| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,566 Views) | |
| Lifer | 11 Oct 2009, 20:23 Post #1096 |
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A vendedora de jornais
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- É verdade - concordou como ocmentário de Érre K'Torg . |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| SkyStorm | 11 Oct 2009, 21:50 Post #1097 |
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Viajante de Honra
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- Claro que não somos uma boa razão para um espião estragar um disfarce. A missão é mais importante que tudo o resto. A não ser que estejamos relacionados com ela, não faz sentido - Voltou-se para Sousa. - Então? |
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| Kathleen | 11 Oct 2009, 23:10 Post #1098 |
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O Mal
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— É óbvio que ele precisava da nossa (minha) ajuda! Provavelmente meteu-se nalguma confusão e agora temos de o ajudar a desenrascar-se. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Minakie | 12 Oct 2009, 07:55 Post #1099 |
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Forever jobless, matey!
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Lyra revirou os olhos. Eles é que estavam metidos numa confusão da qual tinham precisado de ajuda para se livrarem. Olhou para Kamots e viu que este também a olhava. Estariam a pensar o mesmo? |
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♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ Romantic asexual: warm, subtle and ready to cuddle. ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ | |
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| Sapiens | 12 Oct 2009, 11:47 Post #1100 |
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Chefe da Estação
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Passou-se uma hora até Fernindande ter conseguido chegar, por fim, e exausto, à entrada da cidade de Quelurrian. Ouviam-se ao longe sons de grandes multidões. Mas a primeira fileira de casas, na sua calma serena da noite, não correspondia com o que se ouvia. Gritos de guerra, cavalos a relinchar, alguns grupos a rirem-se. Era uma tensão estranha. Contornou as casas pelo lado direito, e seguiu em frente por uma ruela meio abandonada. No chão viam-se muitas pegadas, e o terreno estava muito batido. Um grande grupo de pessoas passara por ali há pouco tempo. Fernindande sabia quem tinham sido, não precisava de se perguntar acerca disso. Quando chegou ao fim da rua, chegou ao largo principal da cidade. Quelurrian era uma cidade militar. Muito dirigida para a criação e treino de grupos armados, protegia também o reino de Porana de todas as investidas de Lapko que passassem pelo Norte. Embora Suecra estivesse melhor localizada em termos geográficos para a defesa do reino, visto estar centralizada, Quelurrian é que se dedicava, quase a cem por cento, à parte militar. Os habitantes da cidade que não eram soldados, ou guerreiros de alguma espécie, trabalhavam nos campos para alimentar a todos, ou arranjava os metais e os transformava em armas e armaduras, para os soldados usufruírem. Nos últimos anos poucos tinham sido os conflitos armados, daí que o número de tropas tivesse vindo a crescer, sem grandes perdas. Fernindande desconhecia o número exacto, mas seriam com certeza mais de três mil, dos quais metade ainda estavam em fase de treino. Somando aos cerca de quinhentos que o Senhorio d'ElMar dispunha, e partindo do princípio que nem todas as tropas do rei iriam fazer parte da missão, seriam, no mínimo, uns dois mil, a invadir o território inimigo. Uma batalha das grandes. O largo principal da cidade tinha o nome de "A Frente", referente à frente de uma batalha. Era bastante grande, com quase quinhentos metros quadrados de área. Era suposto que as tropas se organizassem ali antes de partirem para uma missão. E, de facto, lá estavam centenas de soldados, cavaleiros, arqueiros, e mais umas quantas pessoas que pareciam deslocadas daquele ambiente. O próprio Fernindande, com a sua vestimenta verde à Robin dos Bosques, que comprara naquela manhã com Eryanna, e o chapéu triangular na cabeça, tudo sujo de lama já seca. Os soldados agrupavam-se, afiavam as suas armas, colocavam as armaduras. Vivia-se um ambiente tenso, embora aqui e ali alguns