| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,632 Views) | |
| Noarin | 22 Mar 2009, 21:07 Post #106 |
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Iniciante
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Agora estava mesmo embaraçado. Uma elfa, de uma beleza extraordinária a falar comigo! Cocei a minha nuca, sem saber o que dizer. - Ah... Não foi nada - disse, sorrindo. Atras dela, via os outros a abandonarem o local, desinteressados. Não me podia entusiasmar demais, para o primeiro dia. - Bem... sabes quando vamos partir para espia-lo? - Os outros já deviam saber que eu também tinha ido para espiar, supus. Começava-me a sentir mais à vontade no meio dos meus novos amigos. Aguardei a resposta. |
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| Leto of the Crows | 22 Mar 2009, 21:24 Post #107 |
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Wiskas Saquetas
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- Penso que não esteja aqui toda a gente - respondeu Eryana. - Esperamos talvez até de manhã. Não temos razão para caminhar durante a noite. Olhou para os outros, esperando uma confirmação ou uma ideia diferente. |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 21:34 Post #108 |
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Iniciante
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Era já de noite. Nem tinha reparado. Olhei para o pequeno acampamento que estavam a montar na clareira do ponto de encontro. - Vamos, talvez possamos dar alguma ajuda. Caminhámos lado a lado até chegar ao acampamento. Encaminhei-me para o meio e fiz um grande círculo com pedras regulares e redondas. De seguida, construí um grande monte com troncos e pinhas e estendi a minha mão para o centro. Um punhado de labaredas vermelhas saíram desparadas para os ramos secos, que começaram a arder imediatamente. Puxei os meus joelhos para o queixo e fechei os olhos. Estava muito cansado, mas não queria dormir. |
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| Lifer | 22 Mar 2009, 21:42 Post #109 |
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A vendedora de jornais
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Karissa viu, preplexa, o curamento do cão. Farniel tinha-se transformado, agora podia ver, numa fénix pequena, com uma penugem dourada e avermelhada, era bela. Ele tinha chorado para o ferimento do cão e este tinha sido curado, simplesmente. Karissa estava espantada com tal magia! Acreditava que Corinne não saberia fazer tal coisa. Mas, no fim de contas, era magia. E um mágico treinado, muito treinado, como ele, saberia fazê-lo. Agora olhava para o cão e fazia-lhe festas confortantes, para que ele se alegrasse. - O pior já passou. Agora é habituar-se a estar bem! - gracejou, para Eryana. Depois perguntou-lhe - Há quanto tempo é que foi atingido? |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Miguel | 22 Mar 2009, 21:43 Post #110 |
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Membro
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Depois de montar o acampamento fui ter Com o meu amigo de infância. -Queres vir comigo à capital? Em vez de estarmos todos aqui, nós os dois pudiamos ir para um hotel da capital! Já tenho um quarto para mim, ou melhor, um estabulo! Pois sabes a forma do meu corpo - disse eu com um ar embaraçado. -Antes de irmos dormir eu mostrote um bocado da cidade, hoje esplurei metade dela! E temos muita coisa para falar! Gostava que viesses comigo! |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 21:55 Post #111 |
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Iniciante
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Olhei bem para o centauro. Estava muito maior, não havia a menor sombra de dúvida. Lembrava-me quando era pequeno, costumava montar o meu amigo, e iamos a correr pelos prados, felizes. Há tanto tempo que não sentia aquela felicidade. - Sim, adorava ir contigo! Talvez possamos ser os primeiros a descobrir alguma coisa! - exclamei com entusiasmo. Levantei-me num ápice e peguei na minha mochila. - Vamos? |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 22:02 Post #112 |
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Iniciante
