| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,552 Views) | |
| Sapiens | 27 Oct 2009, 22:04 Post #1291 |
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Organizou as ideias mentalmente de forma rápida. Lá ao fundo, Lapko avançava furiosamente na direcção deles. Duvidava que ganhassem, visto que os inimigos detinham o poder da magia. - Sua Alteza. Não recuperámos a minha mãe; aliás, não há qualquer sinal dela! Os exércitos de Lapko são numerosos e têm um grande controlo da magia. Foi impossível para nós. Por cada homem que matámos, dois a três dos nossos morreram. - baixou o olhar para o chão - Vai-me perdoar a ousadia, mas na minha opinião o melhor que há a fazer é a rendição. E mais tarde, com calma, pagar o resgate, se eles a tiverem prisioneira. Lapko estava já demasiado próximo. E o rei de Porana tinha de tomar a decisão. |
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| Griffin | 27 Oct 2009, 22:08 Post #1292 |
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Rei Hayden tinha uma grande consideração pela família D'ElMar, nunca uma opinião sua tinha sido rejeitada por ele. Sempre ouviu com atenção cada palavra que essa família lhe tinha a dizer. Olhou novamente com preocupação para as tropas e para Fernindande. - Tens a certeza do que dizes? |
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| Minakie | 27 Oct 2009, 22:09 Post #1293 |
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Lyra já se abstraíra nos seus pensamentos como habitualmente fazia quando reparou numa criatura encapuçada. Devia ser o elfo. Não. Era uma elfo. - Boas tardes. - foi tudo o que conseguiu dizer, uma vez que Luana escolheu esse exacto momento para fazer uma travagem e começar calmamente a pastar. Lyra suspirou. Desmontou e sentou-se no chão, encostada a uma árvore, com a miniatura de Kamots ainda enroscada no seu colo. Respirou fundo. O ar ali era puro e ouvia-se ocasionalmente um ou outro ser da floresta. Era um sítio agradável e sossegado, não podia censurar Luana por ter escolhido parar ali. Fechou os olhos e deixou-se ficar ali a apreciar a harmonia da Natureza. |
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| Sapiens | 27 Oct 2009, 22:11 Post #1294 |
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A honestidade falou mais alto naquele momento. - Não. |
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| Leto of the Crows | 27 Oct 2009, 22:14 Post #1295 |
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- Boas tardes - respondeu, ainda intrigada com as súbitas três aparições. Bem, possivelmente seriam viajantes. Encolheu os ombros mentalmente. Podia meter conversa, mas não sabia o que comentar, até porque nunca fora muito comunicativa. Fitou o pequeno lobo com mais atenção. Uma estranha aura rodeava-o, mas era-lhe desconhecido o porquê. Também não comentou. |
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| Griffin | 27 Oct 2009, 22:16 Post #1296 |
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Rei Hayden suspirou. - Podes dizer que não, mas a tua expressão, e dos soldados diz tudo, estamos realmente em desvantagem. - Voltou a pôr a mão no ombro de Fernindande. - Volta para tua casa, eu tratarei de acabar esta guerra, e trazer a tua mãe. Vai em paz. Hayden voltou a montar o seu cavalo e avançou na direcção das tropas de Lapko, sozinho, e atirou a sua espada ao chão. As tropas de Lapko nada fizeram, a não ser abrirem passagem para General Açabar passar, que também largou a sua besta no chão. Abria-se assim um espaço para a conversa, e para o possível fim da guerra. |
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| Minakie | 27 Oct 2009, 22:22 Post #1297 |
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Kamots levantou a cabeça e fitou a elfo. Sentia um sentimento a pairar no ar... seria... Curiosidade, talvez? - perguntou Lyra, interrompendo os seus pensamentos. Isso... quando estava na forma de lobo os sentimentos humanos tornavam-se estranhos. Viu uma lebre ali perto e não conseguiu resistir. Saltou do colo de Lyra, recuperando o tamanho de um lobo normal em pleno ar. Ao aterrar, deu uma pequena corrida, ficando cada vez mais próximo do seu tamanho real a cada passo. Quando finalmente abocanhou a lebre era outra vez um lobo enorme e todo o seu corpo tremia de excitação ao sentir a adrenalina pulsar-lhe nas veias. - Larga essa pobre criatura rafeiro ou vais ter de te haver comigo. - ameaçou Lyra com um ar zangado. Kamots olhou-a por instantes com ar provocador antes de abrir a enorme boca, deixando a lebre fugir em liberdade. Depois correu aleatoriamente, dando pinotes e fazendo acrobacias no ar enquanto voltava ao tamanho de cria. - És mesmo doido. - tirou uma tira de carne seca da bolsa e atirou-a para que ele a apanhasse. Depois de comer, Kamots regressou até junto de Lyra e deitou-se a seu lado, preparando-se para adormecer, tal como ela fazia. Aquele sítio dava-lhes sono. |
