| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,637 Views) | |
| Lifer | 17 Mar 2009, 18:45 Post #31 |
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A vendedora de jornais
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Karissa olhou para Santiago, que lhe respondera com um beijo nas costas da mão. Era para a apertar..., quis dizer, mas isso seria má educação. E era para ser simpático que lhe tinha feito isso. Então simplesmente esboçou um leve sorriso, o que ele comentou simpaticamente. Ela simplesmente riu, deitando lá para fora um riso contido há algum tempo, pois desde que se mudara ninguém falara com ela...numa conversa a sério, sem serem os pais. - Pois bem...eu não sou arqueira, mas como podes ver sei manejar a espada...Santiago. Aquele centauro é o Altory... Olhou para este como quem pergunta se fez asneira ao perguntar o nome. Quis esperar resposta, mas decidiu ir à capital para se alojar lá. - Então vamos todos ao ponto de encontro? - Começou - Então quem quiser ir comigo à capital, que venha... Dito isto, montou Wryda. - Tens montada? - Perguntou a Santiago, mais convite que pergunta. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| martim11 | 17 Mar 2009, 19:05 Post #32 |
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martim11
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Finalmente!! Tinha conseguido falar com ela, era como estar a receber uma prenda tão esperada, eu estava alí na floresta cheia de animais com um centauro e uma linda rapariga. Achei engraçado ela se chamar Karissa, nunca tinha ouvido tal coisa, mas é giro, aliás ela é gira :wub:, perguntei-lhe se tinha montada. Apresentei-me ao centauro dizendo-lhe o meu nome e o que estáva ali a fazer. Montei o bri, muito rapidamente, pensei que íamos ter uma grande aventura, naquele bosque, lá havia de todo o tipo de animais, até havia uma cachoeira onde descansamos depois de umas horinhas de montada. Estáva habituado a caçar mas tinha medo que a Karissa não gostasse de caça mas não resisti perguntar-lhe: - Gostas de caça? - não sei se estaria a ser indescreto mas tentei o meu melhor... |
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| Lifer | 17 Mar 2009, 19:11 Post #33 |
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A vendedora de jornais
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Karissa viu as reacções de Santiago, e mostrou-se relutante em segui-lo. Quereria ele que ela o seguisse? Ou estaria simplesmente a fazer o que queria? Decidiu segui-lo um pouco. Ele levou-a a uma bela cachoeira, ela olhou para esta mas não desmontou o cavalo. Ele perguntou-lhe se ela gostava de caça, ao que Karissa respondeu: - Não costumo caçar...-E encolheu os ombros. Decidiu não ficar ali mais tempo. Tinha de ir para o ponto de encontro...e esperar. - Bom, quem quer que ir comigo? Como ninguém tinha antes ido com ela, supôs que ninguém fosse, no entanto, não seguiu em passo acelerado, simplesmente cavalagou lentamente parea observar a paisagem... |
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| Griffin | 17 Mar 2009, 19:36 Post #34 |
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Ditadora local
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Zeca começou a imitar o cão a ladrar, mas após ver o que Err'Ktorg fez a ele, calou-se e foi-se meter ao lado de Chioglossa. O cão voou uns bons metros em altura e foi parar mesmo em cima de Fernindande. |
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| martim11 | 17 Mar 2009, 20:24 Post #35 |
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martim11
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Tinha acabado de notar que ela tinha o nariz impinado, era muito mandona, mas é assim que eu gosto, forte e dura! Para não a perder montei o Bri mais uma vez, muito rapidamente, e ele disse-me: - Acho que aquele cavalo é muito convêncido, como ela, não achas Santiago? ? - disse o Bri um pouco enervado, secalhar por não ter podido falar com ele. Pensei: Será que se me aproximar eles falem um com outro? Isso poderá acalmar o Bri, sim, conhecerem-se. - Karissa espera um pouco, gostava que fossemos todos juntos para os cavalos trocarem um pouco de palavras, seria bom para ambos, para nós os três e para os cavalos, não achas? - disse-lhe eu com um ar simpático. |