grupos, provavelmente não totalmente sóbrios, riam à gargalhada. Fernindande percorreu a praça de forma receosa, em busca do seu pai. O que era difícil, devido à enorme quantidade de gente que estava ali. Um cavalo passou a correr à sua frente, quase o atropelando. Ignorou e seguiu em frente. Talvez Sir Auguskhar nem sequer estivesse ali. Provavelmente estaria numa sala duplamente protegida, a discutir a táctica com os responsáveis pelas tropas do rei em Quelurrian. Nesse caso, seria impossível de falar com ele. E o que lhe dizer, afinal de contas? Olá pai; desculpe por ter perdido a mãe; decidi que quero dedicar a minha vida ao senhorio; a começar exactamente por lutar a seu lado nesta missão; tenciono sobreviver e vir a sucedê-lo um dia mais tarde; já pus de lado todos os meus sonhos...? talvez isto. Um homem grande, com os seus dois metros, agarrou-lhe no braço. - Tu. - Fernindande não o reconheceu, e ficou assustado com a ferocidade com que o outro lhe estava a falar. - 'Que 'tás 'qui a f'zer? Será que o homem o estava a reconhecer? Tinha dúvidas disso. - Eu sou Fernindande d'ElMar, o herdeiro de Sir Auguskhar, e ando à procura do meu pai. O senhor por acaso não saberá onde...? O "gigante" saltou para trás de repente, levando as mãos à cara, e caindo desamparadamente no chão. A atenção das pessoas que estavam num raio de cinquenta metros viraram-se para eles, tal foi o som grave que o corpo fez ao cair no chão. De repente, o gigante levantou-se e olhou furioso na direcção de Fernindande, apontando-lhe o dedo indicador. - Po'qué' qu' m' fizest' isso? - rosnou, avançando para Fernindande, que estava aterrado de medo. - Vais p'gá-las! Ninguém bat' em Judar e s' gaba disso. De seguida elevou o braço direito e espetou um murro certeiro no ventre de Fernindande, que literalmente voo um metro e meio para trás, indo-se estantelar no chão. - O que...? - murmurou Fernindande, de olhos fechados, e atordoado. À sua volta ouvia gritos de pessoas a apoiarem o tal Judare, ou o que era. Não teve tempo de acabar a frase. Foi elevado no ar por umas mãos grandes e fortes, e projectado para a frente como um saco de batatas. No momento do impacto o pico mais alto da excitação por parte dos soldados que tinham feito uma roda à volta deles fez-se sentir, com exclamações de «dá-lhe!», ou «acaba com ele!», ou «Judar é campeão!». Fernindande colocou uma mão no chão e tentou erguer-se. Estava, no entanto, dorido. Abriu os olhos e viu um pé a vir com força na direcção da sua nuca. |
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| Erok | 12 Oct 2009, 12:00 Post #1101 |
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Old School
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Knox acordou. Levantou-se, ainda ressentindo-se das dores causadas pelo ataque do lagarto. Viu as celas abertas, a a ausencia dos prisioneiros, assim como um grupo de soldados que descia as escadas. Viu tambem o buraco na parede, porta por onde obviamente se tinham escapulido. Não esperou por nada nem ninguem e seguiu por ali rapidamente. |
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Name: Hideo Raiji Position: Capitão Weapon of choice: Quatro pistolas, punhal Akuma no Mi: Tamashī Tamashī no mi Wanted reward: 0 berri Signature moves: Bullet Tornado | |
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| Leto of the Crows | 12 Oct 2009, 19:00 Post #1102 |
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Wiskas Saquetas
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Eryanna continuou a avançar a corta-mato pelo crepúsculo, até Quelurrian, onde chegou era já noite. Àquela hora a cidade pululava de vida, havia tipos armados por tudo o que era lado, envergando as suas armaduras e armas como troféus. Escondeu os seus sabres sobre a capa, e continuou a avançar, cidade a dentro. |
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| Griffin | 12 Oct 2009, 19:00 Post #1103 |
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Ditadora local
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Sousa ergueu um sobrolho quando todos começaram a falar. - Parecem tirar conclusões por mim, deixo-vos a falar. - Andou mais um pouco antes de se dirigir ao grupo. - Verificaram se a passagem se fechou? |
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| Minakie | 12 Oct 2009, 19:16 Post #1104 |
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Forever jobless, matey!
