| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,635 Views) | |
| Lifer | 20 Mar 2009, 17:30 Post #61 |
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A vendedora de jornais
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Karissa exaltou-se ao ouvir a exclamação de Santiago. Sobressaltada, virou-se para ele, ainda estranhando a sua reacção. Santiago já eticava o arco, no entanto, Karissa baixou-lhe o bnraço para ele parar. - Tem calma. Ela não me parece perigosa... - Na verdade, ainda não lhe parecia de confiança, mas de certeza que não seria assim que a ganharia! Apesar de não a ir ver mais na vida...o momento poderia ser perigoso! Olhou para a elfo. Esta já sabia os seus nomes, dizer-lhe os nossos nomes não foi uma ideia de mestre..., pensou, no entanto, nunca mais se veriam, e de certeza que não se interessaria pelos nomes de uns humanos que tinham passado pela floresta a perguntar-lhe o caminho...uma vez na vida. Karissa sorriu à elfo como a agradecimento pela indicação, que tinha escutado com atenção, e como um pedido de desculpas pela reacção do amigo. - Desculpe...talvez tenha estado assustado...uma reacção imprevista, acontece a toda a gente... Acenou-lhe em despedida, montou Wryda e seguiu em direcção ao carreira que lhe fora indicado. Chamou Santiago, para este vir com ela. ___ Wryda ouviu a resposta de Bri. - Pois claro... - Se pudesse, coraria, com o elogiu. - Eu...preferia voar! Um voador é mais rápido de que um corredor, como sabeis! - Ao ouvir o pedido de Bri, Wryda recusou - Uma raça nobre de cavalos não trata oyutra raça nobre por...tu. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 20 Mar 2009, 18:23 Post #62 |
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Wiskas Saquetas
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- É perigoso apontar uma arma a alguém desconhecido, sem que essa pessoa tenha mostrado hostilidade - comentou, casualmente, olhando para o rapaz que dissera chamar-se Santiago. - Se lidasses com uma feitiçaria temperamental, ela far-te-ia engolir a flecha. Toma isto como um conselho para próximos encontros. Não demonstres agressividade para alguém a que não conheces as capacidades. Pode custar-te caro. Por momentos, olhou para o Sol, lá no alto, prevendo as horas do dia que poderiam ser. O encontro estava próximo. Pegou no cão, com cuidado, algures sedado com as ervas que o fizera ingerir. Era melhor continuar assim durante umas horas, ou um dia ou outro. |
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| Kathleen | 20 Mar 2009, 18:27 Post #63 |
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O Mal
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Uma espessa nuvem de fumo rebentou no local do ponto de encontro. Do centro saiu uma rapariga a tossir violentamente e rogando pragas a si mesma. — Que idiota! Podias ter feito o mesmo caminho a pé e não gastavas trezentas velas e uma quantidade enorme de incenso. Sacudiu o negro vestido e passou uma mão pelos cabelos. Pensara fazer uma entrada triunfante, mas resultara numa bela porcaria. Ao menos estava sozinha. Parecia que não correra tudo mal. Chegar antes do tempo tinha os seus aspectos positivos. Olhou em volta. Bem, agora precisava de um lugar onde se sentar sem dar muito nas vistas. Talvez mesmo dormir uma sesta. Encontrou um tronco onde crescia musgo e sentou-se nele, cruzando as pernas e apoiando os cotovelos nos joelhos com um suspiro. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Sapiens | 20 Mar 2009, 19:14 Post #64 |
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Chefe da Estação
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Fernindande ficou um pouco aliviado ao ver que o estranho par não se dirigiu na sua direcção. Ao menos, não se veria em problemas com eles! No entanto, estava curioso em relacção ao que chamara a Quarason aquela salamandra de duas patas e o lagarto gigante com cara de caveira. Por isso levantou-se, e seguiu-os. O lagarto-cara-de-caveira arancou um papel da parede de um edifício. Era o pedido do Rei hayden para a equipa de espiões ao reino inimigo, a qual Fernindande queria tomar parte, contra a opinião de sua mãe. O Herdeiro aproximou-se um pouco mais, de forma a conseguir ouvir a conversa. O lagarto-cara-de-caveira falava bastante alto, e por isso ele conseguiu aperceber-se da conversa. Decidiu meter-se, embora um pouco receoso da resposta. - Por vezes, os melhores espiões estão escondidos no meio do povo, de forma que nem sequer dão a conhecer a sua condição. - disse, com um ar superior - Tomarei parte nessa jornada, ou não me chame Fernindande d'ElMar, e honrarei a minha família, coragem, e força. E será a minha primeira missão com tal cargo. |
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| Griffin | 20 Mar 2009, 19:27 Post #65 |
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Ditadora local
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Err'Ktorg e Chioglossa olharam silenciosamente para Fernindande, até que o silêncio foi interrompido por um agudo "Rrrabo" vindo do Zeca. |
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| Sapiens | 20 Mar 2009, 21:56 Post #66 |
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Chefe da Estação
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Fernindande virou-se na direcção daquele estranho animal que ele nunca vira na sua vida. Todo o grupo era estranho, mas aquela coisa era especialmente enigmática. A palavra que de forma aguda pronunciou irritou o Herdeiro dos territórios d'ElMar. - Isso foi um insulto? - perguntou, indignado. O seu olhar saltitou entre os três, e tentava verificar qual dos três era o responsável por aquilo; isto é, se o animal tinha vontade própria ou se, pelo contrário, tinha dono. Já andava a ter demasiados problemas com animais durante aquele dia que lhe chegassem. |
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| Griffin | 20 Mar 2009, 23:01 Post #67 |
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Ditadora local
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- Ele não insulta, ele repete palavras. - Deu umas leves festas na cabeça de Zeca. Desta vez, Zeca não repetiu nenhuma palavra mas grunhiu baixinho, satisfeito. |
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| Miguel | 20 Mar 2009, 23:04 Post #68 |
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Membro
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Ao chegar ao ponto de encontro vi que já lá estava uma fada. Essa fada era muito bonita, principalmente as suas asas. Não sei o quê, mas senti algo de diferente ao vela. Não lhe disse nada, apenas fiquei em pé, ao lado de uma arvore cheia de flores rosas. Qunado ela virava a cabeça para o lado oposto de onde eu estava, olhava para ela babandome e ilujiando aquela fada tão bonita. |
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| Alfador | 20 Mar 2009, 23:58 Post #69 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou Fernindande durante todo o evento. - O animal já rrrespondeu porrr mim. - disse Err'Ktorg, algo grosseiro. Começou a caminhar em direcção ao ferreiro, nem se dando ao trabalho de desviar do obstáculo que era o Fernindande. Após a chegada começou a examinar as várias armas e utensílios lá existentes. |
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| Griffin | 21 Mar 2009, 00:02 Post #70 |
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Ditadora local
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O ferreiro ficara feliz por ver Err'Ktorg desviar a sua atenção para Fernindande, mas a felicidade dissipou-se quando o lagarto caminhou na direcção da sua loja. - Procura por alguma coisa em especial? - Perguntou o ferreiro. |
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| Alfador | 21 Mar 2009, 00:49 Post #71 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg, sem fitar sequer o homem com o bigode bastante carismático, continuou a circular pelas armas, mas desta vez um tanto mais impaciente e descontente. - Sim, querrro alguma coisa que não seja de lata. Isto é o piorrr materrrial que já toquei. - respondeu Err'Ktorg, na mesma voz grossa de sempre, batendo com uma espada que havia segurado, na pedra, e examinando a clara amolgadela que adquiriu. - Já vi canecas mais forrrtes que isto. |
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| Griffin | 21 Mar 2009, 00:53 Post #72 |
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Ditadora local
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O ferreiro ficou irritado com os insultos de Err'Ktorg, ainda pior ficou quando ele bateu com uma espada na pedra. - Se não gosta do que vendo! - Gritou, soltando bastante perdigotos. - Ponha-se a andar e não estrague as coisas! No final, soltou um "funf" baixo. |
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| Alfador | 21 Mar 2009, 01:07 Post #73 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o homem e depois a espada. - Querrro comprrrarrr esta. - respondeu, examinando a espada amolgada. - Posso pagarrr com pedrrra? Err'Ktorg riu-se, soltando um guincho exageradamente irritante, do fundo da sua garganta, enquanto caminhava para fora da loja do ferreiro, largando a espada no chão a meio do caminho. |
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| Griffin | 21 Mar 2009, 01:14 Post #74 |
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Ditadora local
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O ferreiro ficou a refilar numa lingua estrangeira, usando muitos "ish" e "da". Ainda lhe apeteceu atirar a espada contra Err'Ktorg, mas o lagarto era bem mais forte que ele, por isso ficou-se só por ficar a refilar continuamente. |
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| Sapiens | 21 Mar 2009, 10:50 Post #75 |
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Chefe da Estação
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O lagarto-cara-de-caveira começou a caminhar na sua direcção e empurrou-o, para que não tivesse de se desviar na sua rota. Fernindande, caído no chão pela segunda vez naquela tarde, ouviu pessoas a rirem a alto e bom som à sua volta, ao longo dos diversos pontos da praça onde se encontravam. Levantou-se, furioso, e começou a caminhar passadas pesadas atrás do lagarto-gigante-que-tinha-a-mania-de-que-era-muito-bom. Agarrou também no punho da espada, e tirou esta da bainha, com um movimento clássico. A lâmina teria brilhado ao sol, não fosse uma nuvem muito malandreca ter passado por ali naquele momento, tapando a luminosidade directa do astro. Quando o seu adversário saiu da loja, colocou-se na sua frente para lhe barrar caminho e apontou-lhe a ponta da espada. Comprara-a há dois meses, e ao início custara-lhe um pouco a habituar-se ao seu peso. Mas agora já era um mestre na sua utilização (ou pelo menos ele assim o pensava). - Vais pagar caro pelo que fizeste, cara-de-caveira! - exclamou Fernindande, com uma expressão ameaçadora - Ninguém humilha o Herdeiro d'ElMar e se fica a rir disso por muito tempo! |
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