houve imensos eventos que aconteceram nas vossas costas, mas nenhum deles narrei. Não é do meu interesse que soubessem. Mas quem leu todos os meus posts, de uns e dos outros, saberia que quer o Heki, quer o Kaous, mentiam a olhos vistos para os seus próprios fins. De facto, Heki, Jonas, Carlos e Kaous diziam coisas diferentes, onde Kaous, Jonas e Heki tinham discursos semelhantes, e diziam para renegar o pensamento humano e apertar o animal. Esta era a pior hipótese. Se vocês alguma vez como jogadores dissessem "Marco sabia que não queria isto... e não queria de facto. NÃO QUERIA! Qual animal qual carapuça. Ele era um homem, um homem livre. E ele não ia matar do seu próprio sangue em prol de bestas do Demo. E sendo assim, fugiu porta fora, matando todo e qualquer animal horrendo que encontrasse pelo caminho". Hey... eu diria: "fixe!". Mas não. Todos aqueles que se submeteram à minha vontade, da forma e instinto animal, submeteram-se à vontade do narrador de vos tratar como peões de xadrez. Alguns muito aborrecidos digo já, mas assim serviram o enredo básico, que só era mutável pelas decisões e acções próprias dos jogadores mais audazes, tal como eu gosto. A Kaous é uma aventura sacana, injusta e algo aproveitadora. Era e foi, um desafio não assumido, de quem tinha a lata de contrariar narração e fazer ele própria; De passar o risco, e ver até onde o podia atravessar. Quem mais tentou isto foi o Oakshadow, e fez bem. Eu eliminei o risco ali e acolá, e talvez tivesse sido sentido algum atrito. Mas nunca eliminei o risco de todo. Mas não correu muito bem. Infelizmente, posts eram poucos, e aquilo que eu queria que se passasse numa Semana em jogo, transformou-se num só Dia. Houve alguns momentos que acelerei porque não tinha paciência para deixar arrastar (pós Início claro). Eventualmente, até eu comecei a postar menos e menos. Isto sim foi o que correu mal, não de todo vocês não saberem o resultado ou objectivo. Houve algum mal meu em parte, mas prontos, acontece. Para a próxima não faço algo que não seja Destinado mesmo à Gare, que estou a ver que há coisas que não funcionam aqui mesmo (A pobre Griff que o diga)! Uma lição talvez, para ti, para mim, ou só para eu escrever e pensar nisto tudo. Imprevisibilidade e mistério é o que faz um Roleplay memorável, seja do narrador, seja do Jogador. Principalmente do jogador, adoro quando eles me surpreendem (seja ou não uma aventura minha). Mas não sou contra previsibilidade de um roleplay. Se um narrador quer algo previsível, força. Se quer algo não previsível, força. É à vontade do Narrador, nunca à vontade do jogador, mas nunca. Não os gosto de mimar em excesso. Nem se deve. (+) De qualquer forma, isto traz uma outra questão, que li à pouco ali em cima para a Wild. Ela não entrou na Starwars, porque nada ou pouco conhecia do Universo. E é compreensível, vai haver muitos elementos que não conhecemos. Mas isto ocorre em muitos outros Universos que não o Moderno... Alguém sabe o que é Feudalismo? Se não souberem, já pensaram que é de facto, algo IMPORTANTÍSSIMO de saber quem vai fazer roleplay num tempo medieval? Toda a escrita requer um pouco de estudo, e Roleplay não fica muito atrás. Quanto mais estudo fizeres, mais podes inserir no mundo. Senão, bem, fica-se unicamente dependente na Personagem. Daí nós preferirmos certos Universos; o que nós conhecemos melhor! Mas todo o Universo em redor, mesmo que a nós seja novo, baseia-se sim no que gostamos, porque ora sabemos mais, ora nos motivamos mais, ora sabemos melhor como nos desenvencilhar. Muita coisa é preciso inventar, e como inventamos nós? No futuro será que existem portas automáticas? ... Oh narrador, há? "Há." Ok, suponho então que janelas também. Parece fácil. Há Universos novos para certas pessoas, e aí o narrador tem um trabalho extra para ambientar os novos... e os peritos. Nem todo o Futuro é igual, e pode muito bem haver um que ainda usa Armas reais e não de Laser ou Plasma (como a Mnemosyne, onde ainda havia armas de fogo sem problemas, e todas as armas Laser e afins eram de alto calibre destinado só a Naves Espaciais. Muito como Canhões de um Cruzeiro, que eram só destinados a Barcos de grande porte). Não creio que deva ser desmotivador uma pessoa evitar algum Universo só porque sabe pouco, só tem que se integrar da melhor forma possível, mas não retiro a importância do gosto pessoal desse mesmo estilo de Universo. Ficção-Ciêntifica, Medieval, Steampunk, etc... gosto aqui importa sim, agora, isto é em termos de Espaço