| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,633 Views) | |
| Kathleen | 21 Mar 2009, 19:59 Post #91 |
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O Mal
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O dia estava a correr mal. Primeiro a entrada, depois a fada, logo a seguir a elfo e ainda dois humanos (humanos!) com ares de crianças. Que estaria à espera deles naquela missão? Nada de bom, podia prever, ainda que os seus poderes de previsão fossem quase nulos. As bolas de cristal pareciam sempre estilhaçar-se, de uma forma ou outra. Levantou-se (sentada num tronco não pareceria nada digna) e afastou-se uns passos. Já dissera o nome à fada, e mesmo tal fora descuidado, não ia espalhá-lo por todos os que ali aparecessem. — Sabê-lo-ão no devido tempo. Uma águia piou nos ares. Sorriu ligeiramente. Cross não a deixaria só. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Leto of the Crows | 21 Mar 2009, 21:33 Post #92 |
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Wiskas Saquetas
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Revirou os olhos ao ouvir a resposta da mulher. Não percebia como pessoas como aquela se voluntariavam para serem espiões do rei. O que poderia ganhar, para além de sujar a roupa? Seria melhor ignorar. Virou-se, então, para a mulher que encontrara à minutos atrás. - Realmente tem razão. Mas não poderia adivinhar que se dirigiam para aqui. Sou Eryana - acrescentou, com um pequeno aceno de cabeça, como cumprimento. |
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| Miguel | 22 Mar 2009, 09:00 Post #93 |
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Membro
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Continuava a olhar para a fada. Quando fui enterrompido por uma voz conhecida. -O que estás a fazer? - perguntou a voz. Olhei para trás de mim e lá estava Santiago e Karissa. Não lhes dei emportancia, nem a eles nem à pergunta, mas parei de olhar para a fada. Karissa passara a meu lado direito derrubando meu braço, e continou a caminhar em direcção aos outros aventureiros. |
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| Tomoyo-chan | 22 Mar 2009, 13:49 Post #94 |
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A Luz
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Olhei para os seres que se aproximaram de nós. Uma elfo, que já conhecia de vista, já que partilhávamos a mesma floresta e dois humanos. Sorri para eles e disse: -O meu nome é Sakura. Espero que não nos atrapalhemos uns aos outros. Apesar da forma como estava a falar, as minhas asas azuis mostravam o meu bom humor. Aquilo até era capaz de ser divertido. |
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| Sapiens | 22 Mar 2009, 16:24 Post #95 |
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Chefe da Estação
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Fernindande engoliu em seco ao ver o lagarto-que-afinal-tinha-mais-armas-do-que-aquelas-que-Fernindande-vira-inicialmente-ele-ter retirar das suas costas um grandioso machado. A frase que disse tambéu o assustou. A firmeza com que agarrava a espada desapareceu, e por apenas um momento ele tentou resistir ao medo que sentia. Se se metesse com aquele bicho, Fernindande iria de facto ser obrigado a comer palha como o animal que era. Porque ia perder. Tossiu para aclarar a voz. Baixou a espada e tentou fazer uma cara séria, embora tremesse. As pessoas que ali estavam à volta riam-se, curiosas. Iria o Herdeiro d'ElMar desistir? Não podia! Fernindande voltou a levantar a espada. Mas voltou a baixá-la dois segundos depois. - Deixemos esta pequena discórdia de lado. Da minha parte, eu ignoro o encontrão que me deu, e... - parou subitamente, e corou. Não podia desistir! Não! Levantou a espada novamente e, com um grito de guerra improvisado, saltou para cima do adversário, com a espada a ser movimentada num movimento descendente. |
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| Lifer | 22 Mar 2009, 16:41 Post #96 |
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A vendedora de jornais
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A mulher de preto tinha dado uma resposta de alguém sábio. Mas para Karissa, naquele momento, era bom saber quem eram os companheiros de viagem. Eryana respondera-lhe simpática, ao que Karissa lhe disse: - Pois claro...mas se não sabia, devia treinar-se para saber! Se é espia... - gracejou. No entanto, parou logo a seguir com medo de a ter ofendido - É claro, isto era uma graça...não quero ofender ninguém. Afagou o cão que Eryana tinha no seu colo. - É seu, suponho? |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 22 Mar 2009, 17:55 Post #97 |