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| Leto of the Crows | 17 Mar 2009, 20:44 Post #36 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana viu qualquer coisa a passar por cima da sua cabeça e franziu as sobrancelhas. Parecia-lhe um animal... e não tinha asas... Viu-o cair em cima de um tipo que estava sentado ao lado da muralha e fez um esgar de dor, enquanto aquele fenómeno permanecia incompreensível para a sua mente. O que é que se estava a passar ali? Levantou-se do chão de um salto. E correu para junto dele. Caíra para o lado, inconsciente, mas não tinha qualquer ferimento. O cão, ao seu lado, gania com dores, mas não poderia tratar dos dois ao mesmo tempo. Sentiu-lhe a pulsação na jugular, para se certificar de que estava vivo e examinou-lhe a cabeça, antes de lhe começar a bater levemente na face, para o acordar. Não passava de um rapaz que estava no sitio errado, há hora errada. Mas quem poderia ter feito uma barbaridade daquelas? |
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| Miguel | 17 Mar 2009, 21:01 Post #37 |
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Membro
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Segui Karissa e o SanTiago. Mas quando chegámos aos portões da capital segui um caminho diferente do deles. Fui em direção à arena da cidade para treinar um pouco. Quando cheguei lá fui ter com uns guardas que me deram umas indicações. De seguida fui para dentro da zona de combate. À minha frente estava um minotauro grande, com um aspeto forte e com uma cara de quem diz "morre!" Engoli em seco. Era uma das raças mais fortes que conhecia. O meu pensamento foi interrompido por um som de um sino "plim, plim". Era o inicio do combate! |
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| Lifer | 17 Mar 2009, 21:05 Post #38 |
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A vendedora de jornais
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Karissa parou e olhou de esguelha para Santiago. Este falava com ela, e esta reparou que ele trocara umas palavras com o seu cavalo alado. Karissa pensou no que fazer, estava a ser enervante para os outros, talvez eles estivessem a sentir-se ofendidos. Estava a ser rude, impiedoza. Estava a desprezar. Um amigo. Um conhecido. Estava agora a pensar no quão "má" estava a ser para eles. O que teriam feito? Nada! - Não, não merecem - Pensou em voz alta sem se aperceber disso. Voltou para trás e desmontou. Assentiu a Santiago. No entanto, viu Altory afastar-se. Acenou-lhe antes de este desaparecer de vista. - Bem, de qualquer forma, desculpa. Da maneira como vos tenho tratado. Começamos do início? - pediu, afagando a crina do cavalo alado, imponente. __ Wryda, por seu lado, cumprimentou-o falando. - Olá. - disse. - Eu sou Wryda. Com que nobre cavalo estou a falar?... - perguntou, como quem diz "Como te chamas?" |
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| Sapiens | 17 Mar 2009, 22:00 Post #39 |
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Chefe da Estação
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Oh, tão lindo o céu, naquele começo de tarde! O seu estômago iniciava naquele momento o processo demorado apelidado de digestão, do qual ainda pouco se sabia, em termos científicos e pormenorizados, naquela época. Fernindande tocou com a sua mão direita na barriga, por cima da sua camisola de linho. Sentia a barriga às voltas. Que acontecimentos se estariam a passar dentro do seu corpo? Começou a entoar uma música acerca do desconhecido, que era conhecida entre as gentes da capital daquele reino. Para lá do Mar, para lá do Sol, para lá do pico mais alto; para lá de todas as muralhas, para lá de todas as linhas do horizonte; para lá dos pãntanos e dos perigos para lá dos amigos, e dos inimigos - encontrarás aquilo por que procuras. Para lá do Céu, para lá da Lua, para lá dos astros, e das estrelas; para lá dos... A sua cantiga foi interrompida subitamente. Fernindande olhou para cima, com um instinto de reacção que sentiu ao ver uma sombra ir na sua direcção. Era um corpo inanimado que caía na sua direcção, impulsionado por algo... algo desconhecido, como o processo que se desenrolava naquele momento no interior do seu organismo. Mas o Herdeiro d'ElMar não pensou em tudo isto naquele momento, veio a fazê-lo, isso sim, mais tarde. Pois naquele preciso instante a única coisa que teve tempo de realizar foi abrir os olhos de espanto... e voltar a fechá-los. O impacto atirou-o pelo ar, e ele teve a sensação de ter perdido os sentidos. Acordou alguns segundos depois, ao levar chapadas de uma mão que não era a sua. Abriu os olhos, e viu uma cara à sua frente. Não era um bicho, nem nenhum monstro, por isso Fernindande supôs que fosse ou a sua mãe ou outra qualquer pessoa. A sua visão foi ganhando nova perícia ao longo dos segundos que se seguiram. Era uma mulher, com uma cara serena, que estava debruçada sobre ele. Durante um segundo ele nada fez. Depois, tentou sentar-se, visto que estava deitado no chão. O que foi que aconteceu? parece que levei com uma pedra... gigante!. Teria sido um menir, atirado por Óbelix? Mas quem era Óbelix naquela realidade? Segundo se sabia, ele vivia do outro lado do mundo... Óbelix era um ser mítico daquele mundo, uma espécie de homem que se tornara um mito, e que ninguém estava certo de ter existido. A sua obesidade e a capacidade de atirar menires pelo ar era famosa. - Óbelix? - questinou, meio atordoado, à mulher. |