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| Griffin | 27 Oct 2009, 22:33 Post #1298 |
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Rei Hayden e General Açabar conversaram, naquele preciso momento. O Rei Zak, de Lapko, tinha desaparecido há meses, não se sabendo o paradeiro dele ou se sequer estava vivo. Por legislação, o poder era agora dado a Açabar. Hayden decidiu seguir o conselho de Fernindande, e rendeu-se, entregando as suas armas a Lapko. Para alívio de todos, Açabar aceitou a vitória de bom agrado e nada fez de mal a Hayden. As tropas de Porana deitaram as suas armas ao chão, seria então negociado o destino de Porana, que entregava-se agora a Lapko. Robert, aproximou-se de Fernindande. - É melhor ires agora. - Disse, após a derrota ter sido anunciada a alto de bom som, por Hayden. - Fizeste o teu papel. Nós traremos a tua mãe de volta e certificaremos-nos que nada acontece às vossas terras. |
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| Sapiens | 27 Oct 2009, 23:17 Post #1299 |
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- Agradeço as suas palavras, senhor. - disse Fernindande a Robert, sentindo naquele momento um grande peso em cima dos ombros. Era o novo senhor d'ElMar. Era o novo senhor daquelas duas centenas de guerreiros do seu senhorio que tinham sobrevivido. Ergueu os braços e gritou o seu próprio apelido, chamando a si todos os membros da guerra que pertenciam ao senhorio. Eles aproximaram-se, bastante sérios. Depois Fernindande fez um sinal, e começaram a marchar para norte. O corpo de Sir Auguskhar era levado em cima de dois cavalos que caminhavam lado a lado, supervisionados por um guerreiro especialmente cabisbaixo. O sol alcançava àquela hora o seu ponto mais alto no céu. _____ Passaram-se algumas horas até terem chegado ao senhorio. Cansados da batalha, e desanimados pelo resultado da mesma, e pelas mortes que esta causara ao senhorio (cerca de um terço da totalidade), apenas entraram nos limites do senhorio quando já eram quatro horas da tarde. Algumas pessoas tinham esperado o exército à entrada do senhorio. Muitas foram as mulheres que desataram a chorar ao ver que os seus maridos não chegavam. Mesmo as que não tinham perdido o seu amado choravam pela tristeza das outras... e pela morte de Sir Auguskhar. A entrada na cidade foi feita sob um pesado silêncio. A população absorvia a tristeza, e juntava-se à lenta marcha dos soldados, em direcção à entrada do palácio. Quando lá chegou, Fernindande confirmou o que já esperara. Todo o seu povo estava na praça central, a grande, parados, a olharem para ele; não o pareciam culpar, porém. O ambiente era soturno. A multidão foi formando um círculo à dele, mas deixaram-lhe uns cinco metros de distância, para que ele pudesse falar para todos. Fernindande distingiu entre aquelas pessoas o Mestre Sagitis, e a senhora da loja em que comprara a roupa à Robin dos Bosques que trazia vestida, no dia anterior. Engoliu em seco. Todas aquelas almas depositavam em si a esperança de uma nova Era para o senhorio. Alguém trouxe o corpo de Sir Auguskhar para o centro da roda gigante e deitou lá. Fernindande ficou durante um longo minuto a olhar para ele. Só então ergueu a voz, movimentando-se de um lado para o outro durante o seu discurso. - Todos nós aqui presentes somos testemunhas do dia negro de hoje. Embora tudo tenha começado ontem, quando as nossas tropas partiram para Quelurrian, e daí para o posto fronteiriço, a desgraça aconteceu hoje. E parece que a sorte não esteve do nosso lado, em nenhum momento. Perdemos o nosso Senhor... Fez uma pausa, na qual voltou a olhar para o corpo. - ... perdemos uma centena de homens sempre fiéis a este senhorio... Olhou para algumas mulheres que estavam a chorar naquele momento de forma silenciosa. - ... e tudo isto em vão, sem termos conseguido recuperar a Senhora d'ElMar. O nosso único objectivo, aliás. Começou a andar em círculos, de forma lenta. - Não podemos no entanto perder a esperança de que bons tempos se possam aproximar. Os reinos fizeram as pazes e neste momento a guerra terminou. Não existem ataques eminentes. Tempos de paz se avizinham, visto que tenho como