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Wiskas Saquetas
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- Talvez devesse, ou talvez não - respondeu, com um leve riso. - No final de contas, compete-me espiar outro reino, não caminhantes da estrada. Apesar de tudo, não gosto de me meter na vida dos outros. Deixou que Karissa afagasse o cão que transportava consigo. - Não, não é meu. Encontrei-o à entrada da cidade. Sofreu um acidente no mínimo estranho - comentou. - Alguém o arremessou contra um pobre rapaz. Não sei de qual tenho mais pena. Soltou um suspiro cansado, não da caminhada, mas de alguns seres. |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 19:39 Post #98 |
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Iniciante
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Desde que ouvi a notícia do espião, fiquei um pouco entusiasmado. Talvez devesse ir lá eu fazer as minhas próprias investigações. Porque não? Ainda era de dia, mas em breve ficaria escuro e tinha de arranjar algum sítio para dormir. Peguei na minha roupa ajustável começei a vesti-la. Tinha sido um presente de um velho amigo, que era mago. A roupa tinha uma espécie de poder, magia, ou qualquer coisa assim... Parecia normal, mas quando me transformava na fénix, a roupa encolhia e transformava-se numa espécie de armadura, flexível e confortável. Era bastante útil, na verdade. Peguei numa mochila que tinha preparado anteriormente, e continuei a minha caminhada. Ainda se conseguia ver uma pequena luz no horizonte, que quase se apagava, dando o lugar à noite. As altas arvores não pareciam nada acolhedoras, e a temperatura ameaçava descer. Ainda bem que ficava mais quente no corpo ágil e esbelto da fénix. Comecei a correr e dei um salto com toda a minha força. Um clarão vermelho iluminou a floresta durante breves segundos, e depois o escuro da noite regressou. Era bom, estar de volta ao corpo da fénix! Bati as asas energicamente e comecei a avançar velozmente pelo céu como uma flecha. O ar passava-me pela cara, fazendo uma ligeira dor nos olhos, mas tentei ignorar-la. Faltava pouco para chegar ao ponto de encontro. Inclinei-me e comecei a cair a pique. Quando o chão já estava suficientemente perto, bati as asas para abrandar e poisei lentamente no chão. Transformei-me de novo numa pessoa, era mais seguro. Dei mais uns passos e avistei as luzes do ponto de encontro. |
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| Lifer | 22 Mar 2009, 19:55 Post #99 |
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A vendedora de jornais
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Karissa olhou para os ferimentos do cão. Estava a sofrer. - Pobre animal. - comentou. Desviou o olhar. Não gostava de ver carne viva nem ferimentos graves. Era...horrível. Olhou para o sol, que se estava a pôr. E viu um vulto, o vulto de um pássaro a cair a pique. Iria magoar-se! - Parece que tens uma vocação para veterinária. - No entanto, mal pronunciou estas palavras para Eryana, o pássaro pousou levemente no chão. Karissa conseguiu perceber que era avermelhado e vestia uma espécie de armadura. Mas antes que pudesse ver mais alguma coisa, o pássaro transformou-se num homem. Sobressaltada, Karissa recuou para perto de Eryana. - Viam...aquilo? O seu coração batia descontroladamente... |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 20:03 Post #100 |
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Iniciante
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Agitei levemente os meus cabelos pretos para não me irem para os olhos. Estavam despenteados devido ao voo. Olhei para a frente. Pelos vistos não estava sozinho... Será que podia confiar naqueles viajantes? Ou estaria apenas a minha timidez a ser mais forte que eu? Mesmo assim tentei ser simpático. - Olá... sou Farniel, muito prazer... - gaguejei. Tropeçava sempre nas minhas palavras quando me encontrava diante de raparigas bonitas, tal como as que se encontravam mesmo à minha frente. Abri a boca para tentar falar mais uma vez, mas voltei a fecha-la, deixando a oportunidade para elas. |
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| Kathleen | 22 Mar 2009, 20:07 Post #101 |
