| #1 - Pela Calada da Noite | |
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| Tweet Topic Started: 15 Mar 2009, 16:56 (23,553 Views) | |
| Griffin | 15 Mar 2009, 16:56 Post #1 |
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Ditadora local
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Os pássaros cantavam, o céu estava azul, as flores atraíam abelhas com as suas belas cores...resumindo, estava um belo dia. "Bonito e calmo demais..." pensou o rei, confiando as suas barbas. - Robert! - Sim meu rei? - Aproximou-se do rei Hayden. - Há alguma novidade do reino de Lapko? - Nenhuma meu rei. - Raios...isto está calmo demais! O rei voltou a olhar para a janela. Aquela calma aparente começava a irritá-lo. - Achas que Zak está a tramar alguma coisa? Gostava de saber a razão deste silêncio... - Se me permite sugerir, talvez pudessemos enviar alguém para ir espiar Lapko, meu rei. - Hmmm até que nem é má ideia...Robert! Chama pessoas do nosso reino para levarem a cabo essa missão, tanto faz quem é. - Mas nós temos espiões treinados meu rei. - Mas eles não sabem ser comuns como o resto das pessoas, precisamos de nos disfarçar! - ...certo meu rei. Robert, apesar de achar a ideia algo parva, obedeceu às ordens do rei e deu a missão de espiar Lapko a diversas pessoas. "Vamos lá a ver se isto resulta..." |
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| Lifer | 15 Mar 2009, 17:07 Post #2 |
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A vendedora de jornais
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Karissa passeava pelas ruas de Porana, olhando a natureza, as pessoas, as casas... ia em direcção ao ferreiro. Estava a precisar de uma espada nova. A outra estava gasta e inútil... Cruzou-se com Doran, que lhe acenou. - Olá Doran...belo dia, hem? - Perguntou-lhe. - Pois...mesmo calmo...e nestes dias o rei fica tão estranho! Espero que não cometa loucuras. - Respondeu-lhe - Hoje vamos treinar mais um pouco, no sitio do costume. Antes que lhe pudesse dizer mais alguma coisa, Karissa fez-lhe um aceno de despedida e afastou-se. O ferreiro estava a fazer um machado, nesse momento. - bom dia - Cumprimentou. Ficou a olhar bas armas, curiosa com os diferentes tipos de material que eram usados para as fazer. Então decidiu-se por uma bela espada, não era demasiado comprida nem era muito pesada. Comprou-a e agradeceu ao ferreiro... Foi-se embora para o local de aprendizagem de magia. Ainda falatava algum temo, mas ela gostava de estar ali, entre a natureza...ficou algum tempo a manejar a nova espada, depois ficou a olhar a fauna à sua volta... |
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Liberdade sob a forma humana Invisibilidade no Limiar do Mal Falante ser esse que - Essencial é, à vida Remanescente de uma estirpe colorida… Lifer! És... a pequena borboleta florida! | |
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| Alfador | 15 Mar 2009, 17:17 Post #3 |
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O Maquinista
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A manhã estava fresca e pacífica. O voo dos pássaros migratórios era prova viva de tal. Err'Ktorg e Chioglossa, mais a sua montada, Zeca, desciam da montanha, vindos de terras longínquas. Tiveram muitas peripécias até aqui chegarem, mas felizmente conseguiram escapar dos seus perseguidores. Err'Ktorg estava mais interessado em ganhar um título para si mesmo, mesmo durante a perseguição. Mas não era dessa forma que o desejava. - Onde rrraio estamos? - dissera Err'Ktorg, olhando para o ambiente em redor. Uma enorme cidade erguia-se no horizonte. Demonstrando irritação, rapidamente fitou Chioglossa, que sempre sorria. |
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| Leto of the Crows | 15 Mar 2009, 17:47 Post #4 |
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Wiskas Saquetas
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Eryana puxou o capuz para a cabeça quando saiu da floresta. O sol brilhava, já alto, nessa manhã, mostrando o avanço que o dia levava. A cidade revelava-se a alguns quilómetros de distância, enquanto algumas pequenas casas pontilhavam os campos e se abeiravam da estrada que a levaria até um dos portões de entrada. Apressou o passo silencioso, ignorando os olhares indiscretos que os camponeses lhe lançavam. Era sempre assim com estranhos. Não fez questão de mostrar os dois sabres que trazia a cintura. Não queria dar-lhes razão para a considerarem perigosa e chamarem um guarda. Depressa se pôs na cidade, sem que ninguém lhe barrasse o caminho. |
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| Griffin | 15 Mar 2009, 21:07 Post #5 |
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Ditadora local
