| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,623 Views) | |
| Kathleen | 10 Apr 2009, 23:09 Post #241 |
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O Mal
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Corinne olhou para o grupo pelo canto do olho. Pareciam estar a tentar definir uma estratégia. Talvez fosse melhor ajudar; se seguissem os seus conselhos seria tudo mais fácil. Não fechou o livro, contudo. Ergueu um pouco a voz. — Se nos vamos separar, talvez devamos pensar em quem vai num grupo e em quem vai no outro. Além de que podemos separar-nos já ou apenas quando chegarmos à fronteira. Inconscientemente começou a tamborilar com os dedos na perna, olhando altivamente para os outros. Se calhar (se fossem sábios) seria até escolhida como líder. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Alfador | 11 Apr 2009, 00:04 Post #242 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg curvou-se, para ouvir o sussurro do centauro. De seguida endireitou-se. - Eu não preciso de evitarrr comerrr o que querrro e onde querrro. - respondeu Err'Ktorg, em voz alta. - Se não gosta, pode irrr para o carrr- A sua última palavra fora interrompida pela expressão de nojo de Corinne, enquanto esta se afastava - Vimos de terrrras bem longínquas, onde maiorrr parrrte do terrrreno flutua. Mais não interrressa. - retorquiu. Err'Ktorg virou o osso já limpo na sua mão e apontou-o para Karissa. - A outrrra coxa é minha, que gosto delas. - disse Err'Ktorg, apaticamente, começando a partir o osso com os dentes e a lamber o tutano com a sua longa língua. Fitou o cão durante uns momentos, verificando se este tinha ou não ficado com a coxa, à medida que se afastava. - Perrrgunta à brrruxa detalhes. - soltara Err'Ktorg, ainda a olhar para o cão. - Ela parrrece inteligente. |
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| Lifer | 11 Apr 2009, 09:14 Post #243 |
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A vendedora de jornais
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Karissa percebeu que ele estava a falar consigo. Mas o que perguntar? Detalhes? De quê? Sempre podia perguntar em que grupo ia. Se era bruxa, também podia (talvez) prever quais os melhores caminhos a percorrer. E, bem, já que não sabia que mais perguntar, bastou-lhe a última pergunta. - Consegue... saber, mais pou menos, qual o melhor caminho a seguir? - pegou no mapa e abriu-o no chão, para os decidirem. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Miguel | 11 Apr 2009, 10:25 Post #244 |
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Membro
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Depois de comer o último pedaço de carne de javali dei os ossos ao cão. Mas vi que já estava com um na boca. Então pu-los ao pé da minha tenda e disse para o cão: -Estes são teus! Quando quiseres outro é só vir aqui. Ele fez-me sinal como agradecimento. Começou-me a arder o estômago. -O javali caiu-me mal, estou com azia. Vou dar uma volta para ver se isto passa - disse para o grupo que se encontrava comigo. Comecei a andar para Norte do acampamento. Ao dar o terceiro passo, ouvi um ladrar. Olhei para trás e lá se encontrava o cão. Correu até mim, queria fazer-me companhia. -Ficaste bastante grato pelos ossos - disse mostrando-lhe um sorriso. |
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| Ricardo | 11 Apr 2009, 11:23 Post #245 |
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Iniciante
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Karissa respondeu-me e fez-me uma pergunta... Eu simplesmente abanei a cabeça... Estava a ver que eles estavam a preparar-se... Boa!!! Finalmente vou faer uma coisa de interessante!!!, pensei contente! Não fui ver o mapa, não gostava de me intrometer... Eu só os seguia. E se eles me pedissem para fazer alguma coisa, eu faia! |
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| Miguel | 11 Apr 2009, 11:52 Post #246 |
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Membro
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Continuei a andar, mas desta vez com a companhia do cão. À medida que caminhava olhava para o céu. Aqueles pontos muito brilhanes num azul tão escuro, aos quais chamavam estrelas. Realmente a elfo tinha razão. A natureza é muito bonita. Temos que preservá-la. O meu pensamento foi interronpido pelo o cão , que ladrou. -O que foi? O cão olhava fixamente para um ponto no céu. Olhei também para esse ponto e vi que se aproximava uma tempestade. -Vamos ter passar aqui a noite. Estamos muito longe do acampamento. A não ser que queiras ficar constipado - disse para o cão. Corremos para debaixo de uma àrvore que se encontrava ali ao pé, pois já tinha começado a chover. |
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| Alfador | 11 Apr 2009, 13:25 Post #247 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg atirou o seu osso para trás, para bem longe e foi buscar mais um do amontoado que o centauro tinha feito. Partiu-o e mais uma vez, retirava o tutano com a língua. - Não querrres um? - perguntou Er'Ktorg, dirigindo-se a Chioglossa. |
