| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,613 Views) | |
| Leto of the Crows | 6 Jun 2009, 17:18 Post #391 |
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Wiskas Saquetas
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O cão começou a ladrar em direcção a Err'Ktorg, mostrando os dentes agressivamente. Ao vê-lo avançar para a igreja, Eryanna correu até ao edifício e, dando balanço num dos barris que se encontravam encostados à parede, trepou até ao telhado. |
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| Griffin | 6 Jun 2009, 21:39 Post #392 |
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Ditadora local
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Enquanto Err'Ktorg e Eryanna trepavam, no telhado apareceu subitamente um homem num chapéu largo e roupas estranhas castanhas. No peito tinha uma estrela prateada. - Vá, vocês ouviram o homem. Peguem nas vossas coisas e vão andado, ok? - O homem sorriu amavelmente, o branco dos seus dentes contrastava com a cor da sua pele. |
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| Alfador | 7 Jun 2009, 00:55 Post #393 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o homem durante alguns momentos. Sentia-se compelido a obedecer, como se o homem em si tivesse uma influência divina. Segurou no seu machado e pô-lo novamente no seu sítio. Sem nada dizer, recuou até à berma do telhado e saltou lá para baixo, caindo na perfeição nas duas pernas num pequeno estrondo. Rapidamente acordou do transe, devido ao ladrar irritante do cão. Entre dentes sibilou uma frase imperceptível. |
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| Sapiens | 7 Jun 2009, 17:44 Post #394 |
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Chefe da Estação
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Fernindande pegou num saco de pano médio que estava á entrada da loja e olhou em frente. uma caixa cheia de bolos, como biscoitos e outras bolachas, destacava-se na divisão, assim como um cesto de frutas, e garrafas com líquidos que ele não conseguia decifrar o que eram. Encheu o saco com biscoitos; depois colocou também lá para dentro alguma carne que encheu de sal á volta, para que se conservasse; por fim não resistiu a encher outro saco de pano com frutas. Eu sei que ela diz que vão apodrecer. Mas não vão, digo-o eu., decidiu-se a levá-las. Agarrou um saco em cada braço e saiu para a rua, temendo o que pudesse encontrar. Olhou para um lado, e para o outro. E por fim encontrou-a: em cima do telhado de uma Igreja. Oh não. Problemas... não. |
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| Kathleen | 7 Jun 2009, 17:53 Post #395 |
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O Mal
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Corinne bufava, irritada, mas abriu a boca de espanto quando viu o bicho descer. — Não se preocupe, — disse, para o homem lá em cima, — vamos já embora. Voltou-se para a outra rapariga, Karissa, e murmurou-lhe: — Devíamos ir embora, não convém darmos nas vistas, ainda por cima tão cedo. Arranjamos provisões noutro sítio qualquer. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Griffin | 7 Jun 2009, 21:06 Post #396 |
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O homem riu ainda de uma forma amável. - Sim claro. - Dito isto, estalou os dedos. Subitamente, todo o grupo, incluindo Fernindande, apareceu no meio da estrada principal. Fernindande sentiu o saco subitamente vazio, dentro dele só se encontrava uma garrafa de vinho de baixa qualidade, dois cantis cheios de água, 4 maçãs, um pacote de bolos e um chouriço, invés de toda a quantidade de comida que ele lá tinha posto. - Gosto do senhor castanho. - Disse Chioglossa alegremente. |
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| Sapiens | 8 Jun 2009, 08:58 Post #397 |
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Chefe da Estação
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Fernindande piscou os olhos e, num instante, tudo mudou. Em primeiro lugar, a primeira coisa que sentiu foi a diminuição no peso dos sacos de pano que levava consigo, que era notória. Depois, a primeira coisa que viu foi que a sua localização espacial havia mudado, e que estava junto ao resto do grupo misterioso do monstro-fortíssimo-bruto. Eryana também estava ali, no entanto. Depois, a primeira coisa que ouviu foi a salamandra bípede, companheira do gigante, a dizer que gostava do senhor castanho. O coração de Fernindande começou de imediato a bater mais lentamente, mas parecia que cada batida era mais forte do que a anterior. Uma sensação estranha. Não se conseguiu mexer. Não gostava de feitiçaria, e tinha sido isso, com toda a certeza, que provocara esta situação. |
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| Leto of the Crows | 8 Jun 2009, 10:43 Post #398 |
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Wiskas Saquetas
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Já não se encontrava na aldeia, reparou, mas na estrada. Vira perfeitamente o que homem fizera. Pelos vistos, não era uma pessoa qualquer. Fitou cada um dos presentes, acabando o olhar por cair sobre Fernindande que trazia um saco consigo. Talvez agora já quisesse voltar para perto da mãe. |
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| Griffin | 8 Jun 2009, 10:51 Post #399 |
