| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,628 Views) | |
| Lifer | 31 Mar 2009, 21:10 Post #166 |
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A vendedora de jornais
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Karissa olhava para o cachorro que estava alegre e vivaço. Sorriu e tentou fazer-lhe uma festa, ao que este se esquivou. Sorriu, mas não o seguiu. Ele olhava para fogueira e parecia curioso. Virou-se e viu um lagarto (seria mesmo um lagarto?) bípede, tão grande como uma árvore; com uma pequena salamandra bípede; eles tinham um leucrota a acompanhá-los; e havia ainda mais, era o Robert, o mensageiro do rei! Deveria vir para lhes dar conselhos e tácticas, ou informações. Não lhe apeteceu mexer-se; sentou-se, confortável, ao pé da fogueira, aquecendo-se. Estava a ficar frio. Aconchegou-se e pegou no cão, desta vez bem sucedida. Ele já estava mnais calmo, então, Karissa passou-lhe a mão pelo corpo, levemente. Adorava seres vivos. Especialmente animais. Especialmente...mansos. Como esse cão. |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Alfador | 1 Apr 2009, 00:20 Post #167 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg franziu, o que supostamente seria o seu sobrolho, face ao crasso caminhar da mulher que se aproximara. Ignorando-a, fitou uma outra mulher, que se acercou. - Dá-nos logo o rrraio das indicações, parrra poderrrmos acabarrr com isto. - respondeu abruscamente Err'Ktorg, a Robert. |
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| Griffin | 1 Apr 2009, 07:05 Post #168 |
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Ditadora local
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- Hmm certo. Já todos sabem que estão aqui para espiar o reino vizinho, Lapko. O rei pede que tenham cuidado e sejam discretos durante a vossa estadia no outro reino. Arranjem todas as informações que conseguirem e depois voltem para informar o rei. Aqui está um mapa. - Robert estendeu um mapa a Corinne. - Alguma pergunta? |
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| Sapiens | 1 Apr 2009, 09:28 Post #169 |
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Chefe da Estação
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... então, não quis saber dele para nada! Foi a correr, toda danada! Foi a correr, sem olhar para trás, Tropeçou numa pedra e ficou marcada! Nada disto, obviamente, lhe apraz! O joelho deitou muito sangue, «E agora, como é que isto pára?» ocorreu-lhe rasgar o vestido que o namorado lhe dera! Assim o fez, e atou-o à perna, Por outro lado ficou semi-nua! Foi então que apareceu o namorado, a sua cara ficou logo... - Que descaramento, Ferni! - interrompeu a mãe, em tom exaltado - Isso são lá canções que se cantem! Novas modas, entre as juventudes... nunca deram bom resultado! Essas coisas são perversas, não interessam a ninguém. E as melodias são medíocres, comparando com as antigas. - Ao menos são mais animadas. - ripostou Fernindande. Não estava com vontade de discutir, embora se sentisse um pouco irritado com a velocidade a que o burro andava. - Sempre dão para dançar. - Mas esta não é, de forma nenhuma, uma ocasião em que seja útil dançar! - rosnou a mãe, zangada com qualquer coisa. Fernindande olhou para ela e viu que era uma nuvem de mosquitos que se tinha aproximado dela. - Mosquitos! Começaram a correr desenfreados, e o burro, na sua ignorância, e seguido pelos instintos, também o fez. Seguiram pela estrada durante um minuto, mas depois a Senhora d'ElMar cansou-se e teve de parar. Foram esconder-se da praga numa das bermas da estrada. Saíram desta, e afastaram-se uns bons metros, de forma a ficarem escondidos. Mas os mosquitos não se orientam por estradas! Vão-nos encontrar tão bem aqui como onde estávamos., pensou Fernindande. Olhou para a mãe, que estava a coçar algumas babas que os mosquitos lhe tinham deixado. - Vamos dormir aqui, por hoje, e amanhã continuamos. - disse ela. Fernindande achou ridícula a decisão, visto que tinham caminhado apenas quinze minutos desde que tinham deixado a casa. - Vai buscar madeira e faz uma fogueira, que eu já fiquei estoirada com esta corrida. Vamos, apressa-te! E Fernindande assim fez. Começou a reunir troncos e ramos partidos, pedaços de madeira que encontrou, e colocou-os ao pé da mãe. Esta tratou de produzir faiscas, raspando duas pedras uma na outra, e em menos de um minuto tinham feito uma luminosa fogueira. - Ah!... - exclamou Fernindande, tirando um pedaço de pão da sua mala, e dando-lhe uma dentada. |
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| Kathleen | 1 Apr 2009, 10:33 Post #170 |
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O Mal
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Corinne recolheu o mapa e olhou-o. Recebê-lo já queria dizer alguma coisa. Fingiu inspeccioná-lo atentamente e depois olhou para os outros. Estavam entretidos, na sua maioria, com outra coisa que não o homem que dera as indicações. Que haviam parecido bastante simples. — Tratarei... Trataremos disso com eficácia. — Ainda que talvez seja difícil organizar esta gente; provavelmente o resultado será melhor se metade se perder pelo caminho. A elfo parecia competente, apesar do seu... estatuto. — Talvez devêssemos começar a arquitectar um esquema de acção. |
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"I've seen your flag on the marble arch, and love is not a victory march, It's a cold and it's a broken Hallelujah." | |
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| Alfador | 1 Apr 2009, 11:15 Post #171 |
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O Maquinista
