| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,631 Views) | |
| Lifer | 23 Mar 2009, 17:07 Post #121 |
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A vendedora de jornais
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Karissa viu Altory e o seu amigo afastarem-se. Ter-se-iam ido embora? Não lha parecia. Eles queriam mesmo, pelo que mostravam, ir espiar o reino inimigo. Corinne lia um livro, discreta. Não devia querer dar nas vistas, era melhor assim, aapesar de tudo. Karissa decidiu ir sentar-se ao lado dela e dar uma espreitadela no livro. Este estava virado ao contrário, até Corinne se apressar a virá-lo na direcção correcta, o que Karissa estranou. De qualquer forma, não lhe ligou. Talvez nem sequer estivesse a ler. Chegou-se ao pé de Eryana e fez algumas festas no cão, que já estava acordado. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 23 Mar 2009, 17:36 Post #122 |
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Wiskas Saquetas
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- Talvez seja melhor aproximarmo-nos do fogo. A noite vai ficar fria - comentou, para Karissa, lançando uma vista de olhos discreta pelos presentes. Reparara na feiticeira a olhar para elas, minutos atrás, mas ignorara o facto. Os olhares que ela lançava a cada um deles não eram nada simpáticos e, apesar disso não ser do seu agrado, também não era da sua conta. |
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| Lifer | 23 Mar 2009, 18:14 Post #123 |
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A vendedora de jornais
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Karissa assentiu, mas o sol ainda se punha e não estava para acender uma fogueira. Decidiu sentar-se, virada para o sol, olhando para o seue splendor. Pouco depois teve de desviar o olhar do sol, por causa da luz, mas deixou-se ficar a olhar o céu límpido, com poucas nuvens. As que tinha, eram avermelhadas, assim como a cor do céu. Conforme de afastava do sol, o céu ficava mais azul. Ora vermelho, ora laranja, ora azul. Era bonito olhar para o céu, especialmente para o pôr do sol. O nascer do sol também era bonito, mas o fim da tarde...era sedutor. Ia fechando os olhos, por estar a fixá-los numa zona perto do sol. Deixou-se cair para trás, na relva alta e fofa. Virada de barriga para cima, via as estrelas, muito lentamente, começarem a aparecer. Era bonito de se ver. A natureza é bela, pensou.Olha para um arbusto e verás folhas. Mas agora, olha-o com atenção. Estava a recordar um exercício quew Doran lhe ensinara. Com esse tipo de exercícios Karissa começara a adorar a natureza. - Eryana, chega aqui, se gostas de olhar a natureza. - esperou que viesse ter consigo, mas disse à mesma. - Quero que faças um exercício. Diz-me o que vês naquele arbusto. Antes e depois de o estudares. Sentou-se. Olhou para Eryana, e depois para Santiago e Corinne. - Se vocês quiserem fazer isto, é claro, estão à vontade. No entanto, só aguardou resposta de Eryana. PS: Inventa o que quiseres. Colmeias, abelhas, formigas XD Mas descreve, se é que o vais fazer :P |
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| Leto of the Crows | 23 Mar 2009, 19:12 Post #124 |
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Wiskas Saquetas
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Enquanto o isso, o cão saltou do seu colo para esticar as pernas e espreguiçar o tronco. Caminhou em volta deles, todo contente, abanando a cauda, enquanto farejava uma pedra ali, um ramo acolá, e levantava a perna contra um tronco para fazer as suas necessidades. Eryana ouviu o pedido de Karissa e dirigiu-se para ela, sentando-se ao seu lado. - O que vejo naquele arbusto? À primeira vista parece uma simples planta, um arbusto imóvel, sem sentidos. Isto é o que uma alma cega pode ver daquele arbusto. Contudo, não é assim que eu o vejo. Ali, está um ser vivo. Em cada ramo corre-lhe a doce seiva que o alimenta e o ajuda a crescer, e as folhas olham constantemente para os raios que o Sol lhes envia, banhando-se neles. Quando tal acontece, ele vive e revive. Ouvimo-lo rir, apesar do silêncio. Escutamos as suas raízes estenderem-se profundamente. Mas não é só isso que vejo. Aquele simples e pequeno arbusto abriga uma panóplia imensa de outros pequenos seres que o acompanham. É o seu lar e, por vezes, o seu mundo imenso, apesar de para muitos parecer ínfimo. Ali, eles nascem, crescem, brincam, amam-se, reproduzem-se e morrem, num ciclo infinito. Fez uma pausa. |
