| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,610 Views) | |
| Lifer | 19 Jun 2009, 15:56 Post #436 |
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A vendedora de jornais
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Ouviu Corinne perguntar-lhe algo e virou-se. - Sobre a nossa missão?... o que poderíamos perguntar às pessoas? Acho que nada! A não ser que vejamos alguém... bêbado. Olhou em volta e viu gente a comer animadamente. Sentiu alguma fome e disse: - E que tal se estivéssemos com Érre... o Érre K'Torgue? Não convém perdê-lo de vista. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Alfador | 19 Jun 2009, 18:31 Post #437 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg já se havia esquecido da missão ou sequer onde estava. Começava a ficar tão inserto na festa que qualquer caneca servia para satisfazer a sua sede, tivesse esta ou não dono. Do frango já só sobrava uns míseros pedaços de ossos partidos no chão. - Só isto? Onde está o vinho? Têm de terrr mais que cerrrveja de cerrrteza! - perguntara Err'Ktorg, bem alegre. |
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| Kathleen | 19 Jun 2009, 21:38 Post #438 |
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O Mal
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Corinne ergueu o nariz. — Se formos discretas não há problema. Os seus ouvidos captaram algo. — Bem, ao menos ele é fácil de encontrar. — A verdade é que também tinha fome, pelo que se começou a encaminhar para o local onde ele estava a gritar por cerveja. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Lifer | 20 Jun 2009, 09:57 Post #439 |
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A vendedora de jornais
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Karissa seguiu Corinne para o pé de Érre K'Torg, que gritava por cerveja. Olhou em volta em busca de algo que pudesse comer. |
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| Sapiens | 20 Jun 2009, 13:30 Post #440 |
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Chefe da Estação
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Fernindande não desviou o olhar da elfo, a não ser quando o homem que tinha oferecido o veneno lhe falou. Depois, voltou a olhar fixamente para Eryanna. - O meu pai costumava dizer que "em gente de Suecra não confies nem em tempos de seca!". Independentemente do sentido literal do ditado, não deves de facto confiar. Esta gente é bastante velhaca, sempre me ensinaram isso! - disse, lembrando-se dos ensinamentos da mãe. Isso lembrou-o de algo. - Hm... pensando bem, a minha mãe não gostava nada desta aldeia, e isso torna quase impossível a sua passagem por aqui. |
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| Leto of the Crows | 20 Jun 2009, 17:19 Post #441 |
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Wiskas Saquetas
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- Penso que o senhor não tem razão para me envenenar - observou Eryanna. Cheirou o líquido e provou-o. - Parece-me bem, nenhum sabor fora do normal. Teria notado se estivesse aqui presente mais alguma coisa para além de água e cidreira. Penso que a tua mãe tem uma certa tendência para o exagero. Virou-se para o homem. - Agradeço a amabilidade. Tenha uma boa-noite que eu e o meu companheiro, temos uma longa viagem pela frente. Pousou a mão no ombro de Fernindande e empurrou-o para fora dali, antes que arranjasse confusão. |
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| Griffin | 20 Jun 2009, 18:26 Post #442 |
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Ditadora local
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- Hum...obrigado? - Respondeu o homem meio confuso meio surpreendido, aquele rapaz era estranho. ___ - É só pedir! - Respondeu alegremente um homem barbudo, que rapidamente foi buscar-lhe uma garrafa de vinho. - É o melhor vinho por todo o reino o de Suecra! Chioglossa, com os seus passos pequenos e por ter o cuidado de se desviar de toda a gente, demorou ainda um bocado a chegar até Err'Ktorg. Quando lá chegou, foi abordado por uns homens enormes que lhe estenderam uma caneca de cerveja, ainda maior que a de Err'Ktorg. - Toma lá pequeno! Aproveita a festa! - Riram-se sonoramente. Não queriam fazer pouco da pequena salamandra, mas acharam-na tão gira que não resistiram a fazer uma pequena piada. Chioglossa, no entanto, sorriu largamente. - Obrigado senhores barbudos! - Pegou na caneca com ambas as mãos e bebeu-a toda de uma vez. - Têm mais? - Perguntou inocentemente, enquanto os homens olhavam com caras de parvos. |
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| Alfador | 21 Jun 2009, 00:50 Post #443 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg pegou na garrafa de vinho e retirou a rolha com a ponta de uma das suas garras. De boca bem aberta largou grande parte do conteúdo da garrafa, começando a gaguejar. Engolindo aos poucos, Err'Ktorg não conseguiu deixar de expressar o contentamento que tinha. - AH! É bom é... Isto é do vinho que querrerria todo o ano! - disse, alegre, apesar da expressão dos seus olhos não mudar. |