garantia do próprio rei que a minha mãe há-de regressar brevemente, custe o resgate o que custar. Aqui e ali, uma pessoa sorria. Também Fernindande sentiu vontade de o fazer. A boca torceu-se para cima. - Foi um dia negro, sim. Mas hoje, uma nova Era começa! Eu, Fernindande d'ElMar, declaro perante todo o meu povo, e pelo meu rei Hayden de Porana, o reino a que devo lealdade, que estou disposto a tomar o lugar do meu pai aqui, e dar a minha vida por cada um de vós! Algumas pessoas começaram a bater palmas, principalmente no lado esquerdo da praça. - Amanhã será um novo dia! O primeiro dia de um novo ciclo! Receberei de todos vós sugestões! Reunir-me-ei com cada um dos grupos existentes no senhorio; com todas as idades, profissões... aconselhar-me-ei junto de cada opinião! Tentarei ser em tudo um sucessor digno do meu primerio antepassado de além mar: Fernindande I! Sou a oitava geração desta grande família! perante vós assumo a minha responsabilidade, a minha vida! Perante vós juro ser Fernindande II d'ElMar até ao dia em que for chamado à outra vida. O povo explodiu em aclamações, uma mistura de tristeza e esperança, melancolia e alegria. Muitos gritavam «ElMar!». Outros «Porana!». Mas o grito que mais comoveu Fernindande foi «Viva Fernindande II! Viva Fernindande II!». _____ A lua estava cheia naquela noite, iluminando o jardim do senhorio. Da varanda-ponte, Fernindande via lá ao fundo a floresta, e num plano mais próximo todas as casas do senhorio. Algumas deixavam passar luzes de candeeiros pelas janelas, mas àquela hora a maioria das pessoas já estavam a dormir. A noite estava calma, nem fria nem quente. Ouviu passos atrás de si. Era o Mestre Sagitis. Este ajoelhou-se, e olhou para o chão. Fernindande apressou-se a levantá-lo, e depois abraçou-o com toda a força. - Meu Senhor... - disse o mestre, atrapalhado. - Pode continuar a tratar-me por «menino», Mestre? - perguntou Fernindande, e ambos se riram nervosamente. Depois, do nada, os olhos do novo Senhor d'ElMar contraíram com força, e lágrimas foram derradamas destes. O Mestre apertou o abraço, que foi o suficiente para Fernindande ter deixado de se sentir sozinho. Tinha um povo para cuidar, mas esse era um peso demasiado grande para conseguir suportar. - Não fui feito para isto. - desabafou, quebrando o abraço, e apoiando-se com as mãos no beiral da varanda - Fui feito para viajar pelo mundo, descobrir novos horizontes; só com uma mochila às costas, sem saber o que me esperava a próxima légua de caminho. E Eryanna.... oh! Tenho saudades de Eryanna! Acha que ela volta, mestre? - Não sei, se... menino. - Espero que volte. - suspirou Fernindande, olhando para a lua cheia, com tanta luz que quase lhe feria os olhos húmidos. - Se voltar, pedir-lhe-ei desculpa. E será minha hóspede de honra até se cansar do senhorio. Sinto que podíamos ter sido grandes amigos. Mas parece que agora é tarde demais. - Menino, se quiser, podemos enviar um mensageiro em busca dela. - Não! - apressou-se Fernindande a dizer - Se ela quiser voltar, voltará por si mesma. Magoei-a bastante, tenho a certeza disso. Fui injusto. Depois de um silêncio de alguns segundos, o Mestre Sagitis disse algo. - O menino cresceu bastante nas últimas vinte e quatro horas. Deu um pulo intelectual. O que diz é mais correcto do que o que antes dizia. - sorriu para o seu antigo aluno - Orgulho-me de si. - E eu agradeço esse orgulho. - retribuiu Fernindande. - Boa noite. E afastou-se com uma vénia rápida. Fernindande ficou ali por mais alguns minutos, a sentir o ar da noite passar-lhe pelos cabelos negros. Cheirava esperança no ar, apesar de todas as tristezas, e da prisão perpétua no senhorio a que se submetera nessa tarde. Sentia que as coisas afinal até se podiam compôr. Sentia que aquilo não era um fim, mas apenas um começo... uma nuvem ocultou a lua, e a escuridão cobriu o mundo. * * * |
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| Leto of the Crows | 28 Oct 2009, 07:55 Post #1300 |
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Eryanna observou a transformação do lobo, sem se mencionar. Mas, após a reprimenda que a rapariga lhe deu, não deixou de acrescentar: - A caça está no instinto do lobo. É correcto fazê-lo. Perder o instinto é perder a essência. Aproximou-se, ficando a escassos metros da rapariga, mas com um interesse notavelmente maior no lobo. |
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| Minakie | 28 Oct 2009, 08:36 Post #1301 |