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| Lifer | 23 Mar 2009, 19:25 Post #125 |
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A vendedora de jornais
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Karissa sorriu. Mais pormenor, menos pormenor, Eryana pensava mais ou menos como ela. Ela vivia a natureza, como seria de esperar com um elfo. Mas agora percebia que as mentiras que lhe tinham contado enquanto pequena, eram talvez para que não se afastasse de casa, para não se aproximar de ninguém. Mas os elfos, como pudera percebe, eram de confiança. - Sabes - começou, para Eryana. - Eu vejo naquele arbusto vida. Vejo os animais, moscas até. Eles vêem-no como o seu mundo. Tal como tu reparaste - Apressou-se a acrescentar - E o arbusto...é vida. - E por fim, comentou - Adoro ver a natureza! Olhou para Eryana e sorriu-lhe. Ela era mesmo...a natureza em carne e osso! |
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| Leto of the Crows | 23 Mar 2009, 19:57 Post #126 |
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- Vulgarmente falando, é a essência da "coisa" - disse, com uma pequena gargalhada. - Todos nós somos filhos da Mãe Terra. É pena que nem todos os filhos a respeitem com a devida honra. Esquecem-se do que é a vida no seu egoísmo. Esquecem-se que, para perservar a sua vida, deveriam também perservar a dos outros. Muitos só se apercebem disso quando o Sol se põe na vida que perdem. Outros nem isso. O que vale é que há pessoas como tu, capazes de ver mais além das aparências. Ver que não é só a sua própria raça que conta, mas dos outros também. Olhou em volta e colheu uma flor de pétalas brancas. - Agora, peço-te eu para fazeres um exercício. O que vês aqui? - Perguntou, estendendo-lhe a flor. |
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| Lifer | 23 Mar 2009, 20:04 Post #127 |
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A vendedora de jornais
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Karissa analisou a flor. Era branca, era bela...mas perdera a vida. - Tua arrancaste-a - começou, depois de pensar alguns segundos - Tiraste-lhe a vida. Ela seria viva, teria uma vida onde abelhas espalhariam o seu pólen, e eventualmente, daria "sementes"...que dariam novas vidas. Mas ela está morta. Já não recebe a luz do sol como recebia, já não vê o mundo como via...apesar de não ter olhos. Mas era uma flor, um ser vivo, que sentia. Que tinha vida. E que, tal como o ser humano, também teve a sua morte. Que foi agora. Não lhe vejo como vejo as outras flores iguais que estão espalhadas pelo campo...isto é, iguais para quem não vê além das aparências. Estava contente com a sua análise. Parecia-lhe divertido fazer deste tipo de exercícios. Viu o cão correr pelo campo e comentou: - Mas, é claro, há outros seres que podem ter uma vida mais emocionante...do que flores e plantas, certo? |
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| Griffin | 23 Mar 2009, 20:11 Post #128 |
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Ditadora local
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- Há sempre mais idiotas aí para lutares Érre. - Disse, sempre alegre, Chioglossa, não parecia ter sido afectado pelo guincho de Err'Ktorg. - E o que era uma bússola mesmo? |
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| Ricardo | 23 Mar 2009, 21:38 Post #129 |
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Iniciante
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Vi uma ave, estranha, mas bonita... Sabia que a tinha que seguir... Aquele fogo incandescente, aquelas asas enormes, não me podiam levar para um lugar que não tivesse certo interesse... Aquele ser poderoso, era o que eu precisava como companheiro, ou mesmo amigo... Sentia que precisava dele para, conseguir desvendar o meu destino... Não poderia perder aquela rara oportunidade!!! Com uma leve corrida, voei... Pelos céus celestiais só via uma pequena chama... Como a de um fósforo... Estava a ficar cançado... Não costumava fazer grandes viagens a voar... Decidi aterrar no chão... Mal eu aterrei, à minha frente estava uma grande árvore e esbelta. Não demorei nem cinco minutos para me recompor... Graças à fresca e deliciosa seiva, consegui recarregar energias! Estou a perder-lhe o rasto.... Pensei. Com um balanço praticamente invisivel, voei outra vez... Agora só via uma pinta vermelha... Recorri a todas as minhas forças