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Err'Ktorg fitou o mapa, curvando bastante a cabeça, ao ponto de um torcicolo; caso fosse humano. Viu a mulher de negro a tirar o mapa das mãos de Robert. Este foi obviamente estendido a ela com algum intuito, que obviamente Err'Ktorg não se apercebeu. Aproximou-se e retirou o mapa das mãos da mulher, fitando-o mais uma vez. - Vocês têm uma estrrrada dirrrecta ao rrreino inimigo? - questionou Err'Ktorg, fitando Robert. Err'Ktorg achava ridículo, tinha que haver alguns postos de defesa pelo caminho: fortalezas ou acampamentos de guardas. |
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| Noarin | 1 Apr 2009, 16:25 Post #172 |
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Iniciante
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Depois de muitas mãos hábeis e muita atenção, o meu corpo transformou-se finalmente no de um humano. Era bom estar de volta. Os meus olhos vermelhos percorreram o ambiente à minha volta. Uau. Quem seria aquele sujeito elegante? Será que vinha para a missão? Tantas perguntas. - Olá. Vieste para a missão? - perguntei a Dreidar, supondo que esse era o seu nome, depois de ouvi-lo tantas vezes. |
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| Kathleen | 1 Apr 2009, 16:31 Post #173 |
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O Mal
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Corinne bufou, irritada. Aquele... aquela coisa! tirara-lhe o mapa que lhe fora entregue pelo homem do rei! — Devolve-me isso! - guinchou. — Além de que é óbvio que não vamos pela estrada principal, seria impossível disfarçar este horrível grupo! |
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| Leto of the Crows | 1 Apr 2009, 18:32 Post #174 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana aproximou-se, com passadas largas, dos recém-chegados. Bastara um olhar para presumir quem cada um poderia ser. Estacou ao lado da feiticeira e fez uma pequena vénia aos três. - Presumo que seja Lorde Robert - disse, para o homem vestido nobremente, com um olhar perscrutador. |
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| Ricardo | 1 Apr 2009, 19:03 Post #175 |
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Iniciante
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- Não sei bem... Mas suponho que vá continuar a acompanhar-te... - disse com intusiasmo... Agora estava humano, que estranho... De tão grande passa a pequeno... |
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| Alfador | 2 Apr 2009, 00:09 Post #176 |
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O Maquinista
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- Sim... - Err'Ktorg pausou. - O que é mesmo parrra se espiarrr? Err'Ktorg fitou a mulher de negro que começara a refilar para ele por causa do mapa, agora na sua posse. - Isso é corrrtejo? - Err'Ktorg sorriu, elevando o mapa bem acima da cabeça dela, forçando-a a saltar se o quisesse agarrar. Err'Ktorg olhou brevemente para a mulher que se avizinhara, não respondendo nada. Estava demasiado divertido neste momento. |
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| Griffin | 2 Apr 2009, 16:52 Post #177 |
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Ditadora local
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- Está assinalada no mapa a estrada, se quiserem seguir por outras, estão à vontade. E espiem tudo e todos, adquiram informações de ameaças contra o nosso reino. E eu... - Observou Err'Ktorg e Corinne, na sua discussão pelo mapa. - ....vou andando. Adeus! Robert acenou e saiu dali para fora rápido. Eles que se amanhassem agora. Enquanto o dono olhava para todos os que se ali encontravam, Zeca farejou o ar e esgueirou-se por entre as árvores. Seguiu o rasto do cheiro até ir dar a um pequeno acampamento com uma mulher, um jovem e um burro. Ao reconhecer Fernindande, soltou logo um agudo "Idiota!" e olhou atentamente para a sandes que este estava a comer. |
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| Leto of the Crows | 2 Apr 2009, 17:10 Post #178 |
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Wiskas Saquetas
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Viu-o afastar, com uma das sobrancelhas erguida. Parecia-lhe realmente que o homem estava mortinho para fugir deles. E isso não lhe agradou de sobremaneira, muito pelo contrário. Tinha a leve ideia que havia ali qualquer coisa muito mal contada. Olhou de Corinne para o lagarto gigante e depois para o mapa que ele erguera muito acima das suas cabeças. - Há que ter paciência para com alguns seres - disse, comentando aquela infantilidade. |
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| Sapiens | 2 Apr 2009, 20:31 Post #179 |
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Chefe da Estação
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Estava Fernindande a dar a sua quarta dentada no pão quando apareceu por ali o bicho que estava com o gigante que ele defrontara bravamente à tarde. Isso significaria alguma coisa? Estaria mais alguém por aqui? E quem seria esse alguém? Provavelmente... seria... - Uhuhuhuhuh... viste aquela cadela que te chamou idiota? Uhuhuhuhuhuh... - riu-se a mãe de Fernindande, estendendo a mão para a criatura. - Anda cá. Anda. Fernindande largou o pedaço que restava do pão, aterrorizado. A sensação de medo que sentira à tarde regressou. Um grito ecoou nos confins da sua memória. Ai, pensou. |
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| Griffin | 2 Apr 2009, 20:46 Post #180 |
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Ditadora local
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Zeca aproximou a cabeça na direcção da mãe de Fernindande, mas assim que viu que este largou o resto do seu pão, depressa foi agarrá-lo com a boca e engoliu-o inteiro, sem dar uma única dentada. No final, grunhiu alegremente. Depois aproximou-se lentamente da mãe de Fernindande, na esperança que esta lhe desse mais comida. - Minhoca! |
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12:25 AM Jul 11