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- Hmmm... na verdade... - disse Lyra ao sentir os pelos do pescoço de Kamots eriçarem-se e ouvi-lo rosnar baixinho - Acho que o Knox vem neste momento atrás de nós... Acham que damos conta dele novamente? - perguntou num tom meio irónico. Estavam todos livres, ainda que estivessem num corredor não muito amplo, todos os magos eram agora livres de usar magia. Nada lhe indicava que não fossem capazes. |
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| Griffin | 12 Oct 2009, 19:23 Post #1105 |
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Ditadora local
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Sousa suspirou, as suas suspeitas eram confirmadas, não eram espiões treinados. Tirou do bolso um anel que passou a Corinne. - Tome, tenho a certeza que você e os restantes magos podem dar conta dele, caso ele saiba guiar-se por estas passagens. - Virou-se e acrescentou mais baixo: - O que eu duvido que consiga. Um pouco mais adiante, estacou e fez sinal para o grupo se silenciar. Kamots podia também sentir algo a aproximar-se, mas não era Knox. Começou a ouvir-se um arrastar de dentro das paredes, e subitamente de um buraco, surge uma pequena mão preta, seguida de uma larga cabeça com grandes olhos. - Érre! Encontrei-te! Zeca! - Exclamou alegremente Chioglossa. Zeca apressou-se para o dono e lambeu-lhe a face, alegre. - Tenho as tuas armas, Érre. Sousa voltou a erguer o sobrolho. - Eu não vou perguntar-me como isto aconteceu. - Disse, continuando o caminho. |
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| Sapiens | 12 Oct 2009, 19:29 Post #1106 |
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Chefe da Estação
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Não haviam sinais de qualquer luta passada, apesar do confronto que ali se estabelecera à coisa de quinze minutos entre Judar e um qualquer rapaz que, circulavam rumores, afirmava ser o herdeiro à coroa. Pelos vistos era o filho do ferreiro, segundo era contado pelas más línguas. Uma mulher correu na direcção de uma outra que por ali passava, agarrando-lhe no braço. Reparou nas suas orelhas estranhamente pontiagudas, como se fosse vítima de uma deficiência. - O que faz aqui uma mulher, no meio da praça, a estas horas da noite? - estava exaltada. |
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| SkyStorm | 12 Oct 2009, 19:39 Post #1107 |
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Viajante de Honra
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- Não estamos a tirar conclusões, apenas não estamos com vontade de cair no erro de seguir alguém cegamente outra vez - sibilou Arien, seguindo Sousa no entanto. Os seus únicos desejos eram sair dali para fora e ter uma arma na mão. Não necessariamente por essa ordem. |
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| Leto of the Crows | 12 Oct 2009, 19:47 Post #1108 |
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Wiskas Saquetas
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- Esta mulher procura uma pessoa - respondeu Eryanna, fitando a senhora com atenção. - O herdeiro d'ElMar, mais concretamente. Sabe-me dizer onde o posso encontrar? Esperou que a outra lhe largasse o braço. |
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| Sapiens | 12 Oct 2009, 20:32 Post #1109 |
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Chefe da Estação
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- Falemos noutro local! - exclamou, encaminhando-se para um edifício num dos lados da praça. - E sim, talvez lhe possa dizer alguma coisa a esse respeito. |
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| Kathleen | 12 Oct 2009, 20:38 Post #1110 |
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O Mal
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Pegou no anel e inspeccionou-o. Não fazia ideia para que servia. Como era evidente, também não o iria admitir. Enfiou-o num dedo e seguiu o homenzinho. |
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