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- Não sei. Mas acho que saímos de Dhoria! Vamos comer? Tenho fome. - respondeu Chioglossa, sempre sorrindo, olhando de volta para Err'Ktorg. |
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| Alfador | 15 Mar 2009, 21:09 Post #6 |
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O Maquinista
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Houve um certo momento de silêncio, enquanto a leve brisa soprava. Zeca pronunciou-se dizendo "Minhocas!". - Sim... vamos à cidade. Vou comprrrarrr uma coisa para ti. - Err'ktorg disse, ajustando o seu cinto e começando a caminhar mais uma vez. |
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| Griffin | 15 Mar 2009, 21:12 Post #7 |
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Ditadora local
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- O quê? - perguntara Chioglossa, divertido. |
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| Alfador | 15 Mar 2009, 21:14 Post #8 |
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O Maquinista
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- Uma bússola... e desta vez vou mesmo enfiarrr-ta pelo rabo acima. E prosseguiram caminho. |
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| Lifer | 15 Mar 2009, 21:30 Post #9 |
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A vendedora de jornais
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Chegou a hora, e Doran chegou. Ficaram um tempo a aprender magia, e a treinar a pouca que tinha. Depois Karissa lembrou-se da mensagem de Robert. Despediu-se com um aceno, caminhando até a uma cavalariça. Comprou um cavalo cstanho e robusto, capaz de atingir grandes velocidades. Este relinchou ao seu encontro. Decidiu chamar-lhe Wryda. Afagou-lhe a crina, e montou-o. Foi a trotar até ao ponto de encontro... |
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| Miguel | 15 Mar 2009, 23:13 Post #10 |
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Membro
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Ia a caminhar para o ponto de encontro que o Robert me tinha indicado. Quando encontrei a minha amiga Karissa. -Olá-obviamente pensei que ia também para o ponto de encontro, como eu. -Posso ter a honra de te acompanhar? - gracejou, com uma voz solene. |
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| Lifer | 15 Mar 2009, 23:19 Post #11 |
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A vendedora de jornais
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Karissa guiava Wryda que trotava calmamente, olhando os pássaros a voar no céu. Estava um dia lindo...este rei...que complexos tão estranhos..., pensou. Pensava no tempo que iria passar até voltar...Doran...quanto tempo passaria até voltar a vê-lo? Incitou o cavalo e abrandar o passo, pois tinha visto Altoy, um amigo seu, no caminho. - Hey! Olá...há quanto tempo não te via! - Disse. - E ainda acho estranho teres esse corpo... Wryda olhou para o centauro que os acompanhava lado a lado. Relinchou de espanto. |
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| Miguel | 15 Mar 2009, 23:44 Post #12 |
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Membro
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-Pois... Maioria das pessoas acha também isso, mas eu tenho orgulho no meu corpo!-disse com um tom elevado. Caminhámos varias horas. Chegámos a metade do caminho. Estava cansado e pedi a Karissa para parar um bocado. Sem esperar a resposta senteime no chão com um ar estoirado. Suspirei de alívio por estar finalmente em descanso. |
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| Lifer | 15 Mar 2009, 23:59 Post #13 |
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A vendedora de jornais
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Karissa assentiu à resposta dele. Afinal não era todos os dias que se via um centauro...costumavam permanecer em sossego em florestas. Horas estafantes passaram. Karissa já tinha dores de cabeça. Tinha de admitir, o amigo era um fala-barato. E ela não gostava disso. Quando este lhe pediu uma pausa, Krissa afastou-se, do local, sem que o centauro se apercebesse. Trepou a uma árvore e meditou no que se passava. Não podia continuar com ele. Não, uma pessoa meditadora e curiosa, com alguém de acções? Não fazia muito sentido, apesar e ser um amigo. Já tinha planeado usar a viagem para um período de meditação... - E ele a buzinar-me os ouvidos! - desabafou a Wryda, sabendo que este não a perceberia, apesar de tudo. - Nem sei o que fazer... Abanou a cabeça. Iria fazer uma paragem numa cidade ali perto, que conhecia. Aí seria mais fácil, talvez depois de uma boa noite de sono...mais umas poucas horas...depois era só esperar o dia passar. Desembainhou a espada, treinando algumas tácticas. Tirou a sela ao cavalo, para este se sentir mais à vontade. Ficou a olhar para um pequeno pássaro que ainda mal sabia voar. A mãe deste tentava-o levantar quando ele caía a meio do voo. Era engraçado ver os comportamentos de animais selvagens... |