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Jaquim fazia a habitual patrulha nos campos de Quelurrian, onde outrora havia uma escola militar de Porana. Era mais um dos espiões de Lapko, encarregado de confirmar que a escola militar se mantinha abandonada e que não havia nenhuma base ali com o exércido de Hayden. Nada se passava, para variar, por isso decidiu descansar ao lado de um sobreiro, com vista para a estrada principal. A meio do dia, Jaquim viu uma senhora acompanhada de um burro, parecia estar a viajar pela estrada até Suecra. Jaquim decidiu ignorar a senhora até que ela virou para norte, na direcção de Quelurrian. Vinha a resmungar e a falar para o burro....devia ser doida...mas podia ir levar mantimentos...a escola militar podia continuar a operar debaixo do nariz de Jaquim. Pensamentos de dúvida e suspeita desenrolaram-se na cabeça de Jaquim e ele decidiu levantar-se e a abordar a mulher: - Desculpe, para onde se dirige? - Deve ter muito a ver com isso. - Respondeu a Senhora D'El Mar. Desviou o olhar do guarda e acrescentou, em voz mais baixa, e dirigindo-se para o burro: - Estes guardas não têm mais nada que fazer, colocam os ouvidos à escuta, formulam escândalos, e depois espalham polémicas! É assim que nascem os boatos, Laurécia. Lembra-te disso, e nunca caias nesse erro! O homem ficou surpreendido com a resposta, ainda mais por o burrO se chamar LauréciA. Voltou a meter-se em fronte à mulher. - Desculpe, mas preciso de saber o que vem fazer a esta região, são ordens do rei Hayden. - Mentiu à Senhora D'El Mar." A mulher olhou intensamente para o homem, erguendo as sobrancelhas, e fazendo uma e outra careta, enquanto pensava no que poderia responder. Por fim, um movimento dos olhos deu a entender que já se decidira. - O rei Hayden que aprenda a não coscuvilhar a vida da mulher de um dos seus súbditos mais poderosos! O meu marido é o Senhor d'El Mar, e é para as terras dele que me dirijo. - Desculpe, mas vai ter que vir comigo. -Jaquim agarrou no braço da suposta Senhora d'El Mar. "É uma mentirosa de primeira, a Senhora d'El Mar a viajar de burro??? Pffff" Pensou para si. A Senhora d'El Mar tentou libertar-se, de forma brusca, do braço do soldado. - Largue-me! Olhe que o meu marido tem o rei como grande aliado! Você vai pagá-las! O meu filho encarregar-se-á de lhe cortar a cabeça! - E suponho que o filho seja a Laurécia. - Segurou melhor no braço da Senhora e com o outro chegou rapidamente ao casaco e retirou de lá um lenço, aproximou-o da cara da mulher. Ela ainda conseguiu gritar revoltada "Ferni! Ferni!" antes de ficar inconsciente. |
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| Sapiens | 8 Jun 2009, 11:07 Post #400 |
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Chefe da Estação
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Fernindande lançou um olhar assustado a Eryana e, sem pensar duas vezes, começou a avançar pela estrada apressadamente, em direcção a este. Esperou sinceramente que a elfo o seguisse. Aprendera a gostar de a ter por perto. Transmitia-lhe segurança, e dava-lhe uma sensação de utopia que nunca sentira. Que era possível ser-se livre e viajar em busca de aventuras, comos empre desejara fazer. Mas naquele momento em nada disso pensou. Apenas em fugir dali o mais rapidamente possível, para longe dos monstros e dos seres estranhos e maldosos cujo rumo era desconhecido. |
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| Kathleen | 8 Jun 2009, 21:12 Post #401 |
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O Mal
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Corinne abriu a boca para refilar e viu-se no meio da estrada. Que magia era aquela que ele fizera, para conseguir metê-los a andar para ali? E sem 300 velas! Estavam ali todos, incluindo o rapaz que agora estava a fugir e a elfo que decidira deixá-los havia umas horas. Eles também tinham estado naquela malfadada aldeia. O comentário de Chioglossa moveu-lhe o espírito, levando-a a pensar no que fazer a seguir. Cross ainda devia estar lá no alto. Tirou da mala a parafernália necessária e acocorou-se no chão, olhando o espelho. Dos olhos da águia via o grupo lá em baixo, via-se a si mesma. |
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| Alfador | 9 Jun 2009, 10:17 Post #402 |
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O Maquinista
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- Quê? Ah... não me rrrecorrrdo do que aconteceu. - Err'Ktorg fitou em volta, mas concentrou-se novamente ao ver Fernindande a fugir. - Lá vai o pirrrrralho com medo. Olhou para trás e fitou Corinne. - Interrressa verrres-te ao espelho agorrra? - replicou Err'Ktorg a Corinne, retomando o seu tom apático. |
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| Leto of the Crows | 9 Jun 2009, 11:14 Post #403 |
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Wiskas Saquetas
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Revirou os olhos. Tinha pena de deixar aquele pobre coitado continuar sozinho. Se fosse assaltado pelo caminho é que ia ser o belo e o bonito. Olhou o céu, por momentos, perguntando ao Deus Sol o que teria feito de mal para passar de viajante a ama seca. - Tenham um bom dia, senhores e senhoras. E foi atrás de Fernindande, colocando o capuz sobre a cabeça. |
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| Sapiens | 9 Jun 2009, 17:54 Post #404 |
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Chefe da Estação
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Fernindande corou um pouco ao ver a elfo segui-lo, mas não deixou de sentir uma pessoa muito importante, talvez até conquista-corações. Talvez a sua beleza também já tivesse conquistado Eryana. Era essa a razão de todas as raparigas que o seguiam para algum lado, embora esse número fosse menor do que o que Fernindande desejaria. - Vejo que decidiste acompanhar-me. - Sentia-se muito mais leve e normal do que na presença do misterioso grupo grande. |
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| Kathleen | 9 Jun 2009, 18:23 Post #405 |
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O Mal
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Corinne levantou os olhos do espelho e guardou-o na sacola, de novo, fitando Err'ktorg arrogantemente. — É óbvio que não compreenderias se te explicasse. — Penteou ao de leve o cabelo com os dedos. — E agora, vamos embora? |
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