| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,622 Views) | |
| Ricardo | 12 Apr 2009, 18:31 Post #256 |
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Iniciante
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Vi, naquela noite, que estavam a dormir... Quem me voltar a saber o que é dormir...pensei com tristeza... Pois não dormia a anos... Desde que morri... Enquanto pensava o que me esperava nesta aventura, vi como estas pessos faziam expressões, enquanto dormiam... Conseguia ver atravês do escuro, graças ao meu poder... Cada um tinha uma expressão, ou era triste, ou feliz, ou normal ou até assustado... Sabia que só podia voltar a dormir depois de ser cortado aos pedaços e atirado ao fogo... Ou então com um poderoso feitiço que me fizesse em cinzas... |
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| Griffin | 12 Apr 2009, 19:10 Post #257 |
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Ditadora local
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Durante a noite, a chuva passou pelo acampamento. Não era torrencial no entanto, apesar de ter durado uns largos minutos. Chioglossa acordou com a chuva, alegre. Além de significar pele húmida, também significava...minhocas! Caminhou à volta do acampamento, à procura de minhocas que viessem à superfície. Algumas que apanhava rapidamente comia, outras metia num cantil que invés de água tinha alguma terra. Quando já estava satisfeito, voltou a deitar-se ao pé da tenda, alegre. Não tardou até virem os primeiros raios de sol. |
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| Leto of the Crows | 12 Apr 2009, 20:22 Post #258 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana acordou com o raiar. Sentou-se e observou a aurora que se fundia com a noite, em tons liláses que se tornavam sequencialmente alaranjados, enquanto o Sol subia gradualmente no horizonte. Esticou os braços, sentindo os ossos estalar e levantou-se. A capa estava húmida da chuva que caíra durante a noite, assim como os cabelos, mas a roupa que a aconchegava estava seca, graças à impermeabilidade da primeira. Deu uma vista de olhos aos companheiros que a rodeavam e que ainda dormiam e perguntou-se o que fariam com tanta gente num trabalho tão subtil. |
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| Lifer | 12 Apr 2009, 20:43 Post #259 |
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A vendedora de jornais
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Karissa acordou com o raiar da aurora. Não abriu os olhos, pelo contrário, fechou-os com ainda mais força e esfregou-os, até se habituar à fraca, agora forte, luminosidade que pairava no ar, vinda do sol. Quando abriu os olhos, deparou-se com Eryana a olhar para si e para os outros membros do grupo. Chiglossa apanhava minhocas. O cão fazia as suas necessidades contra uma árvore, e o resto dormia ainda. - Lindo dia, não? - comentou. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Griffin | 12 Apr 2009, 20:49 Post #260 |
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Ditadora local
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Chioglossa acordou e espreguiçou-se. Parecia que Err'Ktorg ainda estava dentro da tenda, por isso espreitou por alguma cavidade e disse lá para dentro: - Érre, já estás acordado? Zeca bocejou com a sua boca enorme, depois voltou para o seu típico sorriso de orelha a orelha. |
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| Kathleen | 12 Apr 2009, 21:12 Post #261 |
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O Mal
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A chuva proporcionara uma noite desconfortável, e tivera de puxar o capuz para se cobrir, mas ainda assim o cabelo e a cara estavam molhados, bem como algumas partes da saia do vestido. Malditos fossem! Se se tivessem posto a caminho teriam conseguido encontrar um abrigo mais confortável. A elfo, a rapariga e a lagartixa já estavam acordados. Levantou-se e sacudiu a capa, tentando secá-la assim e evitar usar um feitiço que requeriria gastar velas e procurar indicações num livro qualquer. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Miguel | 12 Apr 2009, 21:37 Post #262 |
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Membro
