| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,627 Views) | |
| Kathleen | 2 Apr 2009, 22:01 Post #181 |
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O Mal
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— Dá-me isso! Corinne insuflou as bochechas, irritada, levando as mãos às ancas. — É meu! Deu um saltinho, mas sem qualquer resultado eficaz. As palavras trocistas dele fizeram-na corar de embaraço e raiva. — Ou me devolves esse mapa ou tenho de te enfeitiçar! |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Ricardo | 3 Apr 2009, 10:36 Post #182 |
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Iniciante
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Meu deus... Que conflituosos..., pensei... - Tenham calma... Vamos ver todos o mapa... Porque há já ameaças???- disse com intensão de os acalmar... Esta aventura promete... |
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| Miguel | 4 Apr 2009, 08:36 Post #183 |
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Membro
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Cheguei ao ponto indicado. Percebi que já estava atrasado ao ver o mensageiro do rei ir-se embora. Bolas! Não cheguei a tempo de ouvir as indicações. Vou ter com Karissa e perguntu-lhe o que aquele indivíduo disse à cerca da aventura. Pode ser que ela saiba. |
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| Leto of the Crows | 4 Apr 2009, 09:38 Post #184 |
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Wiskas Saquetas
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(Miguel, não eram duas raparigas a discutirem por um papel... era um lagarto gigante a brincar com a Corinne xD) Eryanna revirou os olhos. O melhor seria não deixar que a sua paciência se escapasse. Se aquilo não acabasse, ficariam ali até ao próximo ano. - Chega de brincadeiras - declarou, num tom sério. Deu um salto, mais alto que o da feiticeira, devido ao seu treino e à agilidade típica da raça, com o braço esticado, para agarrar no mapa. |
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| Miguel | 4 Apr 2009, 12:05 Post #185 |
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Membro
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Puz-me ao lado de Karissa, e comecei a dialogar com ela: -Olá novamente! - disse com um surriso na boca - Aquele homem pelo que sei é o mensageiro do rei. Se veio cá era para falar da nossa aventura. Eu cheguei atrasado e não ouvi o que ele referiu! Podes-me dizer? |
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| Sapiens | 4 Apr 2009, 15:13 Post #186 |
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Chefe da Estação
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- Estás abandonada? - perguntou a mãe de Fernindande ao bicho que se tinha aproximado deles, tomando-o por uma cadela. - Não tens dono? Podes vir comigo e com o Ferni para o senhorio do meu marido. Tens lá muito espaço para brincar e... idiotas para enganares, e minhocas para comeres! Riu-se muito alto, demasiado alto. Ferninande engoliu em seco e interrompeu a mãe. - Hm... mamã, eu penso que ela deve ter dono. Quero dizer, não é normal vermos... bichos como este abandonados... são raros, e... - Silêncio, Fernindande, ou eu juro que te coso a boca! - virou-se para o animal - Não, é, Minhoca? Será esse o teu nome a partir de hoje... Minhoca! Dente-de-leão, tens uma nova companhia. O burro anuiu com um som característico. |
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| Lifer | 4 Apr 2009, 15:14 Post #187 |
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A vendedora de jornais
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Karissa viu o lagarto gigante a elevar o mapa acima da cabeça de Corinne, a uma distância aonde ela não podia chegar, apesar de tentar. Eryana saltou para apanhar o mapa, e Rabert já se tinha ido embora. Não gostava de confusões (sim, aquele grupo é um amontoado de gente!, repensou) ou não tinha tácticas e sugestões para eles fazerem a missão? Parecia-lhe mais a segunda hipótese... O leucrota fugira do grupo, afastando-se para trás, cheirando o ar ou alguma coisa. Karissa brincou com o pequeno cão no seu colo, até ver Altory chegar e perguntar-lhe o que se havia passado. - O que esperas que tenha acontecido? Nada de mais - encolheu os ombros, depois de se levantar - Robert veio com aqueles...seres, deu o mapa à Corinne e agora eles estão com uma brincadeira infantil - apontou para o lagarto gigante e para Cprinne a saltar. - Criancices, é o que sai deste grupo. - comentou, corrigindo - Não deste grupo...desta multidão. O cão estava agora deitado, a olhar para o fogo. Karissa imitou, tirando a parte de se deitar. A luz, o som do fogo a crepitar, era hipnotizante e fazia-lhe fechar os olhos e piscá-los, se não queria adormecer. Era um bom remédio para insónias. Desistiu de olhar para o fogo, senão acabaria por cair de sono. O grupo parecia querer ficar ali parado, visto que partw dele tinha ido e voltado, o lagarto giganteb brincava com o mapa impedidndo Corinne de o ver, o que os pararia por algum tempo. - Vamos acabar por ficar aqui até amanhã, ou até mais - comentou, para o nada. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Noarin | 4 Apr 2009, 16:54 Post #188 |
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Iniciante
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Observei tudo o que se passou sem dizer uma palavra. Tentei levantar-me, e fui a coxear para junto do grupo. Os ferimentos estavam melhores, mas isso não impedia as dores que ainda restavam. Mas, tirando isso, agradecia a todos os outros que me ajudaram a melhorar. Olhai em volta. Nada de interesante acontecia. Perguntava-me quando iamos realmente chegar à cidade. |
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| Griffin | 4 Apr 2009, 21:55 Post #189 |
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Ditadora local
