| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,567 Views) | |
| Griffin | 10 Oct 2009, 21:40 Post #1081 |
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Ditadora local
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- Isso explica porque estavam alguns soldados embriagados. Sousa andou pelo corredor, não parecendo ter dificuldade em encontrar o caminho certo quando havia várias escolhas. |
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| Alfador | 10 Oct 2009, 21:55 Post #1082 |
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O Maquinista
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A face de Err'Ktorg mudou subitamente, numa mistura de raiva e cepticismo, enquanto acompanhava o passo de todos. |
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| Lifer | 10 Oct 2009, 22:07 Post #1083 |
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A vendedora de jornais
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Karissa seguiu Sousa observando o espaço em volta. - Suponho que o cão fique lá. Espero que se solte. - comentou. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 11 Oct 2009, 08:35 Post #1084 |
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Wiskas Saquetas
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Fizera uma espécie de contrato com o rei, por isso deveria espiar o reino inimigo. Assim sendo, os seus passos levaram-na em direcção à fronteira. Abandonou o trilho e partiu a corta-mato, com destino à estrada principal, para poupar horas de caminhada. |
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| Minakie | 11 Oct 2009, 09:28 Post #1085 |
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Forever jobless, matey!
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Kamots sentiu-se um pouco inquieto com o comentário referente a Luana. Ela fazia parte da sua matilha, como podiam dizer tal coisa? Mas lyra não parecia preocupar-se minimamente. Sabia que Luana os encontraria facilmente assim que estivessem em segurança. A ligação que as unia garantia-lho. Limitou-se a seguir Sousa e o resto do grupo, olhando para as paredes e para as tochas sem nenhum interesse especial. |
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♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ Romantic asexual: warm, subtle and ready to cuddle. ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ | |
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| Sapiens | 11 Oct 2009, 11:36 Post #1086 |
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Chefe da Estação
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Passaram-se algumas horas até que Fernindande tivesse ganho alguma força de vontade para se mexer. Sentou-se na cama, esfregou a cara, e saiu do quarto. Pela luminosidade que estava na Ala Real, já seriam umas oito horas da noite. Desceu lentamente as escadas em caracol, sempre a olhar para o chão, e fazendo com que cada movimento parecesse um tortuoso martírio. Quando finalmente chegou ao rés-do-chão, saiu do edifício. Atravessou a ponte. Foi encontrar o Mestre Sagitis no outro lado, a cortar as unhas. - Mestre. - disse Fernindande, com pouca vontade, quando passou por ele. - Menino? - Sagitis parecia surpreendido por ele estar ali. Levantou-se apressadamente e escondeu a tesoura atrás das costas. - O que está a fazer aqui? Não devia estar a caminho de Quelurrian com o seu pai? - Hm? - perguntou Fernindande, e imediatamente a seguir levou a mão à testa, lembrando-se subitamente que era suposto todos os soldados do Senhorio d'ElMar se juntarem às tropas do rei em Quelurrian, para aí preparar um exército que invadisse o reino inimigo de Lapko. - Ah! Eles partiram há muito tempo? - Meia-hora, se tanto. - respondeu Sagitis, e passou a língua pelos lábios para os humedecer - O menino ainda os apanha se for a correr. Isto é... se o menino quiser ir, claro!... O seu pai não lhe deixou nenhuma indicação? O meu pai não me dirigiu uma única palavra, Mestre. - Não. - limitou-se a responder. - É que pode ter-se dado o caso do seu pai o querer manter aqui protegido, visto que é o seu único herdeiro. - fez uma pausa, e hesitou na seguinte frase. - No entanto... e como foi o menino que... que, digamos... foi o... responsável por... - Não tenha problemas em dizê-lo, Mestre. Eu assumo a minha responsabilidade. - disse Fernindande, com uma expressão pesada. - É graças a mim que tudo isto está a acontecer. - Pois. Bem... - continuou Sagitis. - A escolha é do menino. Se se acha pronto para partir para a guerra e, digamos, remendar os seus erros, então vá. No entanto, e agora vou falar com a voz da sensatez... se o menino partir e... não voltar... e se por acaso o seu pai... também... não voltar... então o Senhorio d'ElMar enfrentará graves problemas a nível interno. Fernindande ainda não tinha posto essa possibilidade da mesa. Até agora sempre pensara positivamente; ia recuperar a mãe, porque era a sua missão. E se morresse? Haveria honra numa morte que, com falta de sensatez, eliminasse o único herdeiro do clã d'ElMar? Talvez a honra estivesse em ficar, pronto para suceder o pai. Ou partir para o coração da batalha, e morrer?... - O meu conselho é que fique. - disse Sagitis, calmamente. - Obrigado pelo seu conselho. - respondeu Fernindande, estendendo a mão, e apertando a do mestre. Depois, sem nada que o fizesse prever, avançou na direcção contrária à da Ala Real. Estava decidido. Ia para a guerra, e ia trazer a mãe; mesmo que isso lhe custasse a vida. |