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Abri os olhos. Ouvi uma voz "Lindo dia, não?" Pareceu-me a de Karissa. Bocejei e de seguida pus-me em pé . Desmanchei a tenda onde dormira. Olhei à minha volta e vi que a elfo, a Chioglosa, Karissa e a maga estavam acordadas, como eu. -Bom dia! - disse para aquelas que se encontravam acordadas. De seguida fui à procura de um pequeno-almoço. Andei uns bons metros até chegar a um pessegueiro. Tirei cerca de 27 pessegos e pu-los num cesto que fiz com o meu chacra, (de pedra). |
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| Lifer | 12 Apr 2009, 22:02 Post #263 |
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A vendedora de jornais
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Karissa ia ajeitar a roupa dobrada, e só então percebeu que estava molhada. Claro, choveu, pensou para si. Altory desejara-lhes um bom dia, mas como já os tinha cumprimentado, não voltou a falar. Tentou secar a roupa de alguma forma, mas tudo à volta se encontrava molhado ou húmido, mesmo o chão onde estava sentada. Levantou-se, para começar, porque assim continuaria com a roupa molhada. Decidiu sacudi-la das gotas durante algum, tempo, não lhe pareceu haver mais algo a fazer para solucionar o problema, que aliás, nem era muito importante. O seu estômago roncou, mesmo apesar de ainda ser cedo e ter comido bem na noite anterior, pelo que foi procurar alguma comida ao redor do espaço. Só parecia haver frutas, mas como eram boas,apanhou três maçãs de uma árvore. Apenas podia transportar tal carga, mais não pois não lhe parecera que valesse a pena. Viu Altory apanhar uns pêssegos suculentos. Perto dele estava o osso deixado pelo cão na noite anterior. Pegou nele para o cachorro também ter que comer. Disse "Olá!" ao centauro e voltou para o acampamento, onde deixou o osso à frente do cão, sem antes lhe dar uma festa, e mordeu uma maçã, em vários sítios, até deixar o caroço à vista. Eram saborosas, doces, mas não demais. Ela era... sumarenta, suculenta, com bom aspecto; não tinha minhcoas, ao contrário de algumas outras árvores de fruto que se encontravam por ali. Conseguiu reparar que alguns pássaros tinham tentado debicá-la. Deitou o resto da maçã, que praticamente era só o caroço, para as árvores, e comeu uma segunda maçã, fez-lhe o mesmo que à outra. a terceira dispôs-se a oferecer a alguém, e deixou no chão molhado. |
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| Griffin | 12 Apr 2009, 22:07 Post #264 |
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Ditadora local
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Chioglossa olhou por uns momentos para Altory, que lhes tinha desejado bom dia. - Bom dia homem cavalo! - Disse alegremente, depois voltou a espreitar pela cavidade da tenda. - Éééééérrrrreeeee. Zeca olhou para a maçã que Karissa deixou no chão e foi rapidamente buscá-la. Apanhou-a com a boca e esmagou-a o suficiente para permitir passar pela garganta. |
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| Alfador | 13 Apr 2009, 00:35 Post #265 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg interrompera o grito de Chioglossa, surgindo da fenda na pedra com a cabeça e tapando-lhe a boca com a mão. - Eu ouvi-te à prrrimeirrra. - respondeu, algo márcido. Empurrou ligeiramente o Chioglossa e saíra por onde entrara antes. Meteu-se de pé e espreguiçou-se, largando mais um dos seus guinchos graves, mas muito menos audível e desagradável. Coçou as costas com facilidade e olhou em volta, de olhos semi-cerrados. Fitou Altory, com um olhar inquisidor, enquanto este colhia pêssegos. - Olha-me este... a abanarrr o pessegueirrro logo pela manhã. - disse, para ninguém em particular. - Ninguém vai ajuda-lo? Ele está de mãos tão ocupadas para tantos pêssegos. Err'Ktorg riu-se, notando-se levemente o característico som dele. Ainda estava algo sonolento. Retirou da sua cabaça e destapando-a de seguida, bebeu o forte licor que ela continha. Muito mais agradado e acordado, Err'Ktorg soltou um fortíssimo arroto, do fundo da sua garganta. Era peculiar o som que fora feito, e algo irritante nos ouvidos. |
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| Miguel | 13 Apr 2009, 09:35 Post #266 |
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Membro
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Chiogulosa disséra "Bom dia, homem cavalo!" Mas que grande descriminação! Disse para mim mesmo. Pousei o cesto no chão. Com o meu chacra fiz uma mesa de pedra e pus os frutos em cima dela. -Quem quiser sirva-se! - disse tirando um pessego e levando-o à boca. Dei uma trinca no fruto e, o sumo dele começou a escorrer em direcção ao queixo e de seguida ao pescoço, e por aí fora. Estava bom o fruto, melhor que o javali. Enquanto comia olhava para trás para ver se alguém também iria comer os pessegos. |