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| Sapiens | 16 Mar 2009, 00:01 Post #14 |
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Chefe da Estação
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Estava uma bela manhã, e Fernindande ia a caminho da praia fluvial. O rio passava perto das muralhas da cidade, e ele levava consigo uma toalha de pano gasta e velha. Gostava de lavar a cara no rio, pelo menos uma vez por mês. Banho, isso apenas uma vez por ano, no primeiro dia de Agosto, por tradição. Pelo caminho, cantava e assobiava alegremente. Tiriri, Tititi Tão Sempre que não encontro o meu caminho Olho para cima, Olho para as estrelas, E encontro, oh encontro Encontro sempre a estrada. Estava quase a chegar às muralhas, em direcção ao espaço exterior, quando foi interrompido da sua cantoria por um homem que ele nunca vira. Explicou-lhe em poucas palavras aquilo que queria. Que participasse numa missão de espionagem ao serviço do seu rei, Hayden. Fernindande sentiu-se atraído pela proposta quando o homem, que se apresentou como Robert, referiu que a tarefa implicava uma viagem até ao reino inimigo. Isso significava perigo e aventura. - Hm... isso parece-me bem! Conte comigo então, logo à tarde! - Fernindande ia para acrescentar «E espero que a minha mãe me deixe partir nesta viagem», mas para defender a sua honra manteve a boca calada. Afinal de contas, já tinha vinte anos! Vinte! Era mais do que idade para decidir o que fazer da vida! Continuou a sua caminhada em direcção ao rio, ansioso por refrescar a cara, e lavá-la e libertar desta as poeiras e a sujidade provocadas pela árdua semana de trabalho com a espada. No jardim da sua casa, todos os dias praticava, e, pelo menos para ele, a evolução era notória! Saiu da cidade e passou pelas altas muralhas. Sorriu, pensando em como o dia ganhara uma nova prespectiva de optimismo. Tiriri, Tititi Tão oh encontro, Encontro sempre a estrada... * Mais tarde, já em casa, contou a sua mãe, a Senhora d'ElMar, que ia comparecer à tarde numa reunião. - Que reunião? - resmungou ela, enquanto acabava de fazer a sopa do almoço. Estava a rasgar legumes para colocar depois na grande tigela de água. - Vê lá não te metas em sarilhos! Quem é contra o rei é decepado, sabes perfeitamente disso! - Mamã, não se preocupe. - disse Fernindande. Era essa a forma como ele tratava a mãe, mas não contava a ninguém. - Não é nada contra o rei... aliás, é para o rei! Um grupo de pessoas vai partir numa missão! - Se pensas que podes ir, estás muito bem enganado. Da cidade não vais sair, ai isso é que não vais! Pensas que não te conheço? Queres é fugir ao teu pai, porque não o queres suceder na direcção do seu senhorio! Mas hás-de ficar cá, e hás-de o suceder no Leste, quando a sua hora chegar! Ai isso é que vais! - Mamã, não comece! - exclamou Ferninandande, atirando a sua espada de encontro ao chão e correndo para o seu quarto. - Eu sou livre... e tenho vinte anos! |
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| martim11 | 16 Mar 2009, 10:13 Post #15 |
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martim11
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Acordei de manhã, já não me lembrava que tinha recebido a mensagem que o rei me mandar ontem. Estava um dia belo, o sol tinha acabdo de nascer e batia-me na cara como luz no escuro, saí da gruta e montei o Bri que me comprimentou com um bom dia e um abraço com as suas asas gigantes, eu claro respondi afagando-lhe a crina, voámos até uma cidade perto da capital de Porana. Estava a percisar de um arco novo, talvez para durante a viagem (algumas caçadas que podesse fazer para me alimentar) e alguns recursos para o Bri. Quando eu lá cheguei encontrei uma marailhosa rapariga loira que estava ser atendida, olhei para ela muito focadamente e com atenção. Ela foi-se embora e por fim foi a minha vez de ser atendido pelo ferreiro. Então finalmente parti para o ponto de encontro! * A meio do caminho vi um centauro e e uma cavaleira a irem na mesma direcção que eu. Eles pararam, e a cavaleira afastou-se para uma floresta. Então eu reconhecia-a! A rapariga do ferreiro. Soltei um piropo e mandei o Bri aterrar. Desmontei-o e segui-a. Fiquei a observá-la por algum tempo... |
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