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| Sapiens | 21 Jun 2009, 11:43 Post #444 |
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Chefe da Estação
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Fernindande deixou-se guiar por Eryanna para fora dali. As ruas estavam demasiado animadas, aquele tal todo-sabedor devia ser mesmo bastante importante. Nunca ouvira falar dele, mas talvez fosse, em parte, pelo ódio que os pais tinham em relacção àquela terra. Talvez tivessem acontecido outrora certas disputas entre o senhorio dos antepassados de Fernindande e os habitantes de Suecra; ou talvez não houvesse simplesmente razão. - Hm... se te sentires mal a meio da caminhada avisa logo, que paramos! - disse ele, enquanto saíam do meio da confusão e regressavam de novo em direcção à estrada, onde a atravessariam para o lado contrário e seguiriam para norte. - Há quem seja perito em venenos. Eu cá não sei, mas não terá aquele grupo do lagarto-grandalhão alguma coisa a ver com isto? Podiam querer matar-te por te teres separado deles... |
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| Leto of the Crows | 21 Jun 2009, 13:11 Post #445 |
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Wiskas Saquetas
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- Mal nos conhecíamos, não havia razão para tal. Aquele rapaz devia ter uma tendência inata para ver conjuras em todos os recantos e mais alguns. Era precisa precaução, mas em exagero era contraproducente. Eryanna deixou a caneca sobre uma pedra, à saída da cidade. Talvez alguém pudesse precisar dela mais tarde. - Viajemos então para o senhorio do teu pai, quanto mais depressa chegarmos melhor. |
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| Sapiens | 21 Jun 2009, 14:43 Post #446 |
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Chefe da Estação
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Fernindande pegou na caneca que a elfo tinha pousado e levou-a na mão. - Eu levo-a, para o caso de te sentires mal. Assim podemos mais facilmente identificar o veneno, através das gotas que ainda repousam no fundo da caneca. - disse, ainda preocupado. Já se podia considerar que era de noite, e o caminho era menos fácil de discernir. - Hm... espero encontrar o senhorio com esta claridade. Continuaram a avançar para Norte. A certa altura, ocorreu a Fernindande meter conversa. - Então, e por que mundos já viajaste? |
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| Kathleen | 21 Jun 2009, 14:48 Post #447 |
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O Mal
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Descobriu-o a beber (claro) e pegou ela mesma numa caneca de vinho, sorvendo um bocadinho. Olhou em volta. — Mas afinal o que se comemora aqui? |
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| Lifer | 21 Jun 2009, 19:03 Post #448 |
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A vendedora de jornais
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Karissa pegou com um pano num pedaço de carne que começou a comer. - Sim, que estarão todos eles a comemorar? O cão aproximou-se de Corinne e bebeu umas gotas que haviam pingado, e voltou para o pé das crianças que o receberam dando pedaços de comida. |
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| Leto of the Crows | 21 Jun 2009, 20:58 Post #449 |
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Wiskas Saquetas
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Revirou os olhos, mas não disse nada. Aquele rapaz deveria ter mesmo um problema grave. Algum trauma de infância, talvez. No entanto o interesse dele pela suas viagens era de alguma forma comovedor. - Imensos mundos, alguns deles desconhecidos. É fácil quando se sabe um pouco de magia, mas eu não me interesso particularmente por isso, apesar de saber um truque ou outro. O necessário para sobreviver, quando todas as outras tentativas falham. Existem passagens escondidas entre as árvores das florestas mais densas, e nos pântanos mais perigosos, que nos levam a esses mundos. É só saber interpretar os sinais que eles nos enviam, na esperança do os encontrarmos. |
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| Sapiens | 22 Jun 2009, 09:57 Post #450 |
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Chefe da Estação
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Fernindande escutou com atenção as palavras da elfo, tentando-as absorver. Quando tocou no assunto da magia, ele estremeceu um pouco, pois incomodava-o não ter qualquer conhecimento nessa área. A parte final fê-lo ficar ainda mais ansioso por viajar para longe dali, numa grande aventura. - E... e da terra onde nasceste? Guardas recordações? - perguntou, animado com o rumo da conversa. Passaram pela estrada e atravessaram-na para o lado contrário, iniciando a longa caminhada pelos prados onde, daí a cerca de uma ou duas horas, chegariam ao senhorio. |
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