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| Lifer | 13 Apr 2009, 09:48 Post #267 |
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A vendedora de jornais
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Karissa viu o leuucrota comer a maçã que ela deixara no chão, e chegou-se perto dele perguntando, mesmo sabendo que a resposta não poderia vir: - Estava boa? Altory voltou, com os pêssegos colhidos, e pousou-os numa mesa criada por ele. Pareciam bons, mas não os comeu, principalmente porque tinha comido uma maçã antes. O cão tinha estado a correr à volta deles, com o osso em pior estado na boca. Karissa fez-lhe uma festa, e ele ia preparar-se para roer o final do osso - quando viu a sair de dentro de uma pedra o Érre. Esquivou-se a um possível pisotear, afastando-se para as cinzas da fogueira da noite anterior. Esqueceu o osso e rebolou-se nas cinzas, faziam cócegas. |
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| Griffin | 13 Apr 2009, 10:43 Post #268 |
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Ditadora local
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Assim que tocou no Chioglossa, Err'Ktorg voltou a sentir aquela típica comichão, que só não se transformava em dor graças à protecção das suas escamas. - Mas os pêssegos são venenosos. - Disse, sempre alegre, a Altory. Zeca percebeu que Karissa se tinha dirigido a ele, mas obviamente não entendera o que ela disse, por isso soltou só um: - Rabo. |
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| Sapiens | 13 Apr 2009, 11:10 Post #269 |
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Chefe da Estação
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Fernindande acordou com abanões da sua mãe, que lhe agarrou nos ombros e o agitou até ele acordar. Abriu os olhos, estremunhado, e olhou em redor - só depois para a mãe. Esta estava com uma cara desagradada e um pouco deprimida; Fernindande estranhou, pois não era muito normal vê-la com este tipo de disposição. - O que se passa? - perguntou. - Por acaso não viste para onde a Júlia durante a noite? Ou melhor, sabes procurar rastos de animais? - perguntou ela, aproximando a sua cara da do filho, que recuou, ficando numa estranha posição: deitado e contorcido. - Devias saber! Devias saber seguir as pegadas, para seres um bom caçador como o teu pai era! Devias saber seguir animais! A Júlia?? - Ham... eu... a Júlia? Está a referir-se àquele monstrinho irritante do dia de ontem? - Ele não era irritante, e não era um ele, sequer. Era a minha cadela, a minha Júlia. - disse ela, e Fernindande quase pôde jurar que viu uma lágrima no canto do olho da mãe. Depois, de repente, a sua expressão passou de triste a zangada, e ergueu-se, dando ao filho a oportunidade de se voltar a deitar de forma direita. - Toca a levantar, preguiçoso, que são horas! Se andarmos a um bom ritmo, amanhã ao cair da tarde conseguimos lá chegar. Mas para isso não podes parar, como gostas de fazer! Fernindande resmungou qualquer coisa, mas lá se levantou. Viu que tudo estava molhado, devia ter chovido um pouco durante a noite, mas se não fôra o suficiente para o acordar era porque não fôra nada de especial. A Senhora d'ElMar estava a atar algumas bagagens às costas do Inácio. Fernindande espreguiçou-se e passou as mãos pela cara, bocejando. Depois olhou para todos os lados do descampado onde se encontravam, averiguando se estavam, de facto, sozinhos. Ao longe ouviam-se vozes, provavelmente de pessoas que se faziam à estrada. E é para lá que nós temos de nos dirigir, também, pensou. |
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| Lifer | 13 Apr 2009, 11:19 Post #270 |
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A vendedora de jornais
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Karissa riu-se face à resposta do animal, que pelos vistos não tinha percebido o que lhe tinha dito, mas que pelos vistos, sabia falar um pouco. Havia ainda gente a dormir, mas mesmo assim disse: - Bem, vamos ter de ir, cedo ou tarde. E que tal começar já a pensar nos grupos? - sugeriu. O cão parou de se rebolar nas cinzas e, ao reparar na sujidade que tinha no corpo e nos pêlos, rebolou-se, desta vez na relva, para a tirar. Além de se ter sacudido, primeiro. |
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