para poder voar mais rápido... As minhas asas não são muito fáceis! Vi que estava a aterrar... Não ia aterrar mesmo ao seu lado, pois a Fénix não estava sozinha... Resolvi esconder-me por detrás de uns arbustos... Verifiquei que havia seres muito bonitos... Mas não estava pronto para uma relação de amizade! E pelo que eu vi, havia lá uma Maga... Muito chéché!!! Senti uma incontrolavel comichão no nariz... Não posso espirrar!!! Não posso espirrar!!! Vai estragar o meu .... AAAAAAAAAAAATTTTTTTTTTCCCCCCCCCCCCCHHHHHHHHHIIIIIIIIIMMMMMMMM! Vejo um extraordinário raio de luz, vindo de mim... Não posso acreditar!!! O que faço??? Não os poço cegar... Vou ter que aguentar..., disse a choramingar... |
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| Leto of the Crows | 23 Mar 2009, 21:52 Post #130 |
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Wiskas Saquetas
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- Muito bem - aprovou, com um acentimento de cabeça, após ouvir o que Karissa dissera. - Porém, uma vida emocionante é muito relativa. Apesar de vivos, nem todos os seres têm a plena consciência do que são. Vivem numa eterna inocência, como outrora esta flor viveu, sem julgar o bem e o mal, mas não deixando se sofrer, não com o que lhe fiz agora, mas com o conjunto do mundo em si. Fez uma pequena cova no solo, com umas das mãos, e enterrou-a com delicadeza. - Regressou à terra e por ela será consumida, até voltar a florescer, numa outra vida. |
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| Alfador | 24 Mar 2009, 01:26 Post #131 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou os arredores, dando alguns olhar agressivo para gente mais curiosa. - Eu quando vir uma mostro-te. - dito isto, Err'Ktorg começou a caminhar para fora da cidade. Um encontro tinha sido marcado; mais detalhes sobre esta missão, segundo o indicado no papel. Err'Ktorg queria era ser pago por tal tarefa. |
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| Griffin | 24 Mar 2009, 10:49 Post #132 |
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Ditadora local
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Nota: Posts puramente narrativos vão passar a ficar a bold. Não se esqueçam que só eu posso fazer posts deste género (i.e. narração que envolve história, personagens não controladas por vocês que eu posso meter a interagir com as vossas, etc). _______ (Chioglossa e companhia limitada) - Vais fazer essa tarefa para o rei? |
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| Alfador | 24 Mar 2009, 11:00 Post #133 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg soltou um rosnar baixo. - Sim. Ele tem de pagarrr porrr fazerrr uma tarefa tão idiota. - respondeu Err'Ktorg, fitando o mapa, enquanto saía das muralhas da cidade. - Não temos dinheirrro e é sempre bom terrr. E ficarrr conhecido é um passo parrra a fama. Err'Ktorg já conseguia ver uns vultos na estrada, no local do ponto de encontro. Parece que não era o único a pensar fazer esta tarefa. Pior, é se o Rei estipulasse que o dinheiro do trabalho seria partilhado por todos... Continuou caminho, ligeiramente pensativo. |
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| Griffin | 24 Mar 2009, 11:08 Post #134 |
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Ditadora local
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Robert caminhou lentamente para o ponto de encontro, já estava atrasado. Viu a lua a subir no céu...muito atrasado. Durante o caminho, viu um vulto enorme e outros dois mais pequenos, não se lembrava de ter falado com eles...secalhar não iam para o ponto de encontro. Mas há medida que se aproximava do ponto de encontro, também se aproximava mais deles. "Nunca vi criaturas tão estranhas por aqui...oh bem" Zeca olhou para o homem que se aproximava e soltou um "Idiota!" - Eu sei que vou atrasado, mas não é razão para me insultarem. - Disse Robert, afectado. - Mas o Zeca só repete, não insulta. - Disse Chioglossa, como se fosse algo muito óbvio. - Zeca? Err...presumo que estão a ir para o ponto de encontro também. |
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| Alfador | 24 Mar 2009, 11:28 Post #135 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o homem com a sua cara apática de sempre. Este caminhava com bastante pressa. - Sim, estamos. - respondeu Err'Ktorg, ainda segurando um folheto na mão esquerda. |
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