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| Griffin | 11 Apr 2009, 13:40 Post #248 |
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Ditadora local
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- Eu não como ossos. - Disse inocentemente a Err'Ktorg. |
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| Alfador | 11 Apr 2009, 16:47 Post #249 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o seu osso acabado. Olhou em redor e decidiu atira-lo para as grandes sombras da noite. De seguida aproximou-se da casa de pedra, analisando-a. - Parece mesmo uma casota... mas acho que serve. - Err'Ktorg pegou na parte frontal da pedra, segurando a zona interior da janela da tenda e começou a puxar, começando a enfiar as garras na pedra em si. Soltou um ligeiro grunhido abafado face à força que fazia. Esta cedeu, mas não o suficiente, fazendo Err'Ktorg quase cair, enquanto segurava dois grandes nacos de pedra nas mãos. Soltou um ligeiro grunhido na sua língua, que era muito forte na entoação dos R's e fez uma carga repentina contra a pedra de cabeça. Partiu grande parte da entrada, mas acabou por ficar com a cabeça lá enfiada. Com bastante destreza, que não parecia minimamente possível face ao seu grande corpo, entrou para dentro da tenda, ficando só a cauda de fora. Lentamente, recolheu a cauda e pousou uma perna sobre a outra, utilizando as mãos como aconchego para a cabeça. |
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| Kathleen | 11 Apr 2009, 17:40 Post #250 |
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O Mal
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— Talvez o mais indicado seja seguir pela floresta. Ao menos disfarçamos este... grupo. Hmph. — Fungou, reprimindo a vontade de dizer "esta bicharada". Revirou os olhos ao ver que ninguém prestava atenção ao que diziam, e que mais valia dormir. Não tinha sono, uma vez que se levantara tarde, mas estava cansada por ter preparado o feitiço de teleporte fracassado. Guardou o livro na sacola e retirou um cobertor. — Até amanhã — disse, em voz alta, e remeteu-se a um canto, encostando-se a uma árvore e fechando os olhos, depois de lançar um feitiço que a avisaria sonoramente caso alguém se aproximasse. |
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| Griffin | 11 Apr 2009, 23:04 Post #251 |
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Ditadora local
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Chioglossa aproximou-se da tenda de pedra e encostou-se a ela, sentado. Zeca acompanhou o dono e deitou-se ao pé dele, encostando a cabeça ao colo de Chioglossa. - Boa noite Érre! - Disse alegremente antes de fechar os olhos. |
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| Alfador | 11 Apr 2009, 23:08 Post #252 |
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O Maquinista
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Um grunhido algo abafado foi ouvido de dentro da tenda de pedra, algo que se poderia assemelhar a um "Boa noite." |
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| Sapiens | 12 Apr 2009, 14:58 Post #253 |
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Chefe da Estação
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Fernindande cansou-se de esperar por algo, e sentou-se na relva. Olhou à sua volta, em todas as direcções, ainda à escuta. Nada. Talvez tivesse de facto sonhado. Voltou a deitar-se e a tapar-se com o cobertor. Olhou para a mãe, que ressonava ligeiramente. Depois adormeceu. |
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| Lifer | 12 Apr 2009, 15:55 Post #254 |
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A vendedora de jornais
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Karissa bocejou discretamente, fechou o mapa e entregou-o a Corinne, que se tinha ido deitar. De seguida já tinham ido deitar-se o Chioglossa e, segundo este, o Érre. Desejou-lhes boas noites e diminuiu as chamas da fogueira, pois já não fazia tanta falta. Relativamente perto desta, descobriu ervas pouco pisadas, pelo que se deitou nesse belo espaço, fofo e relativamente quente. Fechou os olhos e, daí a minutos, adormeceu a ouvir o som crepitante da fogueira. |
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| Miguel | 12 Apr 2009, 17:35 Post #255 |
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Membro
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Estava muito frio alí à chuva. Então resolvi ir a correr para o acampamento. Com as minhas pernas de cavalo ia mais rapido que uma pesso normal. Então agarrei o cão e pulo nos meus braços, como um bébé. Quando chegámos vi que alguém já se encontrava na minha tenda. Estava bastante cansado e não me apteceu ver quem era o atrevido ou atrevida. Então fiz outra tenda identica à primeira. Deitai-me lá e disse para o cão entrar. O animal entrou e deitou-se ao meu lado. Disse-lhe boa noite e fechamos os dois os olhos. |
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