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| Lifer | 11 Oct 2009, 11:49 Post #1087 |
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A vendedora de jornais
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Karissa continuou a andar atrás de Sousa. - Uau, como é que o musgo pode dar esta luz... - murmurou para si. |
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| Sapiens | 11 Oct 2009, 12:25 Post #1088 |
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Chefe da Estação
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Quando Fernindande passou a fronteira do senhorio, sem nenhum guarda à entrada a controlar (deviam ter ido mesmo todos para Quelurrian), começoua correr na direcção oeste, à máxima velocidade. É claro que, em menos de um minuto, já estava de rastos, e teve de parar para descansar. Quando, cinco minutos depois, recomeçou a corrida, tropeçou num ramo escondido na penumbra da noite, e caiu no chão desamparadamente. E, logo ali, onde um pequeno riacho corria. Ficou todo molhado e sujo de lama. Com a mão tentou limpar-se, mas só espalhou a terra húmida por mais espaço da roupa. Respirando de forma ofegante, levantou-se, e recomeçou a sua corrida. Uma música, lá muito distante, começou a ser ouvida por ele. Não parecia vinda de lado nenhum, talvez apenas de dentro da sua cabeça. Nas vagas do mar que ondula Hoje te aportaste, de vela estendida. Era a música que Eryanna lhe cantara, na véspera, quando estavam a caminho do senhorio. E agora estavam separados para sempre. Ela, iria continuar a sua viagem pelo mundo, em busca de nada a não ser aventuras. Ele, estava destinado a econtrar a sua mãe; e, depois disso, ou morrer na batalha, ou suceder o pai no senhorio (ou na prisão perpétua, como ele por vezes lhe chamava). Parou para descansar mais um pouco. A noite estava fria. Depois acelerou novamente. |
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| SkyStorm | 11 Oct 2009, 17:12 Post #1089 |
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Viajante de Honra
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Arien estendeu um braço e tocou no ombro de Sousa, tentando pará-lo. - Muito bem, amigo, está na hora de umas respostas, não? Para onde vamos? E quem raio és tu e porque nos ajudas? |
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| Lifer | 11 Oct 2009, 19:37 Post #1090 |
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A vendedora de jornais
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- Ele não disse já que era espião? -perguntou a Arien. - Acho que disse. |
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| SkyStorm | 11 Oct 2009, 19:41 Post #1091 |
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Viajante de Honra
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Arien olhou de lado para Karissa. - Mais uma razão para se explicar. Se era um espião não ia estragar o disfarce sem ter uma boa razão. |
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| Minakie | 11 Oct 2009, 19:55 Post #1092 |
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Forever jobless, matey!
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- Nesse caso deduzo que não te consideres uma boa razão. - comentou Lyra com tom divertido - Pelo que percebi ele já terminou o seu trabalho por aqui e está pronto para voltar e relatar ao rei o que descobriu pelo que já não precisa de manter o disfarce. |
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| Leto of the Crows | 11 Oct 2009, 20:05 Post #1093 |
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Wiskas Saquetas
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Eryanna parou a meio do caminho. A noite começava a cair e alguma coisa lhe pesava na consciência. Fernidande... o rapaz era teimoso o suficiente para se pôr a marchar para a guerra, e cometeria certamente um suicídio com tal insensatez. - Raios... - praguejou para si, dando meia volta. Seguiria o exército e tentaria defender o rapaz. No final de contas, um elfo nunca deixaria que uma vida se desperdiçasse, se o pudesse evitar, mesmo que com isso desperdiçasse a sua. |
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| Alfador | 11 Oct 2009, 20:06 Post #1094 |
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O Maquinista
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- Melhorrr... se o Rrrei tinha um espião aqui tanto tempo, e subiu em patente... QUE RRRAIO FAZEMOS AQUI? - bradou Err'Ktorg, com a língua gestual apropriada. |
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| Minakie | 11 Oct 2009, 20:12 Post #1095 |
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Forever jobless, matey!
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Perante tal afirmação, Lyra limitou-se a suspirar baixinho e nada mais disse. Também ela estava alerta para o caso de alguém tentar algum truque é claro, mas não deixava de conseguir sentir-se grata por já não estar naquela maldita cela. |
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