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O Mal
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Mais um. Ao menos era bonito, observou, apesar de novo. Levou um dedo aos lábios, pensativa. Talvez devesse dizer o seu nome, afinal. A fada já o sabia e poderia espalhá-lo; dizendo-o ela mesma dar-lhe-ia alguma importância. Compôs a pose e adoptou uma voz que tentava ser profunda. — O meu nome é Corinne. Maga. |
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| Lifer | 22 Mar 2009, 20:11 Post #102 |
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A vendedora de jornais
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O rapaz de cabelos pretos apresentou-se. Karissa ergueu o sobrolho, estranhando aquele comportamento. Era um rapaz do tipo do Santiago, apresentar-se a todos sem conhecer, seria um novo companheiro de viagem ou um...espião? Abanou a cabeça. Já eram espiões a mais. Não quis pensar mais nele. Farniel que simpatizasse com outro. A mulher de preto finalmente apresentou-se. Corinne, uma maga...como Farniel. Voltou a olhar para o cão, a custo. Os seus ferimentos estavam horríveis...conseguiria Eryana curá-lo? Era uma elfo, haviam boas probabilidades... Depois pensou no que ela tinha dito depois. O cão fora atirado contra um rapaz? Era óbvio que o rapaz estava à frente, mas o cão estava gravemente ferido...quase morto! No entanto, não lhe disse nada acerca disso. Deixou-lhe com as suas opiniões. - Mas e o rapaz...ficou bem? |
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| Miguel | 22 Mar 2009, 20:31 Post #103 |
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Membro
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Segui Karissa. Ao ver aquele homem fiquei de boca aberta. Mas... Era o meu amigo Farniel! Desde que os seus pais o abandonaram, vivi com ele durante muito tempo na mesma aldeia. Treinavamos os dois as nossas magias combatendo um contra o outro. Foi aì que desenvolvi a minha relação com a terra. Só que ele depois saiu da aldeia porque ia treinar com o mago. E prometeu que um dia nos iamos voltar a ver. E ali estávamos. Os dois amigos que tanto tinham relacionado um com o outro. Tanto para falar, tanto para conviver... Estava mesmo feliz por ver o meu amigo de infância. -Olá Farniel! - disse com um ar muito surpreso - À quanto tempo! Afinal cumpriste a tua promeça! |
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| Noarin | 22 Mar 2009, 20:45 Post #104 |
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Iniciante
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Depois de reconhecer e decorar (com alguma dificuldade) o nome de toda a gente, reparei na minha visão periférica uma forma distorcida no chão. Lentamente virei a cabeça para ver o que era. Olhei com horror para o cão a contorcer-se de dor. Pobre cão! - Ó meu deus! Sabem o que aconteceu a esta pobre criatura? - perguntei com bondade. - Telvez eu possa dar alguma ajuda... - não era muito gabarolas, mas não comsegui evitar dizer - reparem. O meu corpo começou a arder em chamas de um vermelho-vivo e transformei-me para a fénix. Dei uma olhadela em volta. Toda a gente me observava, com uma expressão de espanto estampada no rosto. Continuei com o meu "ritual". Aproximei os meus olhos vermelhos dos ferimentos do cão, e deitei uma lágrima. - Oh, só me faltava este! Não precisamos das tuas lágrimas - disparou alguém. Mas eu não me importei. Prossegui com o meu choro triste, enquanto a pele ensanguentada do cão começava a juntar-se de novo, curando os horríveis ferimentos. Quando acabei, voltei a tramsformar-me em humano. Todos me fitavam, gratos. |
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| Leto of the Crows | 22 Mar 2009, 20:54 Post #105 |
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Wiskas Saquetas
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Observou a transformação que ocorreu à sua frente, extremamente espantada. Já há muitos anos que não via um mago com aquelas capacidades. Eryana sorriu-lhe, após ter visto o que ele fizera ao cão que amparava nos braços. Agora, dormia sossegado, sem qualquer dor. Já não precisava da tala na pata, nem das ligaduras. Estava como novo. - Muito obrigada - disse, com um aceno de cabeça para Farniel. - Se ele pudesse falar a língua humana, acredito que lhe estaria eternamente grato. |
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