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- Eu não lhe nego o seu direito de caçar. - disse Lyra olhando para Eryanna com um sorriso - Mas ele sabe que não deve faze-lo na minha frente. E ele nem aprecia lebres, para começar... acha que não são um desafio. O que ele quer é provocar-me e eu isso não posso deixar. Pousou a mão na cabeça do pequeno lobo que parecia estar a rir com ar travesso e ele lambeu-lhe a mão. - Talvez tenha vivido com os elfos demasiado tempo. - ponderou Lyra com uma sobrancelha franzida - Mas ele sabe como eu sou e respeita-me porque me compreende. Digamos que hoje lhe está a apetecer ser um pouco travesso. Kamots abanou a cauda e começou a mordisca-la. Lyra sorriu e voltou a respirar o ar puro daquele bosque. Lembrava-lhe a sua floresta. Tudo ali parecia tão perfeito que desejou que aquele momento não tivesse de acabar. |
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| Leto of the Crows | 28 Oct 2009, 09:11 Post #1302 |
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Eryanna fez um leve aceno em sinal de compreensão e sorriu-lhes. O melhor seria pôr-se a caminho novamente. Apesar de não saber bem para onde. O melhor a fazer seria comprar um mapa na aldeia mais próxima por onde passasse. - Foi um prazer, senhoras e senhor - disse para a rapariga, para a égua e para o lobo, depois de ajeitar a capa e atirar a mochila para trás das costas. E para além do mapa, um cavalo também lhe daria uma ajuda. |
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| Minakie | 28 Oct 2009, 16:31 Post #1303 |
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A nostalgia daquele sítio estava a dar-lhe saudades de casa. Não daquela cabana frágil, mas da floresta. Sentia falta da calma da sua floresta e da simultânea confusão gerada pelos seres vivos que lá viviam. E pela primeira vez sentia também saudades daquele elfo chato. - Kamots, vamos para casa. - foi tudo o que conseguiu dizer. No segundo seguinte estavam de volta. Luana estava no seu estábulo enquanto Lyra e Kamots estavam sentados no exterior da cabana, sentindo o vento passar. - Menina Lyra que prazer te-la de novo por cá. Já de volta? A voz parecia-lhe familiar e soube de quem se tratava sem mesmo ter de se virar. Um sorriso convencido desenhou-se no seu rosto pois já sabia o que se seguiria. Desta vez, porém, estava preparada. Pela primeira vez sentia-se realmente em casa. Era bom estar estar de volta, mas parecia que na realidade nunca chegara a partir. Nada parecia ter mudado na sua ausência. Nem mesmo Glabel parecia ter-se esquecido daquela brincadeira estúpida. Era bom saber que a vida continuaria o seu rumo apesar de tudo. |
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| Leto of the Crows | 28 Oct 2009, 17:18 Post #1304 |
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Eryanna piscou os olhos, com aquela desaparição súbita. Tinham partido mais depressa que ela própria. Sorriu para si e avançou pelo bosque com passadas rápidas, saltando por cima de raízes, enquanto admirava a natureza à sua volta. Esperava sinceramente que Fernidande estivesse bem, apesar de tudo, pensou, olhando vagamente para o caminho indistinto que percorrera. Talvez um dia se voltassem a ver, talvez um dia ele resolvesse visitar a terra para além do mar. Talvez. *** |
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| Griffin | 28 Oct 2009, 20:40 Post #1305 |
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O reino de Lapko, facilmente triunfou. Se o seu rei tivesse aparecido mais cedo, e dado ordens para continuar a guerra, o resultado não seria o mesmo. Mas o tempo que a guerra esteve parada, deu tempo para que os guerreiros e magos de Lapko evoluíssem, e superassem Porana. Apesar das buscas, o rei Zak não apareceu, e iniciou-se um poder militar sobre todo o reino. Porana foi anexada a Lapko, e viveu-se alguns anos de pouca prosperidade desse lado do reino, já que todos os recursos eram movidos para Lapko. Eventualmente, a situação estabilizou, mas talvez o período sem guerra, anteriormente ao actual, tivesse sido o melhor para as pessoas de Porana. Robert, que agora fazia parte da parte administrativa de Porana juntamente com o ex-rei Hayden, tombou com a cabeça na mesa, cansado de tanta papelada. - Hayden?... - Sim... - Respondeu, desanimado. - Aquela dos espiões foi uma ideia parva, não foi? - ....sim, foi. - O lama disse-lhe isso... - Eu ia lá acreditar num lama! Agora cala-te e trabalha. Já sabes que o Açabar não gosta quando os relatórios chegam atrasados. E continuaram a trabalhar, silenciosamente, pela noite dentro. FIM |
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