| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,636 Views) | |
| Sapiens | 18 Mar 2009, 17:43 Post #46 |
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Chefe da Estação
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Fez-se luz na cabeça do Herdeiro d'ElMar. - O que me atingiu com violência e me atirou para o chão foi o seu cão? - exclamou, quase se engasgando a meio do seu discurso. Disse isto quando a viu pegar no cão moribundo. |
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| Leto of the Crows | 18 Mar 2009, 17:53 Post #47 |
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Wiskas Saquetas
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- O cão não é meu - respondeu, examinando os olhos do animal. - Mas sim, foi ele. Alguém extremamente insensível fez questão de lhe bater com força suficiente para voar uns quantos metros até aterrar em cima de ti. A culpa não foi dele. Olhou o rapaz por momentos, estudando-lhe o rosto com os seus escuros olhos azuis. - Este mundo vai de mal a pior - comentou. E virou-lhe as costas, saindo do caminho, com intenção de se dirigir até à orla da floresta, onde poderia tratar do cachorro mais tranquilamente. |
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| Griffin | 18 Mar 2009, 21:04 Post #48 |
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Ditadora local
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- Agora o cão vai ali. - Continuou alegremente Chioglossa, ignorando a indiferença de Err'Ktorg face à situação. |
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| Miguel | 18 Mar 2009, 21:09 Post #49 |
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Membro
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O minotauro correu na minha direção com um enorme machado nas suas mãos. Instintivamente desviei-me para o meu lado esquerdo. Logo de seguida (ainda no ar) concentrei o meu chacra na minha mão direita e formou-se uma camada de rocha à sua volta. Com toda a força que tinha apliquei-lhe um murro com essa mesma mão e o minotauro foi projectado a uns bons metros. Tirei o meu arco e uma flecha que estavam nas minhas costas e atirei-a contra o inimigo. -HHAARRRGGG- gritou ele de dor. -E isto é só o começo- disse-lhe com um sorriso sarcástico. -Isso é o que vamos ver- disse ele mas agora com confiança. Ele tirou a flecha que estava espetada na sua perna esquerda e partiu-a com uma só mão. Levantou-se e agarrou no seu machado. Fazendo a mesma técnica, baixou o machado na minha direcção e novamente desviei-me. Ouviu-se um "PUFFSss". Olhei na sua direcção mas agora não estava lá, via só fumo. Quando uma rajada de vento fez o fumo desaparecer não vi lá nada, ele tinha desaparecido. -Onde estás?- gritei eu irritado. Pois odiava esse tipo de magia, quando uma pessoa desaparecera ou se tornara invisível. Ouvi uma voz a atrás de mim a dizer "estou aqui". Mas logo a seguir de ter ouvido essa voz senti uma dor imensa nas minhas costas. Percebi que o minotauro estava atrás de mim e, então, apliquei-lhe um coice. De seguida voltei-me para trás. Ele tinha caido novamente no chão. Levantou-se logo a seguir com um salto. O inimigo depositou algum do seu chacra nas suas mãos mas não tinha aparecido nenhuma camada de rocha, mas sim umas chamas azuis à volta das suas mãos. Tocou-me ao de leve nas pernas de cavalo e eu fiquei sem força nelas fazendo com que eu ficasse sentado. Agora só podia utilizar a parte humana do meu corpo. As coisas iam ficar feias! |
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| martim11 | 18 Mar 2009, 21:27 Post #50 |
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martim11
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Assenei à Karissa gritando: - Karissa segue-me, eu tenho o mapa onde está assinalado o ponto de encontro, vamos temos que chegar lá, o quanto mais depressa, para depois podermos fazer uma boa paragem para os cavalos descansarem. - Temos que tentar ser rapidos, tens razão... Mas como eu adoraria ficar algum tempo aqui para observar esta vida animal... Quando ela já estáva ao pé de mim o cavalo de Karissa apresentou-se ao Bri e, este disse: - Olá, eu sou Wryda. Com que nobre cavalo estou a falar?... - Bruuuuhh!! Olá sou o Bri, muito obrigado pela atenção. Estou desde já muito honrado por estármos aqui juntos... Depois, Bri pensou: Ele até parece um cavalo muito simpáctico, e muito divertido, acho que o julguei mal... Na verdade Bri estáva muito contente, por ter feito agora uma certa amizade. Tínhamos acabado de passar por um lugar magnifico, com uma quantidade de pássaros de todas as cores, que pelo menos eu nunca tinha visto assim... Fiquei espantado... :O Lifer deixou-me controlá-la |
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| Sapiens | 19 Mar 2009, 15:47 Post #51 |