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Ele mostrou-me um sorriso rasgado. De seguida, desapareceu. Eu olhei para floresta, sabendo para onde ele tinha ido. Comecei a correr também. Na minha forma lenta e preguiçosa de humano, nunca o iria apanhar. Dei um salto e transformei-me na fénix. Com fortes batidas de asas, conseguiria apanha-lo. Passado um pouco, ouvi os cascos a baterem contra o chão num rápido galope. Aproximei-me dele e continuamos a correr... e a voar. |
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| Miguel | 22 Mar 2009, 22:08 Post #113 |
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Membro
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-Vamos então-disse com um surriso. Seguido por Farniel foi em direcção aos portões da cidade. Chegamos à cidade e encontramos um senhor idoso. Mas... Era o dono do hotel de onde eu ia pernamecer durante a aventura! Foi ter com ele com um ar preocupado. Reparei que ele tinha a cara com manchas pretas provavelmente de um fumo. -O senhor está bem?- perguntei ao idoso. -Atr, Atr. Tussiu o homem. Oh meu deus! O meu Hotel! está a arder! -Não se preocupe tenho a sulução para si! - respondilhe olhando para o meu amigo. -Mostra o que vales! |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 22:25 Post #114 |
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Iniciante
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Como já mencionara antes, não gostava muito de exibir as suas capacidades, mas isto não era um momento desse tipo. Era um momento de apuros! Aproximei-me rapidamente do edifício e levantei as minhas mãos. Fechei os olhos e tentei concentrar-me. - Vá lá, por favor, faça alguma coisa! - suplicou o velho. O fogo começou a aproximar-se das minhas mãos e eu puxei-as para trás. As enormes labaredas avançaram perigosamente, e envolveram-me, como se me tivessem a atacar. Não fazia qualquer diferença, eu não sentia qualquer tipo de dor. Cerrei os punhos com força e o fogo desapareceu no ar, deixando um rasto de fumo para trás. Tinha tudo acabado. O edifício velho não tinha resistido. Encontrava-se como velhas ruinas, com várias paredes deitadas abaixo e tudo preto. Olhei para o idoso, com tristeza. - Receio que não há mais nada a fazer. Lamento mesmo muito. O idoso estava agora ajoelhado, chorando ruidosamente. De repente, virei-me para o grande centauro. - Quem fez isto?! |
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| Alfador | 23 Mar 2009, 02:34 Post #115 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o rapaz, endireitando-se. Só dizia disparates. Mas quando notou que ele não iria desistir, mantendo a coragem apesar do desafio... Err'Ktorg sorriu. Mal o rapaz lançou o seu grito de guerra, Err'Ktorg inspirou fundo, baixando o machado e curvando-se novamente, endireitando a sua cabeça, pronta a levar com a espada de Fernindande. Num instante, Err'Ktorg deu uma pesada passada com a sua pata direita, e soltou um guincho grave e tremendo, brandindo o seu machado do lado esquerdo. Aldeões tiveram impressões na pele, outros, taparam os ouvidos e gritavam impropérios abafados. O som ecoou pelo ar; pedaços de algum artesanato de barro também. |
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| Sapiens | 23 Mar 2009, 12:56 Post #116 |
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Chefe da Estação
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A espada descia no seu percurso, rumo à cabeça da lagartixa-indefesa-que-afinal-era-fraquinha. Iria ser mais fácil do que estava à espera. No entanto, no último momento, o seu adversário deu um passo em frente e... gritou, guinchou, forçou as cordas vocais... de tal forma... que... Fernindande desiquilibrou-se para o lado esquerdo e largou a espada, levando as mãos aos ouvidos, e dando sucessivas passadas para trás. Depois pegou na espada e, aproveitando a distracção das restantes pessoas, que também tinham ficado atordoadas, saiu dali a correr, assustado, e envergonhado com a rápida derrota. Os ouvidos doíam-lhe tanto que Fernindande pensou que iam rebentar. Continuou a correr pelas ruas, de vez em quando olhando para trás. Virou à direita num cruzamento e perdeu de vista a confusão que se tinha ali formado. Outras pessoas corriam na direcção contrária à dele, para verem o que se estava a passar. Fernindande abriu a porta de casa e fechou-a com um estrondo. Arrependeu-se da brusquidão com que o fez, porque ainda lhe deu mais dores ao nível do sentido auditivo. A sua mãe estava a arrumar roupas em malas. Olhou para ele com um ar