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| Alfador | 17 Mar 2009, 22:01 Post #40 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg continuará a caminhar, seguindo sempre a estrada, em direcção às grandes muralhas de Quarason. Alguns camponeses, que caminhavam no sentido oposto, desviavam-se da torre enorme que era Err'Ktorg. Num movimento brusco e inesperado, Err'Ktorg segurou numa pessoa pelas vestes, impedindo-a de se desviar. Ou fugir. - Que cidade é esta? - perguntara Err'Ktorg ao campónio, num tom apático. |
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| Griffin | 17 Mar 2009, 22:09 Post #41 |
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Ditadora local
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O camponês, lingrinhas e nervoso, respondeu: - E-e-esta é a c-cidade de Qua...Qua...Quarason! - Érre, o cão foi bater naquele senhor. - Disse Chioglossa alegremente, enquanto apontava para Fernindande lá ao fundo. |
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| Alfador | 17 Mar 2009, 22:15 Post #42 |
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O Maquinista
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- Quarrrason? Que nome idiótico. - disse Err'Ktorg, largando o homem e endireitando-se, de modo a recomeçar a caminhada rumo à cidade. Não havia caminhado muito quando Chioglossa lhe chamara à atenção. - E? - perguntara, olhando para a zona que Chioglossa mencionara, sem parar ou sequer interromper uma das suas pesadas passadas. Uma pessoa que se encontrava lá sentada, havia-se encaminhado para socorrer o rapaz. |
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| Leto of the Crows | 18 Mar 2009, 16:52 Post #43 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana sorriu com algum sarcasmo. O rapaz devia estar mesmo confuso para a comparar com Obélix. Mas pelo menos estava consciente, era o que interessava. - Não, não sou o Obélix - negou. - Mas se fosse a ti ficava sossegado durante uns minutos, para deixar te impedires a ti próprio de chamares nomes às pessoas. Levaste uma pancada forte. |
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| Sapiens | 18 Mar 2009, 17:24 Post #44 |
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Chefe da Estação
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Mas... é claro que não era Obélix! Que dissera ele? Chamara-lhe ao menos tal nome? Se o fizera, já não se recordava. Fernindande desviou a mulher com um braço, e sentou-se no chão. Depois, colocou-se de pé de forma desajeitada. Olhou para a mulher, e limpou a testa às costas da mão. Estava a suar, e sentia-se um pouco dorido no corpo. - Obrigado, minha senhora, mas não necessitarei da sua ajuda. - deu um passo para o lado, ao mesmo tempo que fazia uma ligeira vénia como sinal de agradecimento. mas tropeçou num cão, que estava caído ali. Levantou-se apressadamente e olhou para o animal. O que estava aquilo ali a fazer? À sua volta algumas pessoas riam de si. Fernindande olhou furiosamente para a mulher que o ajudara a recuperar a consciência, como se tivesse sido ela a culpada de tudo aquilo. |
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| Leto of the Crows | 18 Mar 2009, 17:37 Post #45 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana encolheu os ombros. - Faz como quiseres, mas depois não te queixes. E tem cuidado onde pões os pés, há mais seres neste mundo para além de ti, não os deves magoar - admoestou com calma, depois dele tropeçar no pobre cão. Voltou-se para o animal. Estava bastante molestado, mas sobreviveria com tratamentos cuidados. Porém, quem lhos poderia dar? Ia para uma missão, não o poderia levar consigo, mas deixá-lo ali seria o mesmo que condená-lo à morte. Pegou-lhe com cuidado e aconchegou-o ao peito. Não tinha escolha. Ele viajaria consigo até estar recuperado. |
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