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Chioglossa olhou à volta, à procura de Zeca. A pequena sela de couro e os cantis a ela agarrados estavam no chão, não era incomum que o leucrota deixasse para trás a sela quando fosse ver as redondezas. Ficou a olhar para a floresta, à espera que Zeca voltasse, ignorando o resto do grupo. Zeca farejou a mãe de Fernindande. - Nome. Zeca! - Disse, na mesma voz aguda de sempre. Havia sido treinado a dizer o seu nome há algum tempo. - Chioglossa! - Tal como o do dono. Nota: Ok, a parte da sela foi inventada à pressão, isto porque esqueci-me de dizer ao Sapiens que o Zeca tinha uma sela. Erro meu D: Mas...ficou bem disfarçado, certo? XD |
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| Alfador | 4 Apr 2009, 22:14 Post #190 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg viu o mapa ser tirado pela outra mulher que se aproximara. Nem se apercebeu minimamente da elegância do salto. Sorriu, mostrando mais dos seus dentes afiados, cruzando os dois braços ao peito. - Ah! Querrria-te verrr a tentarrr! - respondeu Err'Ktorg à mulher, encostando a cabeça ao peito, de modo a poder fitar a mulher de frente. Os seus dois olhos brilhavam num amarelo vivo, durante a palidez da caída da noite. O pequeno cão, satisfeito, aquecia-se perto do fogo, já estando habituado a este. Fitava o leve crepitar das brasas, algo hipnotizado. Por mera curiosidade, levantou a cabeça e fitou os visitantes mais distantes. Recolheu a cauda entre as pernas e arregalou os olhos... fitava o grande lagarto, o lagarto que se atrevera a insultar antes de ser chutado cruelmente por este. O cão afastou-se para trás, algo assustado, enquanto soltava um leve e baixo ganir. |
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| Miguel | 4 Apr 2009, 23:09 Post #191 |
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Membro
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-Afinal estava preocupado mas aquele indivíduo não disse nada de geito! - refilei para Karissa. Comecei a caminhar em direcção a uma àrvore perto da fugueira. Já ao lado dessa planta pus-me de joelhos e fui com as mãos ao chão. Concentrei um bocado do chacra e com esse formei uma tenda constituída por rocha. Ninguém conseguia abrir a porta a não ser elementares da terra (como eu), pois a rocha que fazia de porta estava colada ao chão. Olhei uma ultima vez para as labaredas da fugueira e fui para dentro da minha tenda. Deitei-me com a barriga de cavalo para o lado como se estive-se morto, com as pernas (também de cavalo) esticadas apontando todas na mesma direcção e fechei os olhos. |
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| Leto of the Crows | 5 Apr 2009, 10:57 Post #192 |
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Wiskas Saquetas
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Observou o mapa com atenção, depois de o ter tirado àquele ser enorme. Ao fim da análise, fitou o grupo, por momentos, por um canto do olho. Eram demasiados para um único grupo que avançaria para Lapko pela estrada principal, dariam mais nas vistas que um dragão gigantesco a cuspir fogo para todos os lados. - Talvez seja melhor juntarmo-nos para dialogar uma estratégia, antes de partirmos - opinou em voz alta, para que todos pudessem ouvir. |
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| Alfador | 5 Apr 2009, 11:23 Post #193 |
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O Maquinista
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- Ah! - expressou-se Err'Ktorg. - Finalmente. Pensava que iam todos dorrrmirrr, antes de se planearrr algo. Err'Ktorg ajeitou a cabeça e fitou a mulher que segurava o mapa. - Já estava a verrr isto a tornarrr-se num cirrrco. - disse Err'Ktorg, começando a esboçar um leve sorriso. |
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| Noarin | 5 Apr 2009, 17:50 Post #194 |
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Iniciante
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Aproximei-me rapidamente do resto do grupo, satisfeito por finalmente fazermos algo útil. Aclarei a voz. - Se me permitem, gostava de apresentar uma opinião. - aguardei que todos prestassem atenção. - Como somos bastantes, acho que nos devíamos separar. E quando fizessemos isso, podiamos tentar estabelecer alguma espécie de contacto. Informadores, ou qualqur coisa assim. Não é que tenha muita experiência em espionagem... - aguardei a sua resposta. |
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| Sapiens | 5 Apr 2009, 18:41 Post #195 |
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Chefe da Estação
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A mãe de Fernindande reagiu histéricamente às três palavras proferidas pelo animal de estimação da besta. - Zeca! Chioglossa! Uhuhuhuhuhuhuh... está a dar ideias de nomes, Ferni, não é hilariante? Não, não, não, Minhoquinha. O teu nome é Minhoca, está decidido! - virou-se para o filho e dirigiu-lhe palavra. - Já se faz tarde, e amanhã tenciono que partamos cedo. Não achas melhor atarmos aqui a cadela, para que não fuja durante a noite? Fernindande não sabia se havia de rir ou de chorar. Agora a sua mãe queria ficar com aquele animal? O monstro que o enfrentara à tarde não deveria andar por muito longe, e era a última coisa que Fernindande queria era vê-lo - ou, melhor dizendo, que ele o visse. - Minha mãe, deixe-o ir embora. Não se deve contrariar os animais. - Essa agora! - resmungou ela, e aproximou-se de Inácio. Tirou-lhe a corda que tinha ao pescoço e aproximou-se do bicho que tinha ali aparecido, colocando-lhe a corda à volta do pescoço, e dando-lhe um nó, ao mesmo tempo que lhe fazia festas. - Penso que o Antonino não vai fugir, está tão habituado a nós! Gostas da tua nova trela, Minhoca? Hm? Hm? Uhuhuhuh... |
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