reprovador, e observou a espada que ele trazia desembainhada. - Em que sarilhos te meteste desta vez? Hm? - inquiriu ela, levantando-se. Estava de cócoras, antes. - Voltaste a jogar à espada com alguém mais experiente do que tu, suponho! Fernindande aproximou-se da mesa e sentou-se numa cadeira. A respiração estava acelerada, tanto do susto como da corrida que fizera para chegar até casa. Não estava com disposição de contraria a mãe. Estava com disposição, isso sim, para... regressar ao senhorio de seu pai, onde ficaria bastante descansado, em paz, sem lagartos-que-começam-por-derrubar-ao-chão-e-que-depois-têm-um-machado-de-guerra-gigante-e-que-guincham-como-vulcões-em-erupcção para o incomodar, ou estragar o dia. Definitivamente, seria esse o seu destino. - Minha mãe... - hesitou, mas depois prosseguiu - Penso já estar de acordo em partir para o Senhorio de meu pai, consigo. - E mesmo que não estivesses! - contrapôs ela, recomeçando a dobrar a roupa. - Faz-te útil e vai arrumar o material da cozinha que possa ser carregado pelo nosso burro. E ele assim fez. |
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| Alfador | 23 Mar 2009, 13:25 Post #117 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o rapaz, quando este saiu a correr, com uma cara algo surpresa. Algo que Chioglossa nunca tinha visto. - Uh... Eu estava mesmo à esperrra de combate. - soltou Err'Ktorg, endireitando-se e arrumando o machado. Desapontado, Err'Ktorg olhou em volta, mas ninguém parecia inclinado em substituir o rapaz que fugira. Uns afastaram-se ligeiramente, outros ainda gritavam ao espectador vizinho para confirmarem se ficaram ou não surdos. Gritara demasiado forte. Aproximou-se de Chioglossa. - Vamos então. Fiquei algo currrioso quanto a esta demanda estúpida. Se nos derrr dinheiro, tanto melhorrr. - disse Err'Ktorg, fitando mais uma vez o papel. - Esqueci-me que não temos nada. A bússola fica para depois. |
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| Leto of the Crows | 23 Mar 2009, 15:03 Post #118 |
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Wiskas Saquetas
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- Foi atingido ao príncipio da tarde - respondeu, deixando-se sentar numa pedra, à beira do caminho. - Passou por cima da minha cabeça, vindo de lugar incerto. Não imagino como deixará a Deusa que tal gente ande impune pelos seus caminhos. O cão começou a acordar e olhou desorientado para o que o rodeava, fitando primeiro Eryana e depois Karissa. - Ora cá está ele, novinho em folha - disse, para o cachorro, sorrindo de contentamento. |
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| Noarin | 23 Mar 2009, 16:07 Post #119 |
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Iniciante
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O centauro olhou para mim com uma expressão preocupada. Podia apostar que naquele momento, ele sabia quem tinha feito aquilo. Lapko. Tinha de avisar os outros, e rapidamente. Muito rapidamente. A vida de todos estava em jogo. Comecei a correr e dei um salto, transformando-me na fénix. Tinha de sobrevoar a floresta inteira, por isso era melhor despachar-me. |
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| Kathleen | 23 Mar 2009, 16:57 Post #120 |
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O Mal
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Corinne olhou de lado para os outros presentes. Talvez devesse começar a missão sozinha e não esperar por ninguém. Seria mais simples do que meter-se em encrencas por causa daquela... gente. Tirou para fora um livro que abriu com cuidado, mais para dar uma aparência de importância que por ser verdadeiramente necessário. De qualquer das formas, não estava mesmo interessada no seu conteúdo, antes no que a rodeava. Fingindo estar a ler, observava calmamente os outros presentes. Olhou a elfo e a rapariga loira, que pairavam em volta do cão como se de uma criança se tratasse. Depois perscrutou a fada de azinhas azuis, bem humorada, e de seguida o outro rapaz, o do unicórnio. Gostaria de saber as intenções de todos. Subitamente, lançou de novo os olhos ao livro, e rodou-o apressadamente; colocara-o de pernas para baixo. Resmungou baixinho, e desejou que Cross não estivesse lá em cima nos ares mas ao pé de si. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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