e Universo, mas em termos de pequenos detalhes como raça ou animais... Por favor... + Leto. Quer dizer, bicharocos whatever não gostas, mas grifos e esfinges está bom. Wtf? Isso é tão biased que até mete impressão. Se eu fizesse uma civilização de Elfos já gostavas de entrar na aventura cheia de motivação e vontade? Que raio? Isto é roleplay! Não, como disse, a casinha da Avó que nos dá toda a doçaria e mimo possível! Vai haver muita coisa que não gostas, e outra que não gostas, mas a ideia é passar por uma experiência variável de Roleplay, é essa a ideia! E se não gostas, aqui está um óptimo exemplo que a Griffin aponta. Bazem! Eu não gosto muito da ideia de dizer "Ai não gosto, vou sair". É uma desistência logo directa, e pode de facto terminar uma aventura ou fazer as pessoas tão mesquinhas que nem se dão ao trabalho de ir em frente pela mínima falha. Mas verdade seja dita, se não se dão ao trabalho ou à vontade, mais vale não arrastar toda a gente atrás e simplesmente desistirem mesmo! Acho que toda a gente presente agradece. Por isso, Griffin tem razão. Não tem é razão este pensamento mesquinho da desistência porque "não me agrada". Mas é relativo, para variar. O que é um pouco mesquinho para mim, pode fazer uma importância de vida e morte para outros. Mesquinho é, se são transformados em coelhinhos ou grifos, elfos ou anões. Isto sim é mesquinho. Não gostar que a sua personagem sofra porque fez algo bom (em roleplay) também é. Ter uma personagem ignorada já não é tão mesquinho. Uma coisa é ignorar um jogador, outra é uma personagem. Isto notasse, mas muito bem pessoal. Muito, muito bem. Alas, existem milhentas coisas mesquinhas e sérias. Adiante. ... Hm, acho que era tudo, ou então esqueci-me. lol O que a Gare precisava é de duas coisas: Uma Aventura que agrade postar em e nos dê vontade de vir no dia seguinte, sem prazos em ponderação e algo calmo. Eu por mim faria uma com este pensamento, for the lulz. Para relaxar à vontade. A 2ª coisa é algo com foque para a elite. Que haja a vontade de não parar e levar algo até ao fim como deve ser. |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| Erok | 14 Sep 2012, 03:18 Post #15 |
![]()
Old School
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
|
Por tópicos: Como já disse, e acho que continuo a ser mal interpretado, sou a favor de surpresas e imprevisibilidade. Desde que não altere drásticamente o setting de aventura proposta. E não se trata de um concurso de personagens. trata-se da diversão em desempenha-las. Sobre este tema se falar mais será repetir-me. Em relação á Kaus, quando terminar melhor falaremos, mas da minha parte, fiz o roleplay de reacção à situação e segui as poucas pistas fornecidas. Ainda hoje não faço a mínima ideia qual seria o caminho a seguir ou objectivo oculto a explorar. Penso que é como eu disse já em relação a "enigmas" em RP. Na cabeça do narrador, tudo faz sentido e soa ridículamente fácil, mas um jogador nunca tem a mesma percepção do mundo, objectos ou ambiente em redor. Duvido que seja um problema "da Gare", é um problema de falta de partilha de informação sub-entendida. Se me deres o exemplo de alguma "Clan de Kaous" que tenha resultado de forma diferente em algum outro fórum, o teu argumento pode ter alguma base. Na Hoje Chove... Contrariamente ao que disseste, pelo meu lado acho que se os membros antigos fizessem metade do que o pardal tem feito na aventura, já estariam perto do fim. Personagem incoerente? Convencida? Faz parte do processo de adaptação. Interesse, participação? Sigam o exemplo. Ou a parte do "whining" das "pessoas tão mesquinhas que nem se dão ao trabalho de ir em frente pela mínima falha" só se aplica ao que dá jeito? A Gare não é a casa da avó onde os "leet" envelhecem e morrem. Tem jogadores em treinamento. Mas o que eu tenho visto é todos de rolo na mão prontos para bater com ar superiror, em vez de ajudar. Como alguém que vê potêncial num membro interessado, a quem as falhas tem sido apontadas privadamente e que está a melhorar mesmo sem o melhor ambiente, acho que deviam repensar ou reler os vossos primeiros RP's. Já vos disse que fico rabugento quando tenho sono? Dormi 3h em dois dias. |
|
Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
| Offline Profile | Quote GoTo top |
| 1 user reading this topic (1 Guest and 0 Anonymous) | |
| Go to Next Page | |
| « Previous Topic · Tertúlia Roleplayana · Next Topic » |
- Pages:
- 1
- 2





![]](http://z6.ifrm.com/static/1/pip_r.png)




12:56 AM Jul 11