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Chefe da Estação
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Fernindande corou um pouco ao saber que não tinha sido a mulher a provocar nada daquilo. Então quem lhe atirara o cão para cima. A mulher afastou-se com o cão e Fernindande esteve a quase a querer acompanhá-la e pedir-lhe perdão pelas insinuações que fizera. Mas não o fez, até porque provavelmente nunca mais a veria na sua vida, e não encontrava necessidade de prolongar aquela relação que consistia num diálogo. O Herdeiro d'ElMar olhou à sua volta e descobriu um curioso par que acabara de entrar através dos portões da muralha. um era alto, imponente, e apresentava características como ele nunca vira, como o seu disforme focinho que fazia lembrar o esqueleto de um animal. O segundo, no entanto, era quase tão baixo como um anão das montanhas, e tinha o aspecto de uma lagartixa... ou melhor, de uma salamandra! Também se faziam acompanhar por um outro animal de quatro patas, que Fernindande não reconheceu. A salamandra apontou divertida para a mulher que tinha levado o cão. Fernindande achou curioso, e decidiu ficar à espreita. Depois viu a salamandra olhar divertida para si. Também se estava a rir do seu desastre, de certeza absoluta. Teria sido ela a responsável? Teria ela atirado o cão pelos ares... não a achava com força para tal. Mas quanto à criatura que caminhava a seu lado... Mas Fernindande decidiu não se meter com tal bicho, tal era a força que ele aparentava ter. Não o queria ter como inimigo, lá isso não. Sentou-se num banco de madeira e ficou a observar o estranho par, receando que eles se dirigissem na sua direcção. Sacudiu também as roupas, que tinham estavam cheias de poeira, de quando caíra ao chão. |
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| Leto of the Crows | 19 Mar 2009, 16:48 Post #52 |
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Wiskas Saquetas
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Ajoelhou-se atrás de algumas árvores e pousou o cão no chão, com toda a delicadeza. Retirou a capa que a poderia atrapalhar numa altura daquelas e puxou as mangas da camisola para cima. Da sua mala tirou algumas ligaduras e ervas calmantes, obrigando o animal a comê-las. Não eram saborosas, era verdade, mas far-lhe-iam bem. Improvisou uma tala para uma das patas traseiras e contou o número de costelas que teria partidas. Explorou-lhe o ventre, com cuidado, no entanto o animal ganiu de dor, não obstante das ervas. Uma madeixa negra escorregou-lhe para a face e Eryana apressou-se a pô-la para trás de uma das ponteagudas orelhas. Só lhe faltava o cabelo querer atrapalhá-la também. |
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| Lifer | 19 Mar 2009, 17:14 Post #53 |
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A vendedora de jornais
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Finalmente o seu pedido fora atendido. Karissa finalmente acompanhou Santiago em direcção ao ponto de encontro, não muito afastado de Quarasan. É claro que deveria levar qualquer coisa para a viagem...passar por Quarasan? Eles nunca pareciam querer, no entanto...não havia nada a fazer. Numa ou outra cidade por onde passassem talvez. Mas não agora. Montou Wryda e caminhou lado a lado com o pégaso, um cavalo alado do Santiago. Era atraente...nunca tinha visto um. Estava deliciada a olhar para este, quando se deparou com uns ganidos. Curiosa, aproximou-se cada vez mais do estanho barulho, e encontrou...uma elfo! Costumavam ficar pelas florestas, sozinhos, meditadores, e agora encontrara uma deles! No entanto, segundo lhe contavam, os elfos não eram muito simpáticos...pelo que o pai lhe tinha dito... - Huh...boa tarde. - Arriscou. Não queria ser indelicada. _____ Wryda respondeu a Bri: - Sois um belo cavalo alado...o que eu dava para ter essas asas! |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 19 Mar 2009, 17:29 Post #54 |
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Wiskas Saquetas
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Levantou a cabeça do que estava a fazer e fitou a rapariga loira que se aproximara. Estava tão concentrada que nem sequer dera pela sua chegada! Analisou-a, prudentemente, tendo em conta a espada que transportava. Era a mesma que vira no caminho, a alguns metros dali, a discutir com um rapaz. - Boa tarde - respondeu, não demonstrando qualquer impressão no tom de voz. Esperou que ela lhe dissesse o que queria. Podia estar-se perto da cidade, mas todo o cuidado era pouco. |
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| Lifer | 19 Mar 2009, 17:34 Post #55 |
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A vendedora de jornais
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A elfo respondeu-lhe o cumprimento. Nem sabia o que dizer. Encolheu os ombros e, sorrindo, respondeu-lhe: - Era só um cumprimento...devemos ser simpáticos, não é? Santiago seguia com ela. Karissa olhou para ele e murmurou-lhe: - Não és daqueles humanos antipáticos, ou és? Karissa então apercebeu-se de que não reconhecia o espaço. Ainda não tinha passado por ali. Estaria perdida? - Ham...sabe dizer-me para onde fica a estrada? - perguntou à elfo. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Leto of the Crows | 19 Mar 2009, 17:57 Post #56 |
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Wiskas Saquetas
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Fez um aceno de cabeça, concordando com ela. Deviam ser realmente simpáticos, para com os outros. Era pena que por vezes a simpatia não passasse de cinismo, para se chegar mais longe. Mas não lhe parecia o caso daquela jovem humana. - A estrada que procuras não fica longe daqui. Basta caminhares em frente, a partir daqui e chegas lá em poucos minutos. - Apontou o carreiro pelo meio dos arbustos que ela mesmo seguira. - Não é difícil. Olhou para o cão o afagou-lhe a cabeça. |
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| Miguel | 19 Mar 2009, 18:15 Post #57 |
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Membro
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Tentei levantar-me mas não consegui, ele tinhe feito tal magia que eu não conseguia mexer nenhum músculo das pernas. O inimigo viu que eu estava fraco e indefeso e começou a dar murros na minha face sucessivamente. Deu-me tal murro que começou a escorrer sangue pelo meu nariz. Formei um escudo de rocha à minha volta para me defender dos murros dele. No momento em que ele partiu o escudo, lancei da minha mão um pedragulho, que atingiu o minotauro. Foi projectado até ao outro lado do campo, inconsciente. -Hurra! Viva! Explendido! Grande centauro!- gritava o público muito satisfeito com o nosso combate. Depois de eu sair da arena, olhei para o relógio de sol da cidade, (era enorme e via-se perfeitamente do outro lado da capital.) Estava atrasado! Fui a correr para o ponto de encontro. |
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| Alfador | 20 Mar 2009, 03:04 Post #58 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg soltou um ligeiro grunhido abafado, puxando pela garganta, em resposta à observação de Chioglossa. Continuou a caminhar pela cidade. Alguns olhares circulavam por eles, em dúvida, medo, ou simples curiosidade. Ao caminhar, Err'Ktorg notou num pequeno folheto deixado numa das paredes, sobre um dever à nação para espiar o inimigo. Arrancou-o e levou-o perto do focinho, para o ler. - Mas que bando de idiotas. Enviam voluntárrrios para investigarrr no inimigo. Até eu sei que é um plano idiota, mais valia usarrr espiões. - grunhia Err'Ktorg, sorrindo com os seus dentes afiados. Não muito longe dali, encontrava-se um ferreiro, que lhe atraiu a atenção. |
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| Griffin | 20 Mar 2009, 14:32 Post #59 |
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Ditadora local
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- O que é um espião? Como era hábito, Zeca repetiu várias vezes a palavra "idiota" e "usarrrrrr". O ferreiro notou no par estranho e na atenção que estava a ter por parte do lagarto grande. "Este dia está a ser estranho, primeiro uma magricelas loira a comprar uma espada, um miúdo na puberdade, um centauro malcheiroso, e agora um verme andante e uma lagartixa gigante, que mais vou ver hoje?" pensou, afagando o seu bigode quadrado. |
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| martim11 | 20 Mar 2009, 17:19 Post #60 |
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martim11
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Meu deus!! - esclamei quando vi a elfo. E muito rapidamente tirei o arco com a seta apontada para a elfo. A Karissa comprimentou-a, logo o que me despertou uma certa estranheza e que depois ela perguntou-me: - Era só um cumprimento...devemos ser simpáticos, não és daqueles humanos antipáticos, ou és? - Não claro... Desculpa elfo, sou o Santiago e ela é a Karissa. Estávamos ali a meio da viagem, e quando nos aparece à frente uma elfo. Sim é um bocado estranho, apesar de eles costumarem estar nas florestas, e eu sem saber bem o que era uma elfo... Não sabia nem nunca tinha tido curiosidade em saber, esperei não ter sido um bocado "ingnorante" com a aquela pergunta que tinha feito... E ainda me senti pior quando a ouvi falar! _____ Bri respondeu ao Wryda: - Muitíssimo obrigado, também sois um belo cavalo, tendes uns óptimos muscúlos nas patas traseiras e sois um belo corredor, pelo que ouvi dizer. E já agora pode